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domingo, 28 de fevereiro de 2010

Site da APK – Associação Portuguesa de Kiwicultores

O sítio da internet da APK – Associação Portuguesa de Kiwicultores (www.apk.com.pt) tem uma parte reservada para os seus associados, a qual me parece muito interessante porque podem os interessados analisar os documentos internos de funcionamento da Associação, as actividades desenvolvidas, as decisões tomadas em tempo real e há um espaço de opinião e debate para se colocarem os comentários sobre os problemas que afectam os kiwicultores, os entrepostos e demais agentes da fileira.

Na minha opinião, que gosto de debate de ideias e sobretudo de as expor por escrito para que fiquem registadas no tempo, é uma excelente ferramenta para incrementar a massa critica desta Fileira.

Para mim quase só por esta ferramenta já vale ser associado da APK (como é lógico e como sabem trata-se de uma “opinião suspeita”, as razões são óbvias....)

O que podemos fazer para contribuir para a melhoria do ProDeR!

A desilusão que transmiti no post anterior tem a ver com a estratégia com que o ProDeR tem sido gerido desde o inicio: começam por tomar posições muito formais e rígidas e posteriormente, quando verificam que a maioria dos proponentes não pode cumprir o que a Administração pretende, recuam em toda a linha passando para o extremo oposto, aceitam praticamente tudo e desaparecem as exigências. A minha revolta resulta do facto de o fazerem normalmente só após prejudicarem alguns empresários agrícolas.Se estes factos não são novidade para o meu amigo, eng. Jorge Carvalho, pois já passou por experiências duras com os seus projectos, tenho a expectativa que o será para muitos dos meus leitores.

O Ministro da Agricultura está a tentar mudar os resultados da tramitação do ProDeR, mas está amarrado à estrutura com que o sistema foi pensado, lançado e explorado, como diz o povo: “ o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita”. Não me parece que o Ministro António Serrano seja do “mesmo fermento” do Ex-Ministro Jaime Silva. Realço quanto aos Pedidos de Pagamento, o prazo de tempo que deu à Presidente do Conselho de Administração do IFAP para colocar a Instituição a funcionar, caso não o consiga fazer dentro do timing definido, terá que apresentar o seu Pedido de Demissão ou será exonerada das funções. As mudanças internas no IFAP estão a ser realizadas e tenho a certeza que dentro de algum tempo os resultados da mudança irão ser traduzidos em melhores resultados. Faço votos para que os pagamentos aos agricultores sejam atempados!

Se formos exigentes com a Administração, questionando-a por escrito sobre os atrasos, o fundamento legal das suas decisões, etc., daremos uma contribuição efectiva para que o processo de tramitação do ProDeR venha a ser mais claro em curto prazo de tempo.

Já sabemos pela N/ experiência diária o que é “Portugal no seu melhor!”, mas o desafio é: o que cada um de nós pode fazer/contribuir para inverter este estado das coisas? A mudança do sistema só será efectiva se houver massa crítica que assim o exija. Será que cada um de nós está de consciência tranquila, que fez o pouco que estava ao seu alcance para contribuir para a mudança? “Quem não tiver pecados que atire a 1.ª pedra…”

sábado, 20 de fevereiro de 2010

“Estamos Fritos” – não há clarificação dos processos ProDeR!


Ontem decorreu em Lisboa uma reunião entre a Autoridade de Gestão do ProDeR e o IFAP para acertarem pormenores sobre os Pedidos de Pagamento do ProDeR investimento e as notícias não podiam ser piores para os proponentes: venceu a linha fundamentalista, pois todos os pormenores da documentação que for apresentada nos processos de Pedidos de Pagamento e que não estejam de acordo com o que considerem conforme, irão servir para o ProDeR/IFAP/DRAP cortarem nos apoios a que os agricultores têm direito contratualmente.

Já vivi esta mesma situação actual do ProDeR, no VITIS de 2000: aprovaram-se candidaturas e pagaram-se ajudas e só passados alguns anos definiram as regras para avaliação das superfícies e pagamentos. Esta situação gerou que os primeiros projectos realizados de boa fé e que apresentaram os respectivos pedidos de pagamento, foram colocados em incumprimento por não conforme nos seus pormenores. Alguns anos após as contratações das ajudas é que o Ministério da Agricultura, projectistas e proponentes perceberam as regras do jogo.

Hoje estamos na mesma situação: não há nenhum responsável do Ministério da Agricultura que conseguia prever os pormenores sobre o que vai acontecer até se encerrarem os pedidos de pagamento, quais as regras do controlo e das auditorias. Sem esta clarificação o ProDeR vai continuar a correr mal porque é um jogo de sorte, uma autêntica lotaria!

