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quarta-feira, 8 de julho de 2015

FEIRA DE EMPREENDEDORISMO AGRÍCOLA - 25 E 26 SET


A Espaço Visual vai realizar pela primeira vez a Feira de Empreendedorismo Agrícola nos próximos dias 25 e 26 de Setembro. Esta feira tem como objetivo principal a difusão dos valores do empreendedorismo e das agriculturas de Portugal, para quem  quer investir na agricultura no curto prazo, concentrando num espaço só diferentes atividades agrícolas, empresários e players de âmbito social, económico e associativo. 

Local: Espaço Visual
Av. Ass. Comercial e Industrial de Gondomar, 290
4420-620 Gondomar


Mais informações AQUI.

sábado, 4 de julho de 2015

Tenho terreno e não tenho dinheiro: o que fazer?

"Boa tarde

Sou filho único, tenho .. anos, moro em ... concelho de Santo Tirso Meus pais têm um terreno, ou seja uma pequena quinta que deve de ter à volta de 2 hectares de terreno e casa de lavoura recentemente recuperada, pois estava em ruínas.

No final dos anos oitenta, aquele terreno chegou a dar mais de 20 pipas de vinho (em ramadas) e muito e bom grão, batatas etc. É um terreno onde dá o sol todo o dia, a terra é bastante boa e regado através de poços.

Este terreno deu muito vinho e milho agora, esta (quase) todo abandonado servindo de pastagem para pouco mais de uma dezena de ovelhas e outra parte para um pequeno quintal. O problema é que chegou a hora de eu assumir as limpezas do terreno. Acontece que tenho terreno mas não tenho dinheiro para investir…

Nos últimos meses comei a pensar em colocar kiwi ou mirtilo.
A principal questão é a seguinte: como disse antes; tenho terreno à minha disposição para trabalhar mas não tenho dinheiro…
O kiwi será uma boa aposta? Pois começo a ver muitas plantações, tenho receio que não tenha escoamento.
Se planta-se 1 hectare que tipo de ajuda teria?
O que significa ao certo “fundo perdido”?

Necessita de algumas informações e se calhar também formações.
Qual a sua opinião?"


Comentários:
1 - Se não tem dinheiro para investir nas suas terras recomendo que as arrende através da Bolsa de Terras Municipal de S. Tirso (peça informações através do e-mail:invest@cm-stirso.pt ou ao presidente da sua junta de freguesia).

2 - O Kiwi é muito boa opção sobretudo a variedade amarela Jintao, marca comercial Jingold. Tem escoamento e valorização assegurados. Marque uma consulta com a Eng. Sónia Moreira da Espaço Visual (917 075 852) que esta esclarece-o sobre os pormenores deste negócio.

3 - Para plantar 1 hectare de kiwis teria 50% do investimento elegível em incentivo não reembolsável.

4 - Fundo perdido = incentivo não reembolsável = subsidio = dinheiro público dado após fazer o investimento.

  

Projeto Limões/limas em Castelo Branco

"Boa tarde Engenheiro José Martino,

Em primeiro lugar, queria agradecer a sua disponibilidade para ajudar os demais, expondo os seus conhecimentos.
Antes de falar do assunto que me levou a contactá-lo, gostaria de dizer que a minha intenção é ser um jovem agricultor mas que não detenho conhecimento suficiente para elaborar um projecto de viabilidade e outras coisas mais que necessito de apresentar e que também é difícil de encontrar algo na internet como referência.
O meu projecto passaria por ter uma cultura de limões/lima na zona de Castelo Branco com 4/5 hectares mas tenho muitas dúvidas quanto à viabilidade/sustentabilidade do mesmo.
Tenho o conhecimento do défice elevado da fruta nesta região mas não sei quanto investir ou o previsto do investimento bem como a necessidade de maquinaria e que tipo de armazenagem.
Portanto, fica a ideia geral daquilo que pretendo e agradecia que me ajudasse na medida do possível com os seus conselhos e sugestões.
Desde já, um muito obrigado"


Comentários:
1 - Na minha opinião Castelo Branco não é uma região com clima adequado para limões/lima. Devem ser cultivados em regiões que não tenham geada. Verifique se na região em causa aparece este tipo de culturas.

