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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

APRESENTAÇÃO PROJETO DES AGRO 4.0 | Penafiel | 7 de fevereiro


PROJETO DES AGRO 4.0

Decorre no próximo dia 7 de fevereiro pelas 14H30, em Penafiel, a Sessão Pública de Apresentação do Projeto Des Agro 4.0, no Auditório do Museu Municipal de Penafiel que será seguida de palestra técnica dedicada à "Tecnologia na Viticultura e Agropecuária".



quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Tenho um projeto de jovem agricultor encalhado nos atrasos do PDR2020, o que devo fazer?

bom dia engº  martino
aproveito a oportunidade de me dirigir a Vª Exª para o cumprimentar e
lhe manifestar o maior apreço pelo seu trabalho em prol da
agricultura portuguesa e na ajuda preciosa que tem dado a imensos
jovens e não, só com os seus conselhos.
sou um jovem agricultor com um projeto apresentado em Maio/junho de
2017 que obteve uma pontuação de 13.75, em que o objetivo era a
produção de milho em grão e bovinos de carne raça marinhoa numa area
de cerca 45 ha, cerca de metade da área afeta a cada atividade.
o projeto foi aprovado com comunicação feita em março de 2017 e ate
esta data a indicação que tive foi a de que teria que passar para o
quadro de candidatura seguinte ou seja 2018/2019. procedimento que fiz
de imediato.
nesta data não tenho qualquer indicação de qual a programação de e nao
tenho qualquer perspetiva por parte da unidade de gestão sobre o tempo
em que ira ocorrer a contratualização desse projeto.
será que o sr. eng. que me pode dar alguma perspectiva temporal uma
vez que tem muita familiaridade com este tipo de assuntos
agradeço desde ja a atenção dispensada e fico imensamente grato se me
puder dar alguma indicação
bem aja

Comentários:
1. Provávelmnete poderá ser difícil captar apoio financeiro para o seu projeto devido aos atrasos. No entanto vá à luta porque da minha larga experiência com candidaturas, verifiquei muitas vezes que não há fome que não dê em fartura.

2. Recomendo que ligue duas vezes por semana para a autoridade de gestão do PDR a pedir informação sobre o resultado processual da sua candidatura, bem como para o serviço da DRAP que tramitou a sua candidatura. Nunca desista até que lhe deem a informação que necessita.

3. Questione por mensagem pública e privada no FB do Sr. Ministro da Agricultura, Capoulas Santos, sobre o estado do concurso e da sua candidatura, respetivamente, porque são muito rápidos e eficazes a dar resposta.

4. Não consigo perceber que sendo Portugal um país em que há falta de jovens na agricultura, exista um governo que não financie todos os projetos de jovens agricultores que tenham condições para serem aprovados. Deviam tirar dinheiro de outras medidas e ações do PDR2020 para colocar nos apoios à 1.ª instalação e investimento de jovens empresários agrícolas.     

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Pistácio / Pistacho

 Olá eng José Martino,

Eu sou engenheira civil, tenho 32 anos e vivo na cidade da Guarda, vou ficar sem trabalho e gostaria de ingressar na  vertente agrícola. Andei a pesquisar e encontrei o seu blog e gostei muito da informação que dá às pessoas que por lá passam e deixam as suas duvidas. Eu gostaria de lhe expor a minha ideia e receber a sua simpática opinião. 
Estava a pensar em apostar na produção de pistacho.
O que me diz?


Cumprimentos.

Comentários:
1. O pistácio/pistacho é uma cultura muito interessante porque tem uma elevada diferença entre o preço pago ao produtor pela fruta e o seu custo de produção, seja este medido de forma económica (inclui as amortizações do investimento) seja pela vertente financeira (fluxo de dinheiro saído e entrado) (há no minímo uma diferença positiva de 3 vezes entre custo e proveitos medida de forma económica ou 6 vezes positiva se a diferença for medida pelas entradas e saídas de dinheiro na tesouraria do negócio).

2. É preciso ter capacidade financeira própria ou própria e alheia (crédito familiar ou bancário), para lá das ajudas públicas ao investimento, para conseguir levar o investimento nos pistácios e a sua exploração a bom porto porque demora 4 a 6 anos para entrar em produção e mais 3 a 6 para chegar à plena produção.

