O autor deste blogue reserva-se o direito de publicar e responder aos e-mails e comentários que lhe são enviados (critérios: disponibilidade de tempo e interesse para os leitores). Os e-mails e comentários a merecer resposta devem obedecer à seguinte condição: o seu autor deve estar devidamente identificado com endereço e-mail e número de telemóvel.


terça-feira, 21 de abril de 2015

Curso de Produção Semi-Intensiva de Suínos


 

A aposta na produção suinícola tem tido um procura muito interessante nos últimos anos. Um dos aspetos mais importantes para o sucesso do investimento nesta área é o planeamento das fases de produção e o necessário entrosamento deste planeamento com o maneio produtivo e reprodutivo. Para quem pretende iniciar atividade ou que pretenda alterar o sistema que pratica, esta formação constitui uma ferramenta completa para o domínio teórico-prático das bases da produção de suínos de forma semi-intensiva.

 

Formador

Tiago Moreira – Engenheiro Zootécnico, técnico responsável por suinicultura. Orador e comunicador na área da produção animal.

 

Objetivos

- Conhecer a organização do setor e as exigências legais em Portugal;

- Identificar os aspetos chave das diferentes fases de produção, da escolha dos animais e dos diferentes sistemas de produção;

- Reconhecer os fatores críticos de sucesso relacionados com o maneio produtivo e reprodutivo, com a nutrição e alimentação e com a sanidade na produção suinícola;

- Identificar os principais índices técnico-económicos a ter em conta e as boas práticas para uma gestão eficaz da produção de suínos.

 

 

Destinatários

Produtores, empresários, técnicos e operadores interessados em suinicultura.

 

Local, Datas e Duração

Local: Espaço Visual – Valbom – Gondomar.

Data de Realização: 14, 19, 21, 26, 28 e 30 de maio de 2015 (inclui visita a exploração)

Horário Previsto: Dias úteis, 18:00-22:00; Sábados, 9:00-17:00

Duração: 25 horas

 

Informações

Custo: 190€ (Isento de IVA; Certificado de Formação Profissional)

Inscrições limitadas a 16 participantes.

Mais informações: contacte dep.formacao@espaco-visual.pt

3,5 hectares no Alentejo

"Boa tarde Sr. Eng. José Martino,

Há algum tempo que acompanho o seu blog, que presta um fantástico e absoluto serviço público e, por isso, desde já os meus parabéns pela disponibilidade e apoio a tantas pessoas, há tantos anos. Contudo, pela minha falta de formação na área, sinto-me ainda (muito) leiga na matéria.

Sou alentejana e há vários anos que acalento a ideia de investir num projecto agrícola no alentejo, em paralelo com turismo rural (coisa pequena para iniciar). Com isto, ao longo do tempo tenho estado atento às oportunidades de terrenos que possibilitassem dar corpo à ideia, sem que a "tal" tivesse surgido.

No entanto, atualmente, encontro-me numa situação de potencial desemprego e a necessidade de obter o máximo de informações necessárias a um projecto do género.

Deste modo, ficarei muito grato se me pudesse esclarecer quanto às questões em baixo:
Ponto prévio: Embora tenha um terreno identificado, ainda não sou proprietária. Tenho capital próprio para a aquisição do terreno.
1. É possível solicitar o montante único das prestações do subsídio do desemprego para um projecto misto deste género (agrícola e turismo rural)?
2. O terreno tem um total de 3,5 hectares e é na zona de ... Possui algumas árvores de fruto e oliveiras. Considera ser possível criar um projecto economicamente viável com um terreno desta dimensão?
3. De acordo com o conhecimento que tem sobre o alentejo, o que considera ser mais viável produzir?

Agradeço antecipadamente a atenção."


Comentários:
1 - Recomendo que marque uma consulta com o representante da Espaço Visual no Alentejo, arquiteto Benjamim Machado (924 433 183) para poder esclarecer o seu caso concreto.

2 - Para 3,5 hectares de superfície de exploração, se tiver acesso canal local de valorização da produção agrícola (com alto rendimento por hectare) que lhe garanta acesso ao mercado e se houver condições de solo e clima para essa atividade, pode investir num projeto rentável.

É viável realizar um projeto agrícola?


"Boa tarde Sr. Eng. José Martino, venho por este meio perguntar-lhe e desculpe o meu atrevimento, se, realmente hoje em dia é viável realizar um projeto agrícola.