Foto:Free Digital Photos

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Os agricultores estão a ser enganados quando adquirem matéria orgânica de baixo preço para aplicar nas suas culturas!

Verifico frequentemente nos contactos que faço com os agricultores que estes só verificam o preço por saco ou tonelada da matéria orgânica que adquirem, fazendo opções pelo preço mais baixo. Embora perceba que face à crise actual os agricultores tenham de racionalizar os seus custos de produção, chamo a atenção que estão a “comprar água muito cara”, quando o teor de humidade dos correctivos agrícola orgânicos está acima dos 40%.

Por outro lado, devem ter atenção com a qualidade da matéria orgânica, que o produto esteja devidamente compostado, estabilizado e maturado, sendo um indicador a ausência de cheiro intenso, embora seja indispensável que a consulta dos boletins de análises que devem acompanhar estes correctivos, pois na maioria dos casos a rotulagem nada informa sobre a real qualidade da matéria orgânica que colocamos nas N/ terras.

É importante que os agricultores que não possuam formação em correcção de solos e fertilização de culturas recorram ao conselho e consulta de técnicos especializados, em lugar de seguirem as indicações dos balconistas dos das cooperativas e empresas que fornecem os factores de produção para a agricultura.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

A crise no sector leiteiro e a diminuição do número de explorações.

O Jornal Correio da Manhã de ontem publicou um artigo sobre a redução do número de produtores de leite. Nos últimos cinco anos, entre 2004 e 2009, houve uma redução de 5730 produtores, o que representa o incremento de 15 vacas para 22 vacas por exploração. Se a média caminhar para, pelo menos 30 vacas por exploração, representará uma redução de 2664 produtores e se for 40 vacas haverá uma redução de 4495 produtores.

Como do ponto de vista económico a rentabilidade das explorações leiteiras levará ao aumento do seu efectivo pecuário, é claro que haverá no futuro próximo redução do número de explorações. Antes desta crise actual na fileira do leite, esperava-se que diminuísse o número dos pequenos produtores, mas na actualidade parece que há maiores dificuldades e falências pelas explorações de média e grande dimensão.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Cansaço, Desespero e Pequenas Esperanças com o ProDeR….

Neste momento recebemos diariamente a comunicação por parte das Direcções Regionais de Agricultura e Pescas (DRAP) de intenção de aprovação de várias candidaturas das Acções 1.1.1e 1.1.3 do ProDeR, candidaturas de apoio aos investimentos na agricultura/agro-indústria e instalação de jovens agricultores.

Estamos todos, proponentes e projectistas (mesmo os próprios analistas), tão saturados de esperar por ter na mão os contratos das ajudas, pois vivemos na incerteza do desfecho dos processos desde que começamos os trabalhos em Maio de 2008. Hoje, mesmo que o Ministério da Agricultura tenha razões objectivas para indeferir candidaturas, fá-lo demasiado fora do tempo devido, que todos nos sentimos injustiçados. Estamos desgastados porque nos deixaram no limbo uma quase eternidade de tempo, com falta de certezas quanto aos pormenores. Estamos desfeitos porque não temos certezas do prazo de tempo que teremos de esperar pela obtenção dos contratos ou pelo pagamento das ajudas. Há proponentes com as vidas suspensas há mais de dois anos…

Eu estou confortado porque verifico muitas vezes, com o desenrolar dos processos, que há nas DRAP técnicos com vontade de resolver os problemas levantados pelo ProDeR. Sinto que apesar do desespero que me acabrunha, há evolução no ProDeR e devagarinho as coisas chegarão a bom porto. A questão é: quando?

Kiwi - Fruto Rico em Saúde!

O meu amigo Dr. Nogueira da Rocha enviou-me um email com o que está abaixo transcrito e que justifica as razões para o consumo regular de Kiwis:



Sabia que o kiwi é o fruto mais rico em nutrientes?
O facto do kiwi ser uma baga confere-lhe propriedades nutritivas superiores, quando comparado com outros frutos. Estas propriedades nutritivas provêm das sementes que constituem o kiwi e que são naturalmente ingeridas com a polpa. Por outro lado, como não é necessário cozinha-lo para ser consumido, podem-se aproveitar integralmente todos os nutrientes. O kiwi tem pelo menos 8 nutrientes benéficos para a saúde!!! (Lachance, 1997)

Sabia que o kiwi é um dos frutos com maior concentração em vitamina c?
O kiwi é o fruto mais rico em Vitamina C (concentração três vezes superior à da laranja).

Sabia que o kiwi é uma fonte importante de fibra podendo ser utilizado como laxante natural?
Um kiwi, fornece uma dose de fibras crua superior à de um prato de flocos de cereais, com a vantagem de não necessitar de ser acompanhado de alimentos gordos ou doces.