2 - Tem algum canal comercial para lhe valorizar as suas produções? Deve começar o processo por ter um operador comercial credível para lhe escoar e valorizar os frutos.

3 - Deve visitar produtores, recolher informação sobre investimentos, produções, custos de exploração, valorização dos frutos, etc.

4- Deve prever investimento na plantação, máquinas e equipamentos, armazém, infraestrutura da rega.

5 - Quando tiver informação mínima sobre as atividades que pretende abraçar marque uma consulta com o Eng. Nuno Barbas da Espaço Visual (924433205).  

Estatisticas Groselha (INE)

CONTINENTE Definitivos 2013 
Área Produção Produtividade
(NUTS II) ( ha ) % ( ton ) % ( kg/ha )
Norte 20,80 40,21 0,00 0,00 0
Centro 23,88 46,16 55,41 63,72 2 320
Lisboa 0,05 0,10 0,05 0,06 1 000
Alentejo 7,00 13,53 31,50 36,22 4 500
Algarve 0,00 0,00 0,00 0,00 0
  Total Continente 51,73 100,00 86,96 100,00 1 681
Açores 0,00 0,00 0,00 0,00 0
Madeira 0,00 0,00 0,00 0,00 0
  Total País 51,73 100,00 86,96 100,00 1 681

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Artigo Jn

artigo que escrevi e que o JN publicou no passado dia 27 abril:

Uma nova Ovibeja
José Martino
Consultor agrícola

Vai começar dentro de dias mais uma edição da Ovibeja, uma das mais importantes feiras agrícolas nacionais. A partir de 4ª feira até dia 3 de maio, temo que os noticiários televisivos e as reportagens jornalísticas reproduzam apenas o que tem sido um hábito instalado: o desfilar de governantes para uns minutos de exposição mediática.
É assim há muitos anos. Quem tem culpa? Talvez ninguém. Os governantes encontram ali um espaço propício a passar a sua mensagem/propaganda, numa altura em que já se entrou a sério na pré campanha eleitoral para as legislativas de Setembro/Outubro. Os media, porque sabem que podem ter ali, diariamente e à mãos, primeiro ministro e ministros ávidos de dizer o que quer que seja.
E no entanto, o que ganha a agricultura e os agricultores com isso? Aparentemente nada. Se calhar a culpa está nos agentes agrícolas que não sabem ocupar como deve ser o espaço mediático para fazer valer os trunfos da nossa agricultura.
Mais do que promessas vãs de governantes, espero que esta Ovibeja, a 32º, seja marcada pela divulgação do que se está a fazer bem e muito bem na agricultura portuguesa. E sei do que falo: está a fazer coisas estruturalmente muito boas.
O aumento das exportações agrícolas, o sucesso de pequenas, médias e grandes empresas que têm levado o nome dos produtos portugueses aos grandes mercados internacionais com um sucesso extraordinário.
O que é que falta? Falta que o Governo, falando de um projeto muito emblemático, apoie e estimule através de um plano estratégico, os jovens agricultores e investidores agrícolas a aproveitar as oportunidades que o projecto do Alqueva pode trazer a Portugal.
A Ovibeja é uma feira agrícola, com uma enorme e prestigiada história no desenvolvimento rural do Alentejo e do país. Este evento alia a área da produção, da transformação, dos serviços, e é ainda uma mostra institucional e um centro de negócios.
É por isso que defendo que mais que a Ovibeja a banca e o Governo têm um papel decisivo. Os produtores podem fazer tudo bem, mas ambos, governo e banca, devem promover os business angels e o capital de risco para apoiar este empreendedorismo sério e determinado. Mas mais: o Ministério da Agricultura deve tudo fazer para tramitar dentro dos prazos legais os projetos e respetivos pagamento de ajudas ao investimento.
Copiando o slogan do JN, este é o momento para apostarmos tudo no “Fazemos Bem”. Estou certo que aprendendo com os erros do passado, e com o sucesso de quem faz muito bem no presente a agricultura não passará de moda, nem da ilusão à desilusão.
 