Eu gostaria de realizar um projeto com um ha de amendoeiras, mas tenho um pouco de receio que tenha muitos custos e eu vou ficar desempregada :(

Pode dar-me a sua opinião??

Cumprimentos,"
 
 
Comentários:
1 - Todos os projetos agrícolas são viáveis se implementados por empreendedores competentes, com o mínimo de capitais próprios (15% do investimento total) e com ligação ao mercado. 

2 - Para o seu projeto ter sucesso deverá responder às seguintes questões, verificando se correspondem às suas expetativas:
Qual o objetivo do seu projeto? Quanto terá que investir? Qual o rendimento que pensa obter com 1 hectare de amendoeiras? Quando irá obter rendimento?

3 - A minha opinião: só deve investir na agricultura quem tiver perfil de empreendedor (possuir capacidade para avaliar pessoas: consultores, colaboradores, fornecedores, clientes, etc. coragem para assumir riscos, determinação para fazer o que seja  necessário até atingir os objetivos, sobretudo falhar e recomeçar as vezes necessárias como se fosse a primeira vez, foco na aprendizagem dos pormenores, capacidade para gerir pessoas), o mínimo de capital para fazer face ao investimento e desvio na exploração (pelo menos 15% das necessidades totais de capital) e quem elabore um plano de negócios mesmo que sumário sobre a atividade agrícola a que se vai dedicar, ou seja, quem seja capaz de previamente ter uma boa matriz sobre o negócio a que irá dedicar. 

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Curso de formação profissional para quem pensa fazer um projeto agrícola

Se pretende investir na agricultura deve ter formação básica, na ótica do empreendedor, sobre como bem organizar a sua exploração agrícola. Não chega acautelar a parte produtiva pois mais que tudo é preciso ter uma ideia sumária e bem estruturada sobre as infraestruturas de apoio necessárias, desde o armazém, o apoio social à mão de obra, cabina de rega e fertirrigação etc. para que o projeto funcione de forma harmoniosa, com baixos custos de exploração/produção, sendo mais fácil transformar de forma mais competitiva, produções em euros.


É um desafio que a  Espaço Visual me lançou no sentido de orientar esta formação para leigos em agricultura, que seja motivadora e fácil para quem pretende entrar nesta atividade e ao mesmo tempo que crie competências para perceber as propostas dos consultores, dando massa critica ao empreendedor para poder tomar as melhores decisões de investimento. A formação tem uma componente teórica em sala e uma parte no campo que se pretende mais prática e atrativa.

Serei o formador desta ação  de formação profissional denominada "PRINCÍPIOS DE OTIMIZAÇÃO DE INVESTIMENTOS NA AGRICULTURA - Auditório da Espaço Visual em Gondomar - 22 MAI 2015".

Será uma oportunidade para passarem algumas horas comigo e poderem tirar partido da minha experiência de há praticamente 30 anos como agrónomo, assim como do meu background como empresário, dirigente associativo e líder de opinião.

Parece tratar-se de um curso complexo, mas na realidade irei transmitir princípios muito simples resultantes da experiência prática e da reflexão, pontos estes facilmente percetíveis para qualquer pessoa.

Preço da ação 60 euros.

Inscrições: www.espaco-visual.pt   

O que posso candidatar num projeto?

Bom dia Sr. Eng.° José Martino,

Tenho lido com interesse o seu blog, pelo qual o felicito desde já. A minha descoberta surgiu por acaso, numa pesquisa na internet.

Sou um jovem de 30 anos, com formação superior, que ultimamente tem ponderado em apostar num projecto agricola para candidatar ao PDR2020, distrito de ....
Possuo dois terrenos contiguos que perfazem sensivelmente 3200m2. A minha ideia seria criar um armazém agricola no terreno maior (+-1700m2) e no outro colocar umas estufas para (PAM) ou Mirtilos? O que me aconselha, em termos de viabilidade de projecto? Acha que alguma destas opções é viável?

Em relação ao armazém, uma pessoa amiga informou-me que em principio, para justificar a construção do armazém, teria que anexar os dois terrenos num só artigo e só depois fazer o pedido junto das entidades competentes. Qual a sua opinião, já teve algum caso idêntico?

É possivel candidatar a construção do armazém e das estufas no mesmo projecto, ao PDR2020, ou têm que ser projectos separados?

