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segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Poda de Kiwis

A Espaço Visual organiza o curso de formação 

profissional sobre poda de kiwis

Inscrições: http://formacao.espaco-visual.pt/confirmainscricao.aspx?id=49

INFORMAÇÃO SOBRE O CURSO

  • Duração: 7 horas - 12 janeiro de 2019
  • ÁREA DE FORMAÇÃO

    Kiwi
  • OBJECTIVO GERAL

    Promover o desenvolvimento, a produção e a fitossanidade do kiwi.
  • OBJECTIVOS ESPECÍFICOS

    - Destacar a importância da poda no conjunto das operações culturais do kiwi;
    - Distinguir as diferentes podas aplicadas ao kiwi;
    - Proceder à poda de inverno de fêmeas e de machos.
  • METODOLOGIA

    Metodologias expositivas, demonstrativas e ativas. Execução prática da poda em
    contexto real.
  • CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS

    1. A poda de inverno no contexto das operações culturais do kiwi;
    2. A estrutura da planta;
    3. Diferenças entre poda de machos e poda de fêmeas;
    4. Cuidados fitossanitários.

Cerejeira



Eng. José Martino, bom dia,
Quais os solos e climas mais adequados para a cultura da cerejeira?
Muito agradecido se tiver resposta.
Atentamente,

Comentários:
1. Solos: a cerejeira prefere solos frescos, profundos (pelo menos 0,8 metro de profundidade) e com boa drenagem, sendo o pH mais favorável entre 6,0 e 7,5. Bem drenados para garantir que não existe excesso de água no solo durante a época das chuvas. Caso contrário, há risco de surgirem doenças radiculares causando a morte das plantas. É recomendável que a toalha freática esteja localizada abaixo de 1 metro de profundidade. A textura do solo deve ser determinada pela análise mecânica, sendo as mais adequadas as texturas franco-arenosa ou franco-argilo-arenosa.

2. Clima: Tem influência determinante nas épocas de floração (fevereiro/março) e colheita (abril a agosto) devido às geadas ou chuvas, respetivamente, as quais causam morte das flores ou rachamento dos frutos . As cerejeiras estão bem adaptadas aos climas temperados. Não devem ser plantadas em locais sujeitos frequentemente a ventos fortes, nevoeiros ou geadas tardias. 
Necessitam de mais de 700 horas de frio para a quebra de dormência (número de horas com temperatura abaixo de 7ºC entre os meses de novembro e fevereiro). No entanto, este período de tempo difere de variedade para variedade porque há no mercado novas variedades com 300 h de necessidade de frio invernal.


sábado, 8 de dezembro de 2018

Castanheiro

Bom dia.
Quanto tempo demora a produzir após plantação de castanheiro com 1 ano e 1 metro de altura?
A partir de que ano a produção é normal?
As primeiras produções serão de quanto? Por ha, claro.
Cumprimentos 


Comentários:
1. O tempo da entrada em produção de um castanheiro e a plena produção* (quando o souto atinge a produção máxima esperada que se mantém ao longo da sua vida útil de produção) depende se o solo onde o planta é muito, medianamente ou pouco, fértil, bem como da quantidade de matéria orgânica que aplica. Também varia, se o castanheiro está em regadio ou sequeiro, mesmo neste último caso, qual o apoio que é dado à planta para controlo do stresse hidrico durante o verão e tem a ver com o porta enxerto e a variedade do castanheiro.

2. Tendo em conta o descrito em 1. a entrada em produção ocorre entre o 3.º ano e o 5.º ano e a plena produção entre o 5.º e o 10.º ano.

3. As primeiras produções podem variar entre 20-500 kg/ha.

*  Plena produção = "produção normal" 

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

VISITA DE CAMPO A EXPLORAÇÕES DE BOVINOS PARA CARNE CERTIFICADA | 10 DEZEMBRO


É produtor ou está interessado em produzir carne certificada?

No próximo dia 10 de dezembro vai realizar-se a última visita de campo promovida pela CIM do Tâmega e Sousa a explorações de bovinos para carne certificada que terminará com a apresentação e discussão do Modelo de Negócio para a produção de carne certificada. 

INSCRIÇÕES
Gratuita, mas obrigatória até 7 de dezembro.