Artigo JN

Artigo que escrevi e que o JN publicou no passado dia 8 junho:

A parra e a uva
José Martino
Consultor agrícola

Nos últimos dias, o cenário político agitou-se com a apresentação do programa eleitoral do PSD/CDS-PP/Governo (chamado de Linhas de Orientação Geral), a que foi associada uma “Carta de Garantias” e do PS, a que os socialistas chamaram “Agenda para a Década”.
Fui ler os dois documentos. Porque sempre achei que quanto mais informados somos melhor decidimos.
No documento do PSD/CDS, encontrei estas duas únicas referências à agricultura: “Sectores como a agricultura, o mar e o turismo estão a dar contributos muito significativos para a recuperação económica”; “Apostando adicionalmente em domínios em que apresentamos importantes vantagens competitivas, como é o caso do mar, do turismo, do agroalimentar e da economia verde”.
Em contrapartida, o documento do PS é exaustivo. Quanto à agricultura aposta em “Valorizar a atividade agrícola e florestal e o espaço rural”. Compromete-se a processar cerca de 600M€ de pagamentos anuais a cerca de 200.000 beneficiários do I Pilar da PAC, respeitando os prazos legalmente estabelecidos; Observar uma cadência regular e célere na tomada de decisões e no pagamento dos apoios financeiros no âmbito do Programa PDR 2020, assim como da respetiva contrapartida financeira nacional de cerca de 120 milhões de euros/ano. A fim de apoiar os pequenos e os jovens agricultores, o PS diz que irá: Aumentar de 500€ para 600€ o pagamento mínimo por agricultor, no âmbito do Regime da Pequena Agricultura do I Pilar da PAC; Aumentar em 50% os pagamentos por hectare, dos primeiros 5 ha, no âmbito do I Pilar da PAC; Elevar de 25.000€ para 40.000€ o montante máximo elegível dos projetos de investimento; Elevar de 15.000€ para 20.000€ o valor mínimo do prémio à primeira instalação; Etc. Etc. E o rol de medidas prometidas não acaba aqui.
Posto isto, cabe-me concluir o seguinte: espera-se da coligação PSD/CDS-PP um programa mais detalhado e pormenorizado, para dar sequência a um discurso que tem elevado a agricultura a pilar essencial da economia.  Do lado do PS, o documento permite um escrutínio direto e serve para memória futura dos eleitores. No entanto, defendo que as propostas deveriam aprofundadas no que diz respeito a medidas e ações que incrementem o valor acrescentado da agricultura, da reforma do Estado/Ministério da Agricultura, do associativismo e cooperativismo de nova geração, etc. Os 4 milhões de portugueses em risco de pobreza, o crescimento económico e do emprego incipientes para os próximos anos deveriam ser motivo de romper com o status quo nas propostas eleitorais da agricultura e do agroalimentar.

WORKSHOP | HIDROPONIA: POTENCIALIDADES E DESAFIOS - 10 JUL - BEJA

 

 
A produção vegetal sem recurso ao uso do solo ganha cada vez mais espaço no panorama atual da agricultura. Este workshop faz um périplo pelas questões tecnológicas e científicas além de aliar o conhecimento e experiência do formador à visita a uma instalação onde se pratica a Hidroponia.
 
Data: 10-07-2015
Local: Beja - Associação do Comércio, Serviços e Turismo do Distrito de Beja, Rua luís de Camões n º 37
 
Destinatários: Estudantes, profissionais na área da agricultura, potenciais empreendedores, empresários e público em geral.
 