Muito obrigado pela atenção.


Comentários:
1  - Para as culturas indicadas tem neste blogue informação sobre superfícies mínimas, pelo que recomendo a sua pesquisa.

2 - A superfície indicada não justifica uma candidatura para se instalar como jovem agricultor. Procure uma propriedade com 4 a 8 hectares. Comece com menor dimensão e a médio prazo irá ter condições para ampliar a atividades escolhida para a respetiva economia de escala (dimensão de atividade que promove os custos fixos mais baixos).

3 - No mesmo projeto tem que apresentar todos os investimentos que necessite para desenvolver a atividade da melhor forma: a plantação, muros, caminhos, armazém, cabina de rega, eletrificação interna, furos, charcas, estufas, máquinas e equipamentos, projetos, etc.

   

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Sessão Pública de Apresentação do Negócio




Sessão de Promoção
Kiwi Amarelo Jintao
Um investimento de Futuro
 
 
 PROGRAMA

8:45 – Abertura de secretariado

9:00 – Apresentação do potencial associado ao kiwi amarelo Jintao
            Eng.º Fernão Veloso – Frutas Douro ao Minho

9:30 – A estratégia e modelo de investimento
           Eng.º José Martino – Espaço Visual

10:00 – Debate

10:45 – Pausa para café e degustação de kiwis Jingold de Portugal

11:30 – Visita de Campo a Plantação  
                 Amares


12:30 – Avaliação e encerramento

Informações
Participação gratuita mas com inscrição obrigatória em: www.espaco-visual.pt/eventos
Mais informações: dep.comercial@espaco-visual.pt
 

 

PRINCÍPIOS DE OTIMIZAÇÃO DE INVESTIMENTOS NA AGRICULTURA - 22 MAI 2015

Os investimentos na agricultura carecem do conhecimento mínimo na lógica do empreendedor, no que respeita à estruturação das modernas explorações agrícolas, dos modos e das estruturas de produção. Este curso visa dar competências básicas nos aspetos essenciais da estruturação e organização do negócio agrícola.
 
Formador
Eng.º José Martino – CEO da Espaço Visual, empresário agrícola, consultor agrícola e Business Angel.
 
Objetivos
Identificar aspetos cruciais para a otimização de um investimento em agricultura;
Elencar um conjunto básico de aspetos essenciais a um plano básico de negócio agrícola;
Associar a rentabilidade a melhorias nas instalações agrícolas
 
Conteúdos
Estrutura de uma exploração agrícola: plantações, melhoramentos fundiários, infraestruturas, construções, disposição de espaços e equipamentos, estruturas e meios de mecanização, estruturas e meios de produção
 
Destinatários
Potenciais empreendedores na agricultura 
 
 
Local: Espaço Visual, Gondomar  
Data de Realização: 22 maio 2015
Horário Previsto:  9:00-10:30 – Sala da Espaço Visual
11:00-13:00 – Visita a Exploração Agrícola do Formador  
                       Covelo, Gondomar
 
Duração
4 horas
 
Informações
Custo: 60€ (Isento de IVA; Certificado de Formação Profissional)
Inscrições limitadas a 16 participantes.
Mais informações: contacte dep.formacao@espaco-visual.pt

terça-feira, 7 de abril de 2015

III CONGRESSO NACIONAL DO KIWI


 
LOCAL: Casa das Artes de Felgueiras
DATA: 17 e 18 de abril de 2015
PROGRAMA
17 de Abril
09h00 – Receção
09h30 – Sessão de Abertura
Fernando Sá – Presidente da Associação Portuguesa de Kiwicultores
Casimiro Alves – Presidente de Terras de Felgueiras, Caves Felgueiras, C.R.L.
Inácio Ribeiro – Presidente da Câmara Municipal de Felgueiras
PAINEL I – A INOVAÇÃO NA PRODUÇÃO
Moderador – José Martino – Espaço Visual
10h00 – A Inovação na Plantação – António Carneiro – Propomar
10h30 – A Polinização Assistida – Luís Caetano – Kiwi 1000
11h00 – Coffee-break
11h15 – A Gestão da Produção – Rafael Olivo – Primland
11h45 – Novas Variedades e suas Implicações – Joaquin Rey – Eurobanan
12h15 – Debate
Intervenção da Ministra da Agricultura e do Mar – Assunção Cristas
12h45 – Almoço livre
PAINEL II – FITOSSANIDADE E CONSERVAÇÃO
Moderador – Paula Cruz de Carvalho – DGAV
15h00 – A cobertura dos pomares – Guglielmo Costa – Universidade de Bolonha
15h30 – O Plano Nacional p/ o controlo da PSA – Cláudia Sá – DGAV
16h00 – Meios de Controlo da PSA – Assunção Prates – DGAV
16h30 – Coffee-break
16h45 – A Conservação pós-colheita – Dulce Antunes – Universidade do Algarve
17h15 – Deteção de problemas Fitossanitários no Kiwi – Joana Costa – FitoLab
17h30 – Os Benefícios do Kiwi para a Saúde – Daniela Seabra – Nutricionista
18h00 – Debate
18h30 – Visita Turística a Felgueiras
20h00 – Jantar
 
