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terça-feira, 28 de abril de 2009

Intervenção nas Jornadas Técnicas da Escola Profissional Agrícola Conde S. Bento, S. Tirso - 23 de Abril de 2009

Tive muita honra em fazer uma intervenção sobre "Instalação de Jovens Agricultores" nas Jornadas Técnicas da Escola Agrícola de S. Tirso porque me deparei com uma plateia cheia de jovens com menos de vinte anos que se interessam pela agricultura. É bom verificar que a agricultura tem jovens que lhe darão melhor futuro!
Os apoios do Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER) são importantes do ponto de vista financeiro e uma motivação muito forte para que alguns milhares de jovens se instalem como jovens agricultores. É importante que os potenciais agricultores analisem bem se têm o perfil adequado para assumir riscos, se possuem a resistência psicológica e a persistência necessárias para ultrapassarem os problemas que decorrem do lançamento de um novo negócio. A actividade agrícola é um negócio como qualquer outro que se assuma em actividades económicas não agrícolas. Da minha experiência pessoal resulta que são necessários pelo menos três anos para conhecermos bem os pormenores da novel actividade que abracemos, nesta altura obteremos o equilíbrio nos resultados operacionais de exploração e passaremos a conseguir passar para o período temporal em que temos a possibilidade pagar o dinheiro que colocamos para financiar o investimento inicial. É nos primeiros três anos que uma parte dos jovens agricultores fracassa, pois trata-se da fase mais exigente do ponto de vista psicológico, dado que os resultados financeiros não são motivadores, muitas vezes é necessário investir mais para ultrapassar problemas que aparecem e não foram previstos e sobretudo, levantam-se dúvidas no interior da pessoa se conseguirá ter sucesso e pagar os investimentos. Quem resiste a estas dificuldades normalmente tem sucesso e incrementa, nos anos seguintes, a dimensão da sua actividade!

quinta-feira, 23 de abril de 2009

3.º Fórum Nacional de Resíduos - Lisboa 22 de Abril de 2009

Participei na passada 4.ª Feira, 22 de Abril de 2009, na qualidade de consultor da LIPOR no "3.º Fórum Nacional de Resíduos 2009" na qualidade de moderador no Painel 1, do Worshop 1, denominado "Qualidade do Composto Orgânico: A chave de dinamização do mercado" e com uma Intervenção no Painel 2, sob o tema "NUTRIMAIS: estratégia de marketing e canais de escoamento".

Neste painel tive a oportunidade de ouvir a apresentação da Eng. Ana Paula Rebelo que em representação da Agência Portuguesa de Ambiente (APA) fez a história do processo que irá culminar na publicação do "Normativo Nacional para a Utilização de Compostos Orgânicos". Esta legislação tal como tinha previsto vai obrigar os agricultores que queiram aplicar compostos, produtos resultantes do processo aeróbico (na presença de oxigénio) da degradação da matéria orgânica instável, a terem que analisar os seus terrenos, previamente à aplicação do composto, quanto a metais pesados e pH.

Incogruências desta imposição analítica
1 - O absurdo deste projecto de lei é que irá obrigar todos os compostos portugueses a cumprirem esta lei deixando de fora os correctivo agrícola orgânico importados desde que não escrevam a palavra "composto" no seu rótulo (as autoridades portuguesas não podem controlar o fabrico na origem e terão de fazer fé nas declarações do importador).
2 -Uma pessoa que cultive uma horta de 300 metros quadrados, aplique por ano 35 euros de composto, terá que mandar analisar o seu solo para aplicar o composto e o seu custo será de 60 euros.
3 - O agricultor que normalmente associa compostos de resíduos sólidos urbanos (RSU) a produtos contaminados com metais pesados, irá classificar estes produtos como "perigosos", pois ser-lhe-á exigida uma análise prévia ao solo antes da aplicação do composto.
4 - A análise ao solo terá de ser feita por laboratórios acreditados e neste momento, não há em Portugal nenhum que cumpra este requesito.
5 - Os sistemas de tratamento de RSU e lamas que produzem composto perderão o mercado que conquistaram, pois os agricultores não estarão dispostos a pagar para aplicar compostos que lhes causarão tantos problemas, enquanto terão disponiveis no mercado produtos importados que "não têm problemas com metais pesados", pois não são compostos.