Custo: 50€ (IVA incluído à taxa legal em vigor)
Emissão de certificado de participação
 

Artigo JN

Artigo que escrevi e que o JN publicou no passado dia 11 maio:


Consultório agrícola e tribo digital
José Martino

 As novas tecnologias são hoje um instrumento de trabalho fundamental para potenciar qualquer atividade. Ferramentas essenciais da comunicação, elas permitem atingir resultados que, desde que bem utilizadas, garantem os objetivos traçados, um desenvolvimento nunca esperado. As redes sociais e os blogues são, neste campo, meios ideais para se atingirem os fins de alto nível.

Também neste aspeto a agricultura se modernizou. Não só na área da produção e exploração do negócio agrícola, onde os jovens agricultores portugueses utilizam os meios de produção mais avançados tecnologicamente que existem no mercado, mas também por parte do Ministério da Agricultura com a totalidade das candidaturas submetidas de forma digital, bem como na perceção de que a liderança utilizando a comunicação e o marketing é decisiva para o sucesso do negócio agrícola.

Até a mim, a utilização das novas tecnologias pelos agricultores portugueses para estar 'update' sobre o negócio agrícola me surpreende. Sinto isso todos os dias quando trabalho projetos para o PDR 2020 ou a minha equipa faz contabilidade agrícola de produtores em todo o território nacional ou no meu blogue, josemartino.blogspot.pt, que, sem falsas modéstias e cingindo-me apenas aos números de visitantes, é a plataforma digital mais acedida na blogosfera sobre agricultura. Há 7 anos que recebo diariamente dezenas de emails sobre questões agrícolas e o blogue já se transformou numa espécie de consultório agrícola, sobretudo para quem quer entrar nesse admirável mundo novo da agricultura. São consultas pro bono, que dou com muito prazer e satisfação, apesar de me ocuparem muitas horas, nomeadamente ao fim de semana, e muito trabalho.
Sei que estou a fazer um verdadeiro serviço público e a contribuir para uma agricultura mais moderna, do mesmo modo que este grupo dos novos rurais competentes nas tecnologias e redes sociais, estamos a transformar as agriculturas de Portugal, não deixando pedra sobre pedra, mas transformando-as numa excelente nova realidade, a qual dificilmente tínhamos ousado sonhar seja como consultório agrícola e tribo digital.

Visita de estudo | Avicultura: Raças Autóctones - 25 julho

 

A criação de galinhas autóctones é um tema bastante aliciante para os empreendedores. Aliar a preservação das 4 raças (Preta Lusitânica, Pedrês Portuguesa, Galinhas Amarela e Branca) à melhoria das suas características e à rentabilidade que um negócio tem que ter, é um constante desafio à capacidade de gestão dos empreendedores. Nesta visita será possível visualizar explorações de menor e maior dimensão e ouvir as experiências dos seus promotores. 
 
Data: 25 Julho 2015
Local: Minho: Fafe, Vila Nova de Famalicão, Ponte de Lima
 
Destinatários: Potenciais Empreendedores e Produtores, Jovens Agricultores, Empresários, Técnicos e Investigadores interessados na Avicultura de Raças Autóctones.
 
Custo: 65€ (IVA incluído à taxa legal em vigor). Viagem e Certificado de Participação.
 
Almoço (não inluído no valor acima mencionado):
Opção A - Almoço Tradicional com Carne de Aves Autóctones
– Custo de 35€, pago no local da 2ª exploração. Reserva até 20 de Julho.
Opção B - Almoço em restaurante a designar 
– Custo médio de 10€, pago no ato.
 