PROGRAMA
18 de abril
PAINEL III – A COMERCIALIZAÇÃO
Moderador – Casimiro Alves – Terras de Felgueiras
09h30 – Novas Oportunidades de Mercado – Filipe Ferreira – Luís Vicente S.A.
10h00 – Valorização do Kiwi Português nos Mercados Internacionais – Carlos Villa – Kiwi Atlantico
10h30 – Debate
11h00 – Coffee-break
11h15 – Mesa Redonda – O Kiwi Português de 2015 a 2020
Moderador – Gonçalo Andrade – Portugal Fresh
Kiwicoop – José Carlos Soares
Kiwi Greensun – Vítor Araújo
Prosa – Gustavo Guedes
Terras de Felgueiras – Rui Pinto
12h15 – Debate
12h45 – Sessão de Encerramento
Gonçalo Rocha – CIM Tâmega Sousa
Manuel Cardoso – Diretor Regional da DRAP Norte
13h00 – Almoço

Organização: APK - Associação Portuguesa de Kiwicultores

O custo de participação é de 5€ para associados da APK e 10€ para não associados, incluindo um acompanhante. Para efetuar a sua inscrição deverá contactar a APK através do e-mail: apk@apk.com.pt

segunda-feira, 6 de abril de 2015

TUBARÕES DA AGRICULTURA ATACAM NO NORTE


 

No próximo dia 11 de Abril, a Rurisocieta estará nas cidades de Maia e Braga a apresentar “Business Angels”.

 

O projeto “Business Angels de Jovens Agricultores” anda a percorrer o país com o objetivo de despertar e agarrar empreendedores na área agrícola. Depois das sessões de Vila Real e Albergaria-a-Velha, seguem-se Lisboa a 7 de abril e Maia e Braga a 11 de abril, nos auditórios da Freguesia da Cidade da Maia e do Hotel Ibis Braga Centro, respetivamente.

 

Com estas sessões, a RURISOCIETA pretende dar a conhecer o seu mais recente projeto, onde através da participação no capital social de empresas ligadas à produção e comercialização agrícola, faz nascer ou renascer novos empresários e negócios em Portugal.

 

O objetivo é servir de suporte financeiro e fornecer todo o know-how necessário a negócios de jovens empreendedores com capacidade de gestão e eficiência.

 

O programa das sessões, que conta com o testemunho na primeira pessoa de dois jovens agricultores de sucesso, pode ser consultado no facebook da Rurisocieta, em www.facebook.com/rurisconsultores.

 

As sessões são abertas ao público em geral carecendo de inscrição prévia através do email: geral@rurisocieta.pt

 

 

A Rurisocieta
A Rurisocieta, sediada em Gondomar e com escritório em Albergaria-a-Velha, é uma empresa de consultoria criada em 2014 por profissionais com vasta experiencia na área, que apresenta quatro frentes de ação: competitividade e inovação rural, desenvolvimento local, empreendedorismo e capital de risco (BA). Atuando diretamente com CIM e Municípios, Associações empresariais, agrícolas e organizações de produtores e ainda empreendedores, dentro do âmbito “Business Angels”, a Rurisocieta visa dar resposta às necessidades do mercado no que diz respeito ao apoio à criação e dinamização de estratégias de eficiência coletiva, redes locais de cooperação, a promoção e valorização de produtos e de marcas territoriais, o apoio à dinamização de ações coletivas de suporte ao empreendedorismo e à atividade empresarial e internacionalização

Qual a sua opinião em relação a isto tudo?