Formulário de inscrição:



A Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa) está a desenvolver um estudo para aferir o potencial económico do setor agroalimentar do Tâmega e Sousa e, nesse âmbito, vai dinamizar um conjunto de visitas de campo a explorações agrícolas e unidades empresariais de referência regional e nacional neste setor.
Depois das visitas a explorações agrícolas de cogumelos, de kiwis, de mirtilos, de Vinho Verde e de hortícolas em MPB, a sexta e última visita de campo será a duas explorações de bovinos para carne certificada – do produtor Nélson Valente e da produtora Patrícia Soares, em Nespereira, Cinfães.
Especialmente dirigidas a produtores ou potenciais interessados em iniciar atividade, comercializadores, técnicos municipais e técnicos de entidades com atuação no setor do agroalimentar do Tâmega e Sousa, estas visitas de campo pretendem proporcionar aos participantes um contacto com exemplos de boas práticas ao nível das técnicas e dos modos de produção e dos modelos de negócio implementados.
Estas visitas constituem igualmente uma oportunidade para estimular a cooperação entre produtores, permitindo-lhes encontrar, de forma conjunta, soluções para desafios futuros e potenciar a valorização agregada do setor agroalimentar.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

CONFERÊNCIA DE PEQUENOS FRUTOS - ALMEIRIM - 5 DEZEMBRO

CICLO DE CONFERÊNCIAS
DE PEQUENOS FRUTOS

No âmbito do Ciclo de Conferências promovido pela Vida Económica, decorre dia 5 de dezembro, no Auditório da Biblioteca de Municipal Marquesa de Cadaval, em Almeirim, entre as 14H30 e as 18H00, uma sessão sobre Pequenos Frutos.

Estarei presente como orador para apresentação do tema "A Importância do Conhecimento dos Modelos de Produção".


Investimento Olival

Boa noite Sr. Engenheiro 
   
Queria apenas perguntar ao senhor o que era necessário para iniciar um projeto no âmbito de olival quais seriam as regras a seguir... 
Tenho alguma oliveiras e gostaria se der poder fazer um projeto a esse nível... 
Desde já o meu muito obrigado

Comentários:
1. Para se candidatar aos fundos financeiros públicos de apoio ao investimento na agricultura, pacote de ajudas denominado PDR2020, tem de deter um titulo formal que lhe permita explorar a terra objeto do investimento durante o período de tempo necessário para amortizar o investimento, havendo uma imposição de um período temporal mínimo de 5 anos. O titulo formal para explorar a terra pode ser a certidão do registo predial que comprove que é proprietário da terra, um contrato de arrendamento que comprove que é arrendatário ou contrato de comodato ou cedência gratuita no qual assume o estatuto de comodatário.

2. Deve avaliar ao mesmo tempo qual o player comercial o mais perto possível do local de produção, que lhe valorize de forma interessante as produções do olival. Face às condições de colocação no mercado terá que analisar qual a rentabilidade dos capitais próprios e/ou alheios que terá de colocar para realizar o investimento no seu olival para lá dos incentivos financeiros públicos do PDR2020. Para dominar este último ponto deve mandar elaborar um plano de negócio do investimento.

3. Dada a multiplicidade de hipóteses por parte do promotor, bem como nos tipos de candidaturas possíveis, recomendo que marque uma consulta com a Eng. Sónia Moreira da Espaço Visual (917 075 852)     

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Groselha


Bom dia,
Estou a ponderar investir na cultura da groselha e gostaria de saber a sua opinião.
Obrigada


Comentários:
1. Deve investir na cultura da groselha se tiver operador comercial que lhe valorize as produções.

2. Além do indicado em 1. deve ter a sua exploração situada em local que lhe garanta a precocidade da colheita (entre 1 a 15 de junho há uma data a partir da qual o preço de remuneração ao produtor baixa para valores que não pagam os custos diretos da mão de obra da colheita).

3. Se conseguir cumprir as condições indicadas em 1. e 2. terá uma atividade de produção de pequenos frutos muito interessante, com rentabilidade e menor necessidade de mão de obra, face ao mirtilo ou framboesa, quer para todo o ciclo cultural, quer para a colheita (em cada gesto de colheita manipulam-se cachos em lugar de frutos individuais).   

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Agoalimentar do Tâmega e Sousa: qual a estratégia para o desenvolver e criar valor? (II)


Boa noite,

Ouvi-o hoje dia 30 de novembro falar no Forum para a Competitividade do Tâmega e Sousa, Cinfães e fiquei com a dúvida sobre qual a estratégia que defende para desenvolver e criar valor pelo agroalimentar da região.
Consegue esclarecer-me?

Agradeço o que entenda dizer-me sobre este tema.

Cumprimentos,

Comentários:
1. Na sequência do meu post anterior para colocar os agentes/players que já estão no terreno a quererem fazer melhor e fazerem mais, a cooperarem entre si na produção, no acesso a fatores de produção, na comercialização das produções, acesso ao mercado, etc. a estratégia passa por mostrar os casos de sucesso empresarial, valorização das produções e acesso ao mercado, através de visitas de estudo, workshops, conferências e outros tipos de eventos. 

2. Da estratégia também fará parte a elaboração de modelos técncio- económicos para as principais atividades do agroalimentar, documentos que identificarão as melhores práticas ao nível do investimento e das práticas culturais de exploração, estrutura básica de exploração, produtividades, rendimento bruto, análise económica, etc. Estes modelos servem para alinhar os players à volta dos números básicos do negócio. A sua divulgação será um dos primeiros motivos de reunião e do trabalho conjunto dos agentes.  