PROGRAMA
 
7:45 – Gondomar EV
 
8:00 – Partida em Autocarro
 
9:15 – Chegada à 1ª Exploração (Estorãos – Fafe)
 
10:15 - Partida para 2ª Exploração
 
11:10 – Chegada à 2ª Exploração (Santiago da Cruz, Vila Nova de Famalicão)
 
12:30 – Almoço 
 
14:15 – Partida para 3ª Exploração
 
15:15 – Chegada à 3ª Exploração (Bárrio, Ponte de Lima)
 
16:30 – Regresso ao Ponto de Encontro
 
18:00 – Encerramento da Visita
 
Informações
Inscrições em www.espaco-visual.pt/
Mais informações: dep.formacao@espaco-visual.pt

Artigo JN

Artigo que escrevi e que o JN publicou no passado dia 25 maio:



Em linha com a minha preocupação de escrever sobre temas da atualidade, hoje o meu artigo de opinião debruça-se sobre as propostas que os dois maiores partidos políticos portugueses têm lançado em pleno clima pré-eleitoral.
Por respeito aos leitores, afasto da minha análise qualquer incursão no terreno partidário e, por isso, não identificarei qualquer partido.
Começo por lembrar que Portugal passou nos últimos 4 anos por um “ajustamento” brutal, com particular incidência no rendimento das famílias. A crise foi, contudo, contida, pela boa performance das exportações, onde o setor agrícola deu uma preciosa ajuda e contribuição. É, por isso, que olhando para as propostas eleitorais que têm vindo a lume, parece que os últimos anos não existiram.
Onde estão as propostas para estimular as exportações? Onde estão as propostas para apoiar a agricultura, o incremento do seu valor acrescentado e os empresários agrícolas nacionais que se inserem nesta estratégia? Não estrará na altura de traçar objetivos políticos de interesse nacional e criar instrumentos de apoio para se atingirem parando com esta tragédia nacional de dar dinheiro a todos atirando-o para cima dos problemas?
Fico perplexo perante tudo isto. Os jovens agricultores e empresários agrícolas portugueses foram os que mais inovaram e se modernizaram no tecido económico português, em tempo de vacas magras. E nem uma palavra dos dois grandes partidos para essa realidade?
E o Alqueva? Ainda recentemente terminou a Ovibeja, a maior feira agrícola nacional e os nossos políticos apenas ali foram falar da espuma mediática dos dias. Sobre os planos estratégicos para o Alqueva, nem uma palavra.
E o PDR (Plano de Desenvolvimento Rural) 2020? Nada, silêncio absoluto, mesmo da oposição. Apesar de ser um instrumento decisivo para o futuro da agricultura portuguesa. É contra este silêncio e este alheamento que os jovens agricultores e empresários agrícolas terão de continuar a lutar, a investir, a modernizarem-se e a exportar. Tenho-me deslocado em todo o território continental, tenho falado com produtores, com agricultores, com associações, com empresas. Vejo que todos estes empreendedores têm a consciência de que têm de contar apenas consigo. Os poderes públicos e a oposição continuam distantes e alheios desta realidade. Prevejo que continuando neste caminho o atual regime irá “cair de podre”.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Workshop | Aveleira - 15 JUL

 

A cultura da aveleira constitui uma alternativa de investimento muito viável tendo em conta os baixos custos de instalação, custos de produção facilmente controláveis, um fruto pouco perecível e de fácil transporte.
 
O objetivo do Workshop sobre a cultura da Aveleira é contribuir para um maior conhecimento desta espécie com um grande potencial no nosso país.
 
Formadora: Prof. Ana Paula Silva (UTAD)
 
Data: 15 jul 2015
 
Horário: 16:00-20:00
 
Local: Instalações da Espaço Visual
Av. Associação Comercial e Industrial de Gondomar, 290, Gondomar
 
Custo: 25€ (IVA incluído à taxa legal em vigor). Emissão de certificado de participação.
 
 

Visita de Estudo | Explorações Pecuárias - 24 JUL

 

 
Visitar 4 explorações num só dia e ter a oportunidade de falar na primeira pessoa com empresários experientes e disponíveis é o desafio lançado nesta visita. Para quem pretende ser eficiente e procura a qualidade no setor da pecuária, especialmente na caprini-ovinicultura, na bovinicultura e na transformação alimentar dos seus derivados, esta visita de estudo ajuda a poupar tempo e investimento levando os participantes diretamente a explorações com resultados de sucesso, observando diferentes sistemas produtivos e formas distintas de abordar o negócio.
 