3. A partir da plena produção a sua margem bruta é aquela que está indicada no ponto 1.

4. No distrito da Guarda há condições de variação de climas ao longo dos seus concelhos que fazem oscilar a maior ou menor aptidão para a cultura, tem a ver com a maior ou menor probabilidade do número de dias com chuvas no mês de abril (época de floração e polinização pelo vento entre flores de plantas macho e flores de plantas fêmeas) e o mês de setembro (mês de colheita dos frutos que não pode ser realizada com chuva).

5. Se precisar de consultoria para ter uma opinião técnica avalizada marque uma consulta com a Eng. Sónia Moreira da Espaço Visual (917 075 852).     

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Maracujá

Sr, Eng, José Martino muito bom dia,

Adoro ler o seu blogue porque traz coisas úteis e atuais sobre a agricultura. Tenho aprendido muito com a sua leitura. Espero ter a oportunidade de obter resposta a esta minha pergunta:
Como devo preparar o solo para uma plantação de maracujá?
Muito agradecida.
Cumprimentos,

Comentários:
1. A adequada preparação do solo para a implantação de maracujá deve ter em conta a sua profundidade, a qualidade da rocha mãe (se esta é maciça, se está fraturada) a existência de camadas impermeáveis, a fertilidade do solo (alta, média ou baixa), a existência de problemas de drenagem, etc.

2. Tendo em conta o conjunto das variáveis expostas em 1. deve pedir a um técnico agrónomo que lhe faça o projeto para a sua situação em particular. A Espaço Visual disponibiliza este serviço (telefone à eng. Sónia Moreira a pedir orçamento (917075852).

3. Algumas ideias gerais:
a) Limpe o terreno de pedras e vegetação lenhosa;
b) Proceda a uma surriba (cave o terreno com a pá de uma rotativa) ou ripagem (passe com o dente de um bulldozer) com 1 metro de fundo.
c) Face a recolha das amostras de solo para análise completa;
d) Retire pedras e raízes durante e após as operações indicadas em b);
e) Faça as operações necessárias para drenar o terreno (se necessário);
f)Espalhe fertilizantes (adubos com fósforo, potássio e magnésio, bem como o corretivo de pH);
g) Lavre, grade ou escarifique, conforme os casos;
h) Retire pedras que estejam à superfície (despedrega)
i) Instale sistema de suporte;
j) Instalar sistema de rega;
k) Plantar

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Poda inverno mirtilo

Boa tarde Sr. José,

Tenho uma pequena de plantação de mirtilos de 3000 m2 e não sei como fazer a poda agora no inverno. Como devo proceder?

Obrigado.

Cumprimentos:
1 . A poda a realizar depende da idade da plantação, variedades, vigor, produção do último ano, fertilidade do solo, etc.

2. Se as plantas não tiverem o desenvolvimento e tamanho adulto deverá realizar-se uma poda de formação: deixar os ramos mais grossos na base desde que afastados entre si para permitir o arejamento e iluminação. Cortar as pontas dos ramos que sejam muito finas.

3. Se a planta já estiver adulta retirar pela base os ramos com 4 ou mais anos. Retirar ramos inteiros para facilitar o arejamento e iluminação no interior da planta. Cortar pontas finas.

4. O descrito em 2 e 3 são algumas indicações gerais sobre poda, pelo que é recomendável que a poda seja indicada pela visita de um técnico especialista. Contate a Eng. Sónia Moreira da Espaço Visual (917075852) com o objetivo de uma visita técnica.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Desenvolvimento Rural

Na última semana tive o privilégio de poder continuar a exercer a algumas ações de promoção do desenvolvimento rural:
1. Animação e coordenação do grupo de trabalho transversal sobre o Agroalimentar na Região do Tâmega e Sousa, para abordar o estado da arte, o seu desenvolvimento no futuro próximo e o papel que pode ter a Comunidade do Tâmega e Sousa no desenvolvimento desta fileira, 10 janeiro, Penafiel.
2. Ação de formação promovida pela Espaço Visual, prática sobre A Poda do Kiwi Verde, 12 janeiro, Gondomar.

Nogueira: preparação de terreno para plantação do pomar

Sr. Eng. José Martino, bom dia,

Estou a iniciar a preparação de terreno para uma plantação de 10 ha nogueiras, o que me recomenda que faça?
Agradeço que me dê algumas indicações gerais.