terça-feira, 21 de abril de 2009

O KIWI - Publicação Trimestral da APK - Associação Portuguesa de Kiwicultores (Edição de Março de 2009)

Recebi esta semana o boletim de comunicação do 1.º trimestre de 2009 que a APK - Associação Portuguesa de Kiwicultores, elabora para os seus associados.
É um gosto verificar que traz informações técnicas actualizadas para os kiwicultores:
-Intervenções na Pré-floração: Poda (Eng. Martinha Vieira, vice-presidente da APK, kiwicultora e detentora de uma empresa de prestação de serviços de mão de obra), Fertilização (Eng. Pedro Guerra- DRAPN) e Controlo aos Ataques Microbianos (Eng. Sandra Rodrigues-KIWICOOP).
- Monda (Eng. Manuel Oliveira, pertencente aos Órgãos Sociais da APK e técnico da DRAPN).
- Nova técnica para atar as varas na poda de Inverno recorrendo a desperdícios de meias de vidro (Eng. João Oliveira- PROSA)
- Operações culturais para o período de Abril a Junho

Informa sobre os eventos que a APK organizou no 1.º Trimestre:
- "I Sessão Técnica de 2009", a qual decorreu em Santa Maria da Feira, no dia 21 de Março de 2009. Os temas abordados foram: "Candidaturas a Medidas Agro-Ambientais" pelo Eng. João Pacheco da AJAP, "A Importância do Magnésio na Cultura do Kiwi" pelo Eng. Paulo Machado dos Adubos DEIBA e "Controlo da Mosca do Mediterrâneo" pela Eng. Cristina Lima da SYNGENTA.
- "Curso Geral de Kiwicultura" - curso de formação profissional que se iniciou em Fevereiro e que terminará no final do ano, que se destina a pessoas que pretendam implantar novos pomares de Actinídeas (Kiwi). A formação será distribuída ao longo do ciclo vegetativo cultura do kiwi, com formação eminentemente prática. No 1.º trimestre de 2009 já decorreram dois módulos:"Instalação de Pomares de kiwis" e "Fisiologia Vegetal", nos quais se inscreveram 15 formandos. Os restantes módulos são: "Poda de Verão, Monda e Incisão Anelar", "Rega", "Polinização e Enxertias", "Colheita" e "Poda de Inverno". É de relaçar que se trata de formação profissional paga pelos formandos, sem recurso a apoios financeiros públicos. Por este facto tem de possuir alta qualidade, para satisfazer os formandos e atrair outros.

É por esta via da prestação de serviços de qualidade aos seus associados, dentro do princípio do utilizador pagador, que o associativismo pode cumprir os seus objectivos: defender os interesses sócio-profissionais dos seus associados através de Organizações autosustentáveis economicamente ao longo do tempo.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Ministro da Agricultura visita amanhã exploração leiteira e prevejo o anuncio de importantes apoios financeiros para o leite!

