O IFAP pagou ontem e continuará hoje com os pagamentos das ajudas ao investimento na agricultura e agro-industria, bem como continuará na próxima semana. Tenho expetativa que saldará todos os pedidos de pagamento que estejam analisados pelo ProDeR e que constem na base de pagamentos do IFAP.
Defendo que a ministra Assunção Cristas tem que trabalhar para que possa definir, no inicio de 2012, de forma transparente, o programa do ano de 2012 com as datas em que fará pagamentos aos agricultores. Esta medida é uma nova forma de fazer política, de nova geração, ajustada ao combate da crise económica e financeira que se abateu sobre Portugal, fazendo-o de forma pioneira através da agricultura.
Mostrar mensagens com a etiqueta Pagamentos ProDeR; IFAP. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Pagamentos ProDeR; IFAP. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
domingo, 28 de fevereiro de 2010
O que podemos fazer para contribuir para a melhoria do ProDeR!
A desilusão que transmiti no post anterior tem a ver com a estratégia com que o ProDeR tem sido gerido desde o inicio: começam por tomar posições muito formais e rígidas e posteriormente, quando verificam que a maioria dos proponentes não pode cumprir o que a Administração pretende, recuam em toda a linha passando para o extremo oposto, aceitam praticamente tudo e desaparecem as exigências. A minha revolta resulta do facto de o fazerem normalmente só após prejudicarem alguns empresários agrícolas.Se estes factos não são novidade para o meu amigo, eng. Jorge Carvalho, pois já passou por experiências duras com os seus projectos, tenho a expectativa que o será para muitos dos meus leitores.
O Ministro da Agricultura está a tentar mudar os resultados da tramitação do ProDeR, mas está amarrado à estrutura com que o sistema foi pensado, lançado e explorado, como diz o povo: “ o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita”. Não me parece que o Ministro António Serrano seja do “mesmo fermento” do Ex-Ministro Jaime Silva. Realço quanto aos Pedidos de Pagamento, o prazo de tempo que deu à Presidente do Conselho de Administração do IFAP para colocar a Instituição a funcionar, caso não o consiga fazer dentro do timing definido, terá que apresentar o seu Pedido de Demissão ou será exonerada das funções. As mudanças internas no IFAP estão a ser realizadas e tenho a certeza que dentro de algum tempo os resultados da mudança irão ser traduzidos em melhores resultados. Faço votos para que os pagamentos aos agricultores sejam atempados!
Se formos exigentes com a Administração, questionando-a por escrito sobre os atrasos, o fundamento legal das suas decisões, etc., daremos uma contribuição efectiva para que o processo de tramitação do ProDeR venha a ser mais claro em curto prazo de tempo.
Já sabemos pela N/ experiência diária o que é “Portugal no seu melhor!”, mas o desafio é: o que cada um de nós pode fazer/contribuir para inverter este estado das coisas? A mudança do sistema só será efectiva se houver massa crítica que assim o exija. Será que cada um de nós está de consciência tranquila, que fez o pouco que estava ao seu alcance para contribuir para a mudança? “Quem não tiver pecados que atire a 1.ª pedra…”
O Ministro da Agricultura está a tentar mudar os resultados da tramitação do ProDeR, mas está amarrado à estrutura com que o sistema foi pensado, lançado e explorado, como diz o povo: “ o que nasce torto, tarde ou nunca se endireita”. Não me parece que o Ministro António Serrano seja do “mesmo fermento” do Ex-Ministro Jaime Silva. Realço quanto aos Pedidos de Pagamento, o prazo de tempo que deu à Presidente do Conselho de Administração do IFAP para colocar a Instituição a funcionar, caso não o consiga fazer dentro do timing definido, terá que apresentar o seu Pedido de Demissão ou será exonerada das funções. As mudanças internas no IFAP estão a ser realizadas e tenho a certeza que dentro de algum tempo os resultados da mudança irão ser traduzidos em melhores resultados. Faço votos para que os pagamentos aos agricultores sejam atempados!
Se formos exigentes com a Administração, questionando-a por escrito sobre os atrasos, o fundamento legal das suas decisões, etc., daremos uma contribuição efectiva para que o processo de tramitação do ProDeR venha a ser mais claro em curto prazo de tempo.
Já sabemos pela N/ experiência diária o que é “Portugal no seu melhor!”, mas o desafio é: o que cada um de nós pode fazer/contribuir para inverter este estado das coisas? A mudança do sistema só será efectiva se houver massa crítica que assim o exija. Será que cada um de nós está de consciência tranquila, que fez o pouco que estava ao seu alcance para contribuir para a mudança? “Quem não tiver pecados que atire a 1.ª pedra…”
Subscrever:
Mensagens (Atom)