Cumprimentos,

Comentários:
1. A preparação do terreno para a implantação do seu pomar de nogueiras deve ter em conta o projeto já realizado: o estudo dos solos e clima, a captação, armazenamento e distribuição  da água de rega, a análise completa de solo, a fertilização de fundo, mobilizações, sistema de condução, etc. etc.

2. Deve começar por limpar o terreno de restos de culturas anteriores, árvores, arbustos e ervas, deve retirar pedras.

3. Deve fazer uma mobilização profunda a 1m de profundidade através de ripagem ou surriba.

4. Segue-se a retirada de pedras superficiais (despedrega) raízes e regularização ou alisamento da superfície do solo.

5. Executam-se as drenagens.

6. Espalham-se por todo o terreno os fertilizantes com excepção da matéria orgânica que deve ser espalhada em forma mais confinadas nas zonas das linhas da nogueira.

7. Lavra-se ou grada-se para fazer o enterramento dos adubos e corretivos.

8. Instala-se o sistema de rega.

9. Limpa-se de novo o terreno antes de fazer a marcação e piquetagem na plantação manual ou a própria plantação quando se utilizam meios mecânicos automáticos com marcação por GPS     

domingo, 6 de janeiro de 2019

Cultura do Kiwi na Ilha da Madeira

 Bom dia- Sr. Martino.
Sou da Ilha da Madeira estou pensando desenvolver um projeto para Kiwi numa área aproximada de 15000 m2 , gostaria de saber qual a produção m2 ao fim do quarto ano e qual o custo da instalação aproximado por m2 - obrigado.


Comentários:
1. A produção do kiwi ao 4.º ano na Ilha da Madeira, vai depender do potencial produtivo do terreno medido no número de horas de frio invernal (n.º horas de temperatura abaixo de 7.ºC entre novembro e março (inclusive)), variedades, preparação do terreno para implantação, técnicas culturais ao longo dos 4 anos. Em síntese, pode variar de zero a 35 toneladas por hectare.


2. O custo de implantação de 1 hectare de kiwis (10 000 m2) com boa preparação de terreno, estrutura de suporte, plantas de qualidade, boa infraestrutura da rega, etc.  varia de 25 000 - 30 000 euros. Acrescem os custos com eventuais melhoramentos fundiários (capatação e armazenamento de água, drenagens, muros,etc.) armazém, estrutura de mecanização (tractor e equipamentos), etc.

3. Recomendo que mande elaborar um estudo técnico económico para tomar a decisão fundamentada sobre esse investimento em kiwi na Ilha da Madeira.

4. A Espaço Visual tem competências para fazer o indicado em 3. (peça orçamento à Eng. Sónia Moreira (917075852))

Apoios PDR 2020

Viva Eng. José Martino
Desde já os meus parabéns pelo seu blog
Venho expor o meu pedido
estou a pensar comprar um terreno com +-  6 ha com uma pequena casa antiga para reconstruir com +- 90 m2
o terreno é no Baixo Alentejo
a ideia e ter um pequeno monte com oliveiras e sobreiros para ser o meu local de descanso
Venho perguntar quais são os apoios nesta situação
Aguardo as suas prezadas noticias

Cumprimentos

Comentários:
1. Os apoios financeiros públicos existem para apoiar investimentos (despesas relativas a custos cuja contrapartidas de resultados perduram mais do que 1 ano (exercício económico) ou seja amortizam ao longo de vários anos) na agricultura ou floresta.

2. Para obtenção dos incentivos financeiros ao investimento deve apresentar uma candidatura que tenha coerência técnica e económica de acordo com a ação e medida a que se candidata.

3. Os incentivos financeiros podem assumir a forma de subsídios a fundo perdido ("incentivos não reembolsáveis") e/ou empréstimos sem juros ("incentivos reembolsáveis"). Variam entre os 30% a 50% do investimento elegível (valor de investimento sobre o qual o Ministério da Agricultura aplica a percentagem do apoio (na maior parte das vezes é inferior valor necessário para realizar o investimento de forma adequada) ou seja, na realidade corresponde 15% a 35% do investimento total.