3.  A estratégia continuará noutros posts.


sábado, 1 de dezembro de 2018

Agoalimentar do Tâmega e Sousa: qual a estratégia para o desenvolver e criar valor?

Boa noite,

Ouvi-o hoje dia 30 de novembro falar no Forum para a Competitividade do Tâmega e Sousa, Cinfães e fiquei com a dúvida sobre qual a estratégia que defende para desenvolver e criar valor pelo agroalimentar da região.
Consegue esclarecer-me?

Agradeço o que entenda dizer-me sobre este tema.

Cumprimentos,

Comentários:
1. A estratégia para desenvolver para valorizar o agrolimentar do Tâmega e Sousa passa por colocar os agentes/players que já estão no terreno a quererem fazer melhor e fazerem mais, a cooperarem entre si na produção, no acesso a fatores de produção, na comercialização das produções e acesso ao mercado.

2. Como fazê-lo? será objeto de outros posts.

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Banco de Terras


Sr. Eng. Martino, boa tarde,

O que é um banco de terras e para serve?
Agradecido.
Cumprimentos

 

Comentários:

1. O banco de terras é uma instituição que pode ser detido por umaComunidade Intermunicipal ou uma Câmara Municipal com o objetivo de arrendar terras aos proprietários que voluntariamente as queiram colocar no banco para as subarrendar a agricultores, jovens agricultores ou outros empreendedores que se queiram dedicar à agricultura e floresta.

 

2. Trata-se de um banco porque recebe por arrendamento o depósito do capital “terra”, garante a devolução do capital e enquanto o utiliza paga um juro que corresponde  à renda anual.


3. Através do banco de terras o proprietário de terrenos agrícolas e/ou florestais tem a  oportunidade para os ter bem tratados através de agentes que têm como objetivo trabalhá-los com rentabilidade.
 

4. Colocam terrenos no banco de terras os proprietários de terrenos agrícolas e/ou florestais que não têm vocação para os explorarem ou por falta de tempo ou por idade avançada.


5. O banco de terras corporiza um conjunto de benefícios para o proprietário, na medida em que valoriza os terrenos com potencial agrícola ou florestal, com garantia de renda. Os proprietários recebem o património fundiário no mesmo estado de uso ou ainda melhor do que o estado inicial e deixa de ter custos com a limpeza anual de vegetação, espécies arbustivas e manta morta.

6. A Entidade que detém o banco de terras, Comunidade Intermunicipal ou Câmara Municipal  tem um instrumento para fazer emparcelamento funcional em lugar do emparcelamento tradicional por alteração da propriedade dos terrenos porque irá subarrendar os terrenos a empreendedores com vontade em criar o seu próprio negócio agrícola ou de base rural ou ampliar as respetivas explorações agrícolas ou florestais.


quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Preço justo das produções agrícolas: adesão e compra do consumidor


Erwin Shopges, Presidente da Associação Europeia de Produtores de Leite (EMB) e da cooperativa belga Faircoop, apresentou  no ‘1º Colóquio Nacional do Leite’ organizado pela  Associação dos Produtores de Leite de Portugal (APROLEP) e a Associação dos Jovens Agricultores do Distrito do Porto (AJADP) no passado dia 23 de novembro, em Vila do Conde, a marca própria de leite e laticínios ‘Fairebel’ criada em 2010, com o objetivo de obter valor acrescentado: “Não queremos viver de ajudas públicas, queremos viver da produção de leite. É preciso que o preço do leite cubra os custos de produção, incluindo um salário justo para o agricultor. Apelo às associações portuguesas que se juntem a nós para mudarmos a política europeia, implementando mais projetos de leite justo na Europa e um programa de responsabilidade do mercado”. 

É um caso de sucesso porque graças a uma forte campanha de marketing junto do consumidor final, em oito anos, chegou aos 10 milhões de litros de leite com preço justo vendido na Bélgica.

Imaginem os leitores o que poderia ser nos próximos anos esta estratégia de desenvolvimento aplicada na lógica de fileira, com utilização de plataformas electrónicas e metodologias de transparência de preços e margens, estendida às principais produções agrícolas? Que valor acrescentado, desenvolvimento social e admirável mundo novo se pode gerar?

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Candidatura a apoios públicos ao investimento

Boa noite,


Gostaria de saber como posso fazer a minha candidatura. Tenho um terreno com 5000 hectares e com bastante água.

Comentários:
1. Para saber todas as condições para se candidatar com sucesso aos fundos financeiros públicos de apoio ao investimento através do programa PDR2020 recomendo que marque uma visita ao terreno  com a Eng. Sónia Moreira da Espaço Visual (917 075 852).

2. Para a superfície indicada e para regadio certamente haverá várias culturas alternativas  que poderão ser opção em função dos players e das condições de comercialização e de acesso