O Sr. Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, Dr. Jaime Silva, inaugura amanhã à tarde, as novas instalações de recria da AGRO-MANCELOS, licenciamento elaborado pela Espaço Visual - Consultores de Engenharia Agronómica, bem como a candidatura aos apoios ao investimento previstos na Acção 1.1.1 do Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER).
A Agro-Mancelos é uma exploração familiar dedicada à produção de leite de bovinos e insere-se no perfil do cliente da Espaço Visual: evolução e ganhos de competências com fracassos, mas sobretudo com os sucessos nos processos burocráticos que vamos desenvolvendo.
Os investimentos traduzem-se na aplicação das novas tecnologias e inovações em explorações leiteiras, sendo detentora do primeiro robot de ordenha em Portugal.
Como é exemplo de sucesso na fileira do leite, já atestado pela visita que o Sr. Presidente da República efctuou a esta empresa em 2008, seria excelente que o Sr. Ministro da Agricultura viesse anunciar que a Fileira do Leite vai passar a Fileira Estratégica com vista à obtenção de uma majoração de 10% nos apoios do PRODER, que terá um concurso exclusivo da Acção 1.1.1 do PRODER em 2009 e que os apoios à produção serão pagos atempadamente.
Tenho expectativas que a fileira do leite amanhã terá algumas boas notícias!

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Razões para Oposição à Publicação de Normativo Nacional Especifico para a Utilização de Compostos Orgânicos.

Ver em http://www.agroportal.pt/a/2009/jmartino.htm o artigo que escrevi sobre o assunto em título.

APK - Associação Portuguesa de Kiwicultores, uma Organização de Interesse Público!

A APK - Associação Portuguesa de Kiwicultores vai realizar, amanhã dia 14 de Abril e na próxima Quinta-Feira,16 de Abril, a II Sessão Técnica de 2009.
A Sessão Técnica do dia 14 de Abril terá lugar na Região Norte, mais concretamente, no pomar do Sr. António Carvalho, em Ermesinde e na Junta de Freguesia de Baguim do Monte. A Sessão do dia 16 de Abril terá lugar na Região Centro, mais concretamente, no pomar da Kiwicoop e nas suas instalações.
Tem como objectivo dar formação aos kiwicultores sobre as técnicas culturais da cultura do kiwi (Actinídea) relevantes e actuais na fase antas da floração.

PROGRAMA
18h00 Abertura da Sessão Técnica.
18h10 Poda Pré-Floral (Poda Verde das Fêmeas e dos Machos).
Eng.ª Martinha Vieira – APK (14 de Abril)
Eng.ª Sandra Rodrigues – Kiwicoop (16 de Abril)
18h40 Monda Química e Monda Manual de Botões Florais.
Eng.º Manuel Oliveira – APK (14 e 16 de Abril)
19h10 Importância da Aplicação de Micronutrientes na Preparação para a Floração.
Eng.º Pedro Guerra – DRAPN (14 e 16 de Abril)
19h40 Polinização Assistida.
Eng.º Martín Fernadez – Kiwi Atlántico (14 de Abril)
Eng.º Manuel Oliveira – APK (16 de Abril)
20h10 Encerramento da Sessão Técnica

É imprescindível que os participantes tragam tesoura de poda, pois trata-se de uma Sessão eminentemente prática, para que possam executar as operações previstas.

No meio do panorama algo pessimista da Agricultura Portuguesa, felizmente que ainda há Associações que prestam serviços e contribuem para o melhor funcionamento das Fileiras onde se inserem!
Bem haja a APK pelo trabalho que está a desenvolvem em prol dos Kiwis de Portugal!

sábado, 11 de abril de 2009

Para Quando a Reformulação do Crédito PAR?

O Crédito PAR foi desenvolvido com o objectivo de possibilitar e facilitar a concessão de empréstimos destinados à aquisição de prédios rústicos por arrendatários rurais, para o pagamento de tornas a co-herdeiros e para acções de emparcelamento.
O referido Programa tratou-se de um importante instrumento de financiamento para aquisição de prédios rústicos, permitindo o acesso à terra a rendeiros, contribuindo para o estabelecimento de um maior número de empresários agrícolas e para o rejuvenescimento e modernização do sector agrícola; para o apoio à reestruturação fundiária, através da concentração de parcelas e do aumento da área de exploração, visando aumentos de produtividade e adequada dimensão em termos de viabilidade económica; e, para a preservação da unidade das explorações existentes, nomeadamente as familiares quando, por virtude de herança, implique o pagamento de tornas a herdeiros directos.