4. Para o seu caso deve promover a visita de um técnico especialista ao terreno que pretende adquirir com o objetivo de verificar quais os investimentos agrícolas ou florestais mais adequados e qual a melhor estratégia para obtenção dos apoios financeiros públicos.

5. Se pretender ajuda para o indicado em 4. fale com a Eng. Sónia Moreira da Espaço Visual (917075852).  

segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

Estou desempregada, o que devo fazer na agricultura?


Sr. Engenheiro, boa noite

Sou da zona Centro estou desempregada e está difícil encontrar emprego, tenho pensado em rentabilizar um terreno com cerca de 1 hect.  mas não sei bem o que fazer  se a produção de caracóis ou cogumelos,  gostaria de obter a sua ajuda e opinião sobre qual das duas será a mais rentável e com menos empate de capital inicial, tenho algumas economias a minha idade não permite candidatar-me  aos apoios. 

Cumprimentos e um Feliz Natal

Comentários:
1. Não há limitações na idade para obtenção de ajudas financeiras públicas ao investimento. Se tiver mais de 41 anos não pode candidatar-se às ajudas de apoio à 1.ª instalação de jovens agricultores, esta é a única limitação decorrente da idade. Pode obter incentivos não reembolsáveis da ordem dos 40%.

2. As 2 atividades que indicou, caracóis ou cogumelos, têm limitações de mercado, pelo que, recomendo que faça uma pesquisa de mercado para encontrar um player comercial credível que lhe garanta o escoamento, valorização e pagamentos atempados das suas produções.

3. Como alternativa, pense na horticultura como atividade agrícola que pode iniciar com  investimento limitado e irá aumentando a sua atividade à medida que a for desenvolvendo e criando mercado. Há produção ao longo de muitos meses do ano, o que representa entradas frequentes de dinheiro. Investigue sobre a comercialização em grupos "PROVE - Promover e Vender", cabazes diretamente do produtor ao consumidor (www.prove.com.pt). tente integrar-se num existente na sua região ou promova o aparecimento de um novo grupo.

4. Também pode fabricar algumas compotas e enchidos que pode juntar às suas vendas de hortícolas, melhora o portefólio de oferta dos seus produtos e incrementa o potencial e volume do seu negócio.

5. Marque uma visita com a Eng. Sónia Moreira da Espaço Visual para obter apoio concreto sobre o que pode fazer no seu terreno e na sua situação (917075852).

Votos de sucesso nos seus investimentos e um Feliz Natal

Parcerias de investimento na agricultura

Boa noite Dr José tudo bem com o senhor ? Olhe venho pedir lhe uma informação . vi mesmo a pouco uma publicaçao sua no seu blog e ja faz algum tempo um post de ( pedido ) de ajuda por parte de Ana carvalho sobre physalis .... A minha pergunta é o Senhor é investidor na area de fruticultura ? Pelo que li quanto aos iniciantes se juntarem a um investidor .
Cumprimentos

Comentários:
1. A área de fruticultura é aquela que me identifico mais como investidor e onde tenho atividade produtiva na agricultura.

2. Consolidei investimentos que fiz em sociedade com jovens agricultores e só voltarei a analisar novas operações de parceria no investimento a partir do ano 2020.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Poda de Kiwis

A Espaço Visual organiza o curso de formação 

profissional sobre poda de kiwis

Inscrições: http://formacao.espaco-visual.pt/confirmainscricao.aspx?id=49

INFORMAÇÃO SOBRE O CURSO

  • Duração: 7 horas - 12 janeiro de 2019
  • ÁREA DE FORMAÇÃO

    Kiwi
  • OBJECTIVO GERAL

    Promover o desenvolvimento, a produção e a fitossanidade do kiwi.
  • OBJECTIVOS ESPECÍFICOS

    - Destacar a importância da poda no conjunto das operações culturais do kiwi;
    - Distinguir as diferentes podas aplicadas ao kiwi;
    - Proceder à poda de inverno de fêmeas e de machos.
  • METODOLOGIA

    Metodologias expositivas, demonstrativas e ativas. Execução prática da poda em
    contexto real.
  • CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

    1. A poda de inverno no contexto das operações culturais do kiwi;
    2. A estrutura da planta;
    3. Diferenças entre poda de machos e poda de fêmeas;
    4. Cuidados fitossanitários.