Sabia que o kiwi é extremamente baixo em calorias?
Um kiwi médio fornece aproximadamente 65 Kcal, uma vez que 90% do seu peso é constituído por água.

Sabia que o kiwi é um antioxidante natural, o que permite prevenir o cancro e outras doenças?
Possui compostos com efeitos preventivos do cancro, doenças cardiovasculares e doenças de foro intestinal.

Sabia que o kiwi é uma fonte importante em ácido fólico?
Na gravidez, em fase de crescimento e em situações de cicatrização, o ácido fólico tem um papel fundamental. O ácido fólico degrada-se com a cozedura, mas como o kiwi é ingerido em fresco, torna-se uma das únicas fontes deste nutriente.

Sabia que os kiwis de portugal têm características excepcionais?
Devido à conjugação das características de solo e de clima (elevado número de horas de sol) aliado a técnicas tradicionais de produção, assim como à sua colheita tardia, o kiwi português é colhido “maduro”, pelo que os kiwis de Portugal apresentam características de sabor superiores (mais doces e aromáticos).

Sabia que o kiwi tem imensas utilidades em culinária?
O kiwi pode ser consumido em sanduíches, saladas de hortícolas ou de fruta, em puré, em sobremesas, em bebidas e naturalmente inteiro. Já experimentou cortar um kiwi ao meio e comê-lo com uma colher!!!

Sabia que um kiwi médio (100g) possui:
Valor energético – 62 Kcal
Gordura Total – 0g
Colesterol / Gordura saturada – 0g
Hidratos de Carbono Totais – 13g
Fibra dietética – 3,3g
Açucares – 12g
Proteínas – 1,3g
Vitamina E – 4mg
Vitamina C – 107mg
Cálcio – 36mg

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Felicito o Eng. Jorge Soares e “Associação de Produtores da Maçã de Alcobaça” pela excelente campanha do Dia dos Namorados

O jornal i e a Associação de Produtores da Maçã de Alcobaça (APMA) associaram-se para celebrar o Dia de Namorados oferecendo uma maçã junto com o jornal i do fim-de-semana passado. Quando se compra o jornal recebeu-se uma maçã numa embalagem plástica transparente, o que nos deixa atónitos pelo tipo de oferta, deixa-nos no espírito a questão: porquê a oferta da maçã? Só após a leitura da última pagino do Jornal i, cuja título era: “Amor e uma maçã. O i celebra o dia dos Namorados” conseguimos entender o “mimo especial” da maçã. Esta página do Jornal é uma excelente campanha sobre as qualidades dietéticas e nutritivas do consumo regular das maçãs, sobretudo as da Indicação Geográfica Protegida: “Maçãs de Alcobaça”.

Felicito o meu amigo Eng. Jorge Soares, Presidente da APMA, por esta excelente iniciativa!

O Ministério da Agricultura tem pouco dinheiro para no ano de 2010 pagar as ajudas ao investimento dos agricultores.

Segundo a Lusa, o ministro António Serrano garantiu na Feira de Vinhais que "se forem executados os 140 milhões de euros disponíveis, gerarão um investimento total de 800 milhões de euros na economia portuguesa". Segundo a mesma notícia o apoio do ProDeR é de 40%, pelo que o montante envolvido só pode ser de 420 M€ com o IVA incluído (40% de 350 M€ são 140 M€; acresce o IVA correspondente de 70M€). Utilizando os mesmos cálculos, para que 140 M€ gerem 800 M€ na economia portuguesa, o valor do Incentivo Não Reembolsável, vulgo “subsídio”, seria de 21%. O Ministro da Agricultura precisa explicar como faz as suas contas, pois caso contrário ficará no mesmo rol de um Ex – Primeiro-Ministro que não sabia fazer contas!

O Ministro considera que "Se conseguirmos fazer isso (pagar 140 M€) estamos todos de parabéns, incluindo os agricultores". Na minha opinião, se em 2009 praticamente sem aprovações, contratos e pedidos de pagamento (há menos de um mês a DRAPN recebeu, nos seus serviços do Porto, o seu 1.º Pedido de Pagamento de investimento (só tinha pago prémios de Jovens Agricultores)) gastaram-se 47 M€, para 2010 se o IFAP não pagar pelo menos 2,5 a 3 vezes mais que o montante actualmente disponível é sinal que o ProDeR e o Ministro falharam redondamente. Explico, as candidaturas que estão a aprovar e contratar são relativas a investimentos já executados em 2007, 2008 e 2009, pelo que o Governo irá pagar ajudas sobre investimentos executados sobre os quais a crise não se fez sentir.

Saúdo a posição do Ministro, o qual pode desde agora começar a trabalhar para cumprir o que afirmou, garantindo que "se esse dinheiro for de facto insuficiente, o Governo estará disponível para avaliar a situação"!

sábado, 13 de fevereiro de 2010

A Pêra Rocha – Grande Sucesso na Exportação!