Data: 24 Julho 2015
 
Local: Beira Interior: Celorico da Beira e Gouveia
 
Destinatários: Produtores, Jovens Agricultores, Empresários, Técnicos e Investigadores interessados na produção pecuária bem como na transformação do leite.
 
Custo: 75€ (IVA incluído à taxa legal em vigor). Emissão de certificado de participação. Almoço Incluído.

Inscrições:http://www.espaco-visual.pt/novidades/305/visita-de-estudo-exploracoes-pecuarias-24-jul/

terça-feira, 30 de junho de 2015

Espaço Visual na linha da frente dos estágios profissionais


Mais info em www.espaco-visual.pt

Seminário | Fertilização de Culturas - 16 JUL - Aspetos chave para o seu sucesso

O eng. Pedro sebastião é um dos melhores especialistas que eu conheço em fertilização e sanidade vegetal. este evento é uma oportunidade única para conhecer os pormenores que fazem a diferença em nutrição vegetal. 

A fertilização é um aspeto chave para o sucesso de qualquer exploração agrícola. Neste seminário pretende-se abordar questões relacionadas com a melhoria da fertilidade dos solos, a qualidade e os tipos de fertilizantes, bem como algumas técnicas de fertilização atuais e futuras.
 
Data: 16 julho 2015
Local: Instalações da Espaço Visual
Av. Associação Comercial e Industrial de Gondomar, 290, Gondomar
Horário Previsto: 17:30-21:00
 
Destinatários: Iniciantes na produção vegetal e empresários já instalados, com interesse na modernização tecnológica da fertilização.
 
Orador: 
Eng.º Pedro Sebastião, Diretor Comercial da ASFERGLOBAL.
Um dos maiores especialistas de Portugal na área da fertilização de culturas agrícolas, detentor de elevados conhecimentos teóricos e de uma vasta experiência a nível nacional e internacional.
 
PROGRAMA
 
17h15 – Abertura do secretariado
 
17h30 – Sessão de abertura 
 
17h35 – Pontos-Chave da Fertilização de Culturas
 
18h30 – Debate
 
19h10 – Pausa para Café
 
19h25 – A fertilização no futuro
 
20h15 – Debate
 
21h00 – Encerramento 
 
 
Custo: 50€ (Emissão de certificado de participação)

Mirtilos em vaso


"Boa tarde Eng. José Martino,
 
queria-lhe por uma questão se possível, tenho visto algumas fotos suas de plantação de Mirtilos em vaso, qual é a vantagem ou desvantagem de plantar no vaso ou directamente na terra e em termos de custos qual é mais caro, obrigado.

Atenciosamente".
 
 
Comentários:
1 - As vantagens de cultivar mirtilos são:
a) O compasso pode ser ajustado a cada momento em função do crescimento das plantas, sobretudo a distância entre as plantas na linha. Inicia-se a plantação colocando o dobro das plantas ou seja 1 há de superfície suporta plantas de 2 há, sendo o desdobramento realizado entre o 2.º e o 4.º ano.
b) As plantas mortas ou fracas têm fácil substituição.
c) É mais fácil e rápido atingir a plena produção.
d) A plena produção de cada uma das variedades de mirtilo é maior nas plantas em vaso
e) A longo prazo, é mais fácil substituir as variedades obsoletas, pois coloca-se uma planta jovem no meio de duas adultas e passados dois anos retiram-se as plantas adultas.
 
2 - As desvantagens de cultivar mirtilos em vasos são:
a) Maior custo de investimento na ordem dos 10 000 a 20 000 euros por hectare em telas, vasos, substrato e sistema de rega..
b) Necessidade de acompanhamento mais rigoroso ao nível da rega e fertirrigação.
c) É muito importante fazer uma boa escolha do substrato para garantir um excelente desenvolvimento radicular a longo prazo.