Era um crédito atribuido por vinte anos, tendo o valor máximo por exploração de 99.759,58€. A operação era realizada através de dois empréstimos, com duas hipotecas sobre o imóvel, metade do capital era atribuido por uma Instituição de Crédito e a outra metade pelo Estado. Durante sete anos fazia-se a amortização da metade relativa à Instituição de Crédito e o Estado suportava os juros. No segundo período de vigência do empréstimo, últimos 13 anos, o beneficiário pagava ao Estado o capital inicialmente mutuado (50% do financiamento inicial) e os juros entregues
pelo Estado à IC durante os primeiros 7 anos, igualmente em anuidades progressivas,
vencendo-se a primeira prestação, um ano após a data prevista para o pagamento da
última prestação do primeiro período. Para este segundo período do empréstimo, a taxa de juro anual a aplicar pelo Estado sobre o capital em dívida (capital inicialmente mutuado +juros dos primeiros 7 anos) era de 3% ao ano.

Transcrevo o despacho que terminou com este Apoio:

Despacho conjunto n.o 652/2005.—Considerando que, anualmente,
deve ser fixado o montante global das operações de crédito
a aprovar ao abrigo do Programa de Financiamento a Arrendatários
Rurais (PAR) pelos Ministérios das Finanças e da Administração
Pública e da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas;
Tendo presente o valor global dos créditos aprovados, as disponibilidades
financeiras do Estado e a política de crédito seguida pelo
Governo:
Nos termos do artigo 4.o do Decreto-Lei n.o 216/88, de 25 de Junho,
determina-se:
1—São estabelecidos em € 545 347,80, € 512 493,64 e € 107 583,22
os financiamentos do Estado a operações de crédito aprovados pelo
IFADAP, respectivamente em 2003, 2004 e 1.o trimestre de 2005,
através do Programa do Crédito PAR.
2—É estabelecido em € 300 000 o limite máximo para a concessão
de financiamentos relacionados com a liquidação de juros de créditos
bancários abrangidos pelo Programa do Crédito PAR em 2005.
3—Esta despesa será suportada pela dotação inscrita no Orçamento
do Estado para 2005, no capítulo 60.o do Ministério das Finanças
e da Administração Pública, divisão 01, subdivisão 05.
4—Tendo em conta o reconhecido desajustamento deste sistema,
a concessão de novas operações deverá ficar subordinada à reformulação
do Programa do Crédito PAR.

19 de Agosto de 2005.—


Atendendo à realidade fundiária das explorações agrícolas potuguesas, para quando será publicada a reformulação do crédito PAR ajustada à realidade actual?

Electricidade Verde - Quando haverá novos apoios?

Estando a proceder à análise dos diversos custos de produção em actividades agrícolas e pecuárias e chegando ao detalhe dos custos com a energia eléctrica, dei comigo a interrogar-me: porque não temos os subsídios à electricidade verde? Seria um instrumento importante de apoio às empresas agrícolas nesta altura de crise.
Fui investigar e cheguei ao Despacho que a seguir reproduzo pela seu interesse para se poder avaliar como vai o Portugal de hoje:
Despacho conjunto n.o 203/2006. — O despacho conjunto
A-71/94-XII, de 6 de Outubro, estabeleceu uma ajuda financeira
ao consumo de energia eléctrica nas actividades agrícolas e pecuárias
exercidas no continente, vulgarmente designada por subsídio à electricidade
verde.
Aquela medida foi introduzida para minimizar o impacte decorrente
da entrada de Portugal na União Europeia e a consequente liberalização
dos mercados agrícolas de modo a permitir uma melhor
competitividade da produção nacional.
Decorridos que são 11 anos sobre a supra-referida criação do subsídio
à electricidade verde, urge avaliar, com todo o rigor, os efeitos
que tal medida produziu na efectiva melhoria da competitividade dos
produtos agrícolas nacionais, bem como averiguar os eventuais desvios
que tal benefício possa ter sido objecto.
Para tal efeito entendeu-se proceder à suspensão do subsídio à
electricidade verde sem prejuízo, porém, do pagamento da ajuda aos
beneficiários relativamente aos consumos efectuados até 30 de Setembro
de 2005.
Assim, determina-se o seguinte:
1—É suspenso, com efeitos a 30 de Setembro de 2005, o subsídio
à electricidade verde criado pelo despacho conjunto A-71/94-XII, de
6 de Outubro.
2—A Inspecção-Geral e Auditoria de Gestão, do Ministério da
Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, fica incumbida
de proceder à avaliação da aplicação do subsídio a que se refere
o n.o 1, incluindo os eventuais desvios à finalidade para que foi criado,
por forma a permitir a aferição dos resultados obtidos.
3—O presente despacho entra em vigor no dia seguinte ao da
sua publicação.
8 de Fevereiro de 2006

Questões:
1- Já foi analisado com rigor, o efeito desta medida, durante o período em vigorou, na melhoria da competividade dos produtos agrícolas nacionais? Onde estão publicados os resultados?
2 - O Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, já publicou o relatório da sua Inspecção-Geral e Auditoria de Gestão, a qual ficou incumbida de realizar o indicado no n.º 2 (desvios e aferição dos resultados obtidos)?

Faço votos para que estas questões tenham resposta para bem da Agricultura Portuguesa!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Nutrimais - Um composto com alta qualidade e sucesso comercial!

No próximos dia 22 e 23 de Abril de 2009,decorrerá no Hotel Tivoli Oriente, Lisboa, o 3.º Fórum Nacional de Resíduos, subordinado ao tema "Dos Resíduos ao Valor Acrescentado. A Emergência de um Novo Mercado", sob a Organização do Jornal Águas Ambiente.
Irei participare neste Evento, em representação da LIPOR - Serviço Intermunicipalizado de Gestão de Resíduos do Grande Porto, da qual sou consultor, fazendo uma intervenção sobre "NUTRIMAIS: Estratégia de Marketing e Canais de Escoamento de uma Marca", no Workshop 1, cujo tema é o seguinte: "Qualidade do Composto Orgânico. A chave para a Dinamização do Mercado". Terei a oportunidade de explicar as razões porque o composto NUTRIMAIS é líder de mercado no segmento dos correctivos agrícola orgânicos da alta qualidade. Da excelente concepção da Central de Valorização Orgânica da LIPOR, do sistema de recolha das matérias-primas que opera com rigoroso controlo de qualidade ao longo deste processo, da compostagem com condições de ambiente controladas, da rastreabilidade, do controlo dos parâmetros analíticos ao longo da compostagem e maturação, quer em laboratório interno, quer em laboratório externo, das marcas utilizadas de acordo com a segmentação da qualidade obtida nos vários compostos, etc. etc. - tudo junto são pormenores que contribuem para que o NUTRIMAIS, produzido pela LIPOR, seja um produto de sucesso, ímpar em Portugal e mesmo no mundo!
Para mais informações sobre este Fórum consultar:http://www.ambienteonline.pt/residuos2009/

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Jornadas Técnicas na Escola Agrícola Conde São Bento

Fui convidado para no próximo dia 23 de Abril de 2009, em representação da empresa Espaço Visual - Consultores de Engenharia Agronómica, fazer uma intervenção sobre "Instalação de Jovens Agricultores" nas Jornadas Técnicas organizadas pela Escola Agrícola Conde São Bento, em Santo Tirso.
Irá ser uma excelente oportunidade para transmitir a minha experiência na montagem de processos de instalação de Jovens Agricultores, como é exemplo, o Eng. Luís Alves, antigo aluno desta Escola e que também fará uma intervenção neste Evento.
Tenho uma grande expectativa que este dia seja um marco para muitos jovens, que se sentirão mais motivados e determinados para se tornarem empresários na agricultura, "terra de muitas oportunidades e bons negócios", na qual, felizmente, alguns portugueses vão acreditando e investindo com sucesso!