Cerejeira



Eng. José Martino, bom dia,
Quais os solos e climas mais adequados para a cultura da cerejeira?
Muito agradecido se tiver resposta.
Atentamente,

Comentários:
1. Solos: a cerejeira prefere solos frescos, profundos (pelo menos 0,8 metro de profundidade) e com boa drenagem, sendo o pH mais favorável entre 6,0 e 7,5. Bem drenados para garantir que não existe excesso de água no solo durante a época das chuvas. Caso contrário, há risco de surgirem doenças radiculares causando a morte das plantas. É recomendável que a toalha freática esteja localizada abaixo de 1 metro de profundidade. A textura do solo deve ser determinada pela análise mecânica, sendo as mais adequadas as texturas franco-arenosa ou franco-argilo-arenosa.

2. Clima: Tem influência determinante nas épocas de floração (fevereiro/março) e colheita (abril a agosto) devido às geadas ou chuvas, respetivamente, as quais causam morte das flores ou rachamento dos frutos . As cerejeiras estão bem adaptadas aos climas temperados. Não devem ser plantadas em locais sujeitos frequentemente a ventos fortes, nevoeiros ou geadas tardias. 
Necessitam de mais de 700 horas de frio para a quebra de dormência (número de horas com temperatura abaixo de 7ºC entre os meses de novembro e fevereiro). No entanto, este período de tempo difere de variedade para variedade porque há no mercado novas variedades com 300 h de necessidade de frio invernal.


sábado, 8 de dezembro de 2018

Castanheiro

Bom dia.
Quanto tempo demora a produzir após plantação de castanheiro com 1 ano e 1 metro de altura?
A partir de que ano a produção é normal?
As primeiras produções serão de quanto? Por ha, claro.
Cumprimentos 


Comentários:
1. O tempo da entrada em produção de um castanheiro e a plena produção* (quando o souto atinge a produção máxima esperada que se mantém ao longo da sua vida útil de produção) depende se o solo onde o planta é muito, medianamente ou pouco, fértil, bem como da quantidade de matéria orgânica que aplica. Também varia, se o castanheiro está em regadio ou sequeiro, mesmo neste último caso, qual o apoio que é dado à planta para controlo do stresse hidrico durante o verão e tem a ver com o porta enxerto e a variedade do castanheiro.

2. Tendo em conta o descrito em 1. a entrada em produção ocorre entre o 3.º ano e o 5.º ano e a plena produção entre o 5.º e o 10.º ano.

3. As primeiras produções podem variar entre 20-500 kg/ha.

*  Plena produção = "produção normal" 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

VISITA DE CAMPO A EXPLORAÇÕES DE BOVINOS PARA CARNE CERTIFICADA | 10 DEZEMBRO


É produtor ou está interessado em produzir carne certificada?

No próximo dia 10 de dezembro vai realizar-se a última visita de campo promovida pela CIM do Tâmega e Sousa a explorações de bovinos para carne certificada que terminará com a apresentação e discussão do Modelo de Negócio para a produção de carne certificada. 

INSCRIÇÕES
Gratuita, mas obrigatória até 7 de dezembro.

Formulário de inscrição:



A Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa) está a desenvolver um estudo para aferir o potencial económico do setor agroalimentar do Tâmega e Sousa e, nesse âmbito, vai dinamizar um conjunto de visitas de campo a explorações agrícolas e unidades empresariais de referência regional e nacional neste setor.
Depois das visitas a explorações agrícolas de cogumelos, de kiwis, de mirtilos, de Vinho Verde e de hortícolas em MPB, a sexta e última visita de campo será a duas explorações de bovinos para carne certificada – do produtor Nélson Valente e da produtora Patrícia Soares, em Nespereira, Cinfães.
Especialmente dirigidas a produtores ou potenciais interessados em iniciar atividade, comercializadores, técnicos municipais e técnicos de entidades com atuação no setor do agroalimentar do Tâmega e Sousa, estas visitas de campo pretendem proporcionar aos participantes um contacto com exemplos de boas práticas ao nível das técnicas e dos modos de produção e dos modelos de negócio implementados.
Estas visitas constituem igualmente uma oportunidade para estimular a cooperação entre produtores, permitindo-lhes encontrar, de forma conjunta, soluções para desafios futuros e potenciar a valorização agregada do setor agroalimentar.