"Bom dia Sr. Engenheiro, eu venho por este meio escrever-lhe pela seguinte razão:

Eu ando a tratar de um projecto para o Proder há cerca de um ano e tive tudo pronto a tempo de ainda apanhar os Proder antigo, com melhores condições que o atual, mas por culpa dos engenheiros que me acompanhavam não o pode fazer visto eles e apesar da minha insistência não acabarem o meu projeto a tempo, tiveram mais de 2 meses para o fazer.

Com o programa actual deparo me numa situação sem saber o que fazer, a minha ideia inicial passava por uma exploração de 1 hectare de mirtilos e 3.5 de vinha já existente e na qual iria por rega. o projecto ia para valores que rondavam os 85.000 euros.

Neste momento os apoios são bastante menores o que me leva a procurar diminuir o valor total do projeto.

Aqui esta a minha duvida,

Acha o projecto interessante e financeiramente viável? 

Se optasse pela criação de uma marca de vinho o Proder contempla essa situação? e neste caso usar o hectare que eram inicialmente para os mirtilos e mudar para colocar novas videiras.

Qual a sua opinião em relação a isto tudo?

Na altura cheguei a ir a uma reunião da Bfruit para escoamento dos mirtilos.

Estou a pensar em desta vez, se a minha decisão for avançar, em procurar ajuda na espaço visual.

Obrigado"
 
Comentários:
1 - Creio que o seu problema não é uma questão de rentabilidade dos investimentos, mas sim do seu financiamento porque se os investimentos não forem rentáveis o PDR 2020 não aprova o projeto.
 
2 - Com 3,5 há de vinha não é recomendável avançar para marca própria de vinho porque não tem dimensão nem massa critica para rentabilizar o respetivo investimento.
 
3 - Se fizer investimentos ponderados nos mirtilos, se for organizado a explorá-los e estiver ligado à Bfruit tem todas as condições para ter sucesso neste investimento caso tenha capitais próprios e crédito bancário para aguentar o período temporal necessário para equilibrar a tesouraria (4-5 anos).

É um empreendor de alto potencial com muito jeito para o negócio agrícola? Este post é para si.

A Rurisocieta (José Martino) procura jovens empreendedores de elevado potencial para o negócio através da figura de Business Angel, ou seja, faz parcerias/torna-se sócia no negócio agrícola aportando capital, capacidade de gestão, acesso ao crédito e conhecimento técnico.
A próxima sessão de esclarecimento é já amanhã (7 abril), em Lisboa,  às 17h no Auditório do Alto dos Moinhos.
Inscrições gratuitas através de geral@rurisocieta.PT

No próximo sábado dia 11 abril haverá sessões na Maia e em Braga. Consulte https://www.facebook.com/rurisconsultores?fref=ts

Curiosidades sobre os leitores deste blogue

Quais as razoes que explicam que a maioria dos leitores deste blogue sobre agricultura sejam das regiões urbanas, por ordem decrescente, Lisboa, Porto e Braga?

Porque será que a 2. feira é o dia da semana com maior número de visitas a este blogue?

terça-feira, 31 de março de 2015

Anónimos: não obrigado! (2)

No dia 22 de março publiquei o seguinte post:
"Há um vasto conjunto de leitores que não lê com a devida atenção o estatuto editorial deste blogue e enviam e-mails ou comentários sem a devida identificação, endereço e-mail e n.º telemóvel.

Só comunico com quem quer  assumir as suas opiniões de forma frontal, identificada e como massa crítica.
 
Peço, por favor, que cumpram as condições indicadas.

O meu muito obrigado!"
 
Reitero o meu pedido para que se identifiquem devidamente com endereço de e-mail e n.º telemóvel porque para cumulo, nesse mesmo post houve um leitor que sem se identificar, fez um comentário pedindo esclarecimentos. Por outro lado, são poucos os leitores que se identificam, quer nos comentários, quer nos e-mails..

 

Qual a atividades pecuária que devo investir?

"Boas desculpe estar a incomodar , mas você nunca mais me disse , o meu engenheiro propôs-me por cabras murcianas. Que acha?".

Comentários:
1 - Conforme lhe escrevi no post anterior, não  deve investir na pecuária.
  
2 - Já que insiste em saber a minha opinião: investimento em porcos bísaros.