Programa
22 de Abril (Quarta-feira)
9.00h—Abertura das Jornadas e recepção dos participantes
9.15h—Sementeira directa — experiência da Cooperativa Agrícola de V. N. de Famalicão—Engº Rui Pereira Ribeiro (Coop. Agr. Vila Nova Famalicão)10.30h—Coffee-break11.00h—Instalações animais e aplicação de indicadores de bem-estar em bovinos de leite—Engº Joaquim Lima Cerqueira (Escola Superior Agrária — Instituto Politécnico de Viana do Castelo)
12.15h—Debate
14.15h—A importância das leguminosas nas consociações forrageiras — Engº Joel Presa —Fertiprado
15.15h- O papel do produtor no melhoramento das performances produtivas e características morfológicas — Dr. Gonçalo Ribeiro de Andrade — SEMEX
16.00h—Coffee-break
16.30h— Projecto “prove” - promover e vender
17.15h—Debate.
23 de Abril (Quinta-feira)9.00h—Reinício dos trabalhos9.15h—Instalação de Jovens Agricultores (Apoios) — Engº José Martino (ESPAÇO VISUAL)
10.30h—Coffee-break
11.00h—TestemunhosHelder Hilário — Sector HortícolaEduardo Soares e Filipe Soares - Sector AgropecuárioA confirmar — Sector dos VinhosEngº Luís Alves — “Cantinho das Aromáticas”
12.15h—Debate
14.15h—Vermicompostagem — Engº António Quintão (AMAVE)
15.00h- As múltiplas utilizações da floresta — com a colaboração da Associação Florestal do Vale do Ave, da Aflodouro e da FORESIS
16.00h—Coffee-break
16.30h—A produção de cogumelos —Engº Ricardo Lopes (MICOPLANT)
17.15h—Debate
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Para mais informações:
Escola Profissional Agrícola Conde S. BentoLargo Abade Pedrosa, nº1 (ao lado da Igreja Matriz)
4780-368 Santo Tirso(telefone) 252808690
(fax) 252808699
epacsb.jornadastecnicas@gmail.com

segunda-feira, 6 de abril de 2009

A Vida está Dificil para as Empresas que Fazem Candidaturas para Instalar Jovens Agricultores!

Abriu, neste mês de Abril, novo concurso para a Instalação de Jovens Empresários Agrícolas e até este momento, não é possível proceder ao seu carregamento/envio electrónico porque o formulário apresenta erros de concepção que não deixa proceder à sua validação. O formulário que apresente uma página não validada não é aceite na base de dados do PRODER (Programa de Desenvolvimento Rural). A intenção na mudança do formulário é excelente porque transforma os dois formulários anteriores, um para a instalação do Jovem Agricultor e outro para os Investimentos, num único que cumpre os dois objectivos. As mudanças no Guia de Preenchimento do Formulário e nos Quadros parecem clarificar as dúvidas que existiam nos formulários anteriores e facilitam o trabalho de todos.
O que não é compreensivel para os proponentes é o número de dias de atraso na resolução dos problemas existentes no formulário electrónico, bem como a inexistência de respostas escritas em como o PRODER aceita as candidaturas que se tentaram submeter até agora (há proponentes cujos seis meses desde o inicio de actividade nas finanças e a submissão da candidatura terminou na semana passada). As empresas de projectos têm a vida díficil porque sofrem pressões dos seus clientes, os quais não entendem a ausência de respostas atempadas por parte da Administração que gere a tramitação dos projectos. Espera-se que se faça justiça e que rapidamente tudo funcione normalmente! Sugere-se que o prazo para a apresentação das candidaturas seja prorrogado, pelo mesmo período de tempo em que estas não puderam ser submetidas.