Diz o Jornal Expresso desta data que “perto de 60 mil toneladas de Pêra Rocha geram actualmente 100 milhões de euros”, o que equivale, no mínimo, a 1,67 euros por quilo. Dou os meus parabéns aos agentes desta fileira por conseguirem estes resultados extraordinários, acima de toda e qualquer expectativa (produzir um quilo de pêras custa no máximo 20 cêntimos por quilo)!

Com base neles conclui-se que não há necessidade do Ministério da Agricultura canalizar mais apoios para a promoção da pêra, devendo na minha opinião, entre outros, privilegiar a maçã da Beira Alta e o kiwi.

A fileira do Kiwi tem direito aos mesmos apoios que o Ministério da Agricultura deu à Pêra Rocha. O Ministro António Serrano irá fazer justiça?

Li no Jornal Expresso de hoje que o Eng. José Burnay, ligado à Pêra Rocha, “entende que a ida do Ministro da Agricultura à Fruit Logística (vulgo “Feira de Berlim”) como um sinal positivo e como uma nota de esperança para o sector que “ tem sido até agora muito marginalizado e muito incompreendido”. Não consigo perceber em que aspectos a pêra Rocha foi marginalizada e incompreendida – em que aspectos? Alguém me informa?

Tenho a certeza do seguinte: se a fileira do kiwi tiver, a partir deste ano, o apoio à exportação de 6 cêntimos por quilo de fruta exportada como a pêra Rocha usufruiu durante largos anos, bem como o proporcional em função do volume de negócios para os restantes apoios que o Ministério da Agricultura lá colocou, posso afirmar publicamente que, o kiwi dará para Portugal, daqui a meia dúzia de anos, melhores resultados que a pêra!
Basta analisar os dados, em percentagens relativas à quantidade e valor, das produções e das exportações de cada uma das Sub-fileiras para se concluir que tenho razão.

Se há fileira que tem sido marginalizada e incompreendida pelo poder político é a fileira do kiwi. Apresentou propostas e projectos, quer ao Ministro anterior, quer ao actual. Espera-se que o actual Ministro responda de forma eficaz, apoiando e potencializando o negócio do Kiwi. A bem de Portugal!

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

João Miranda da Frulact - Mestre da Inovação no Agroalimentar!

A Frulact continua a inovar, pois o meu amigo João Miranda não pára e quer conquistar o consumidor através de doces gourmet, concentrados de sumos, chás frios, smothies 100% de fruta e sopas de legumes com a marca FRU. Abre o canal B2C (Business-to-consumer) para representar dentro de cinco anos 20 a 25% do volume de negócios, criando uma alternativa ao canal actual B2B (business-to-business) referente à produção de preparados de fruta para a indústria de sumos e iogurtes.

Parabéns João Miranda por mais esta aposta/inovação, a qual tenho a certeza que será um sucesso empresarial!

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Empresário Agrícola de Sucesso - Vitor Araújo

Na passada 5.ª Feira participei no 1.º dia do II Simpósio Nacional de Fruticultura, o qual decorreu na Escola Superior Agrária de Castelo Branco (4 e 5 de Fevereiro de 2010).

À partida sentia-me um pouco decepcionado com este evento porque o kiwi parecia não ter lugar no âmbito deste simpósio da Fruticultura Nacional. Estava enganado! Foi atribuído o lugar de Horticológo de Honra ao Sr. Vítor Araújo, o maior kiwicultor português, tem cerca de 200 hectares de plantações, um entreposto para conservação e normalização de kiwis com capacidade para 4000 toneladas e uma empresa de assistência técnica aos kiwicultores. Para quem com eu ouvi durante um dia vários participantes que se me queixaram da crise na fruticultura, foi excelente registar que no pequeno discurso que o Sr. Vitor Araújo fez na aceitação da distinção, que o seu objectivo era “ crescer na actividade até ao máximo que lhe fosse possível, pois por mais que cresça será sempre pequeno” face à dimensão dos seus colegas internacionais. A intervenção foi marcante, mostrou determinação, querer, objectivos empresariais bem definidos e vontade de vencer na agricultura.

É este tipo de empresários que a agricultura portuguesa necessita e que as ajudas do ProDeR e a reestruturação da propriedade agrícola deveriam ajudar a potencializar! Os pequenos e médios agricultores deveriam ter instrumentos para se tornarem grandes empresários.
É este desiderato que vai de encontro aos superiores interesses de Portugal. Será que os políticos que nos dirigem estão motivados para aprenderem com quem tem sucesso e usarem o seu exemplo para crirarem as condições para que a maioria dos agricultores o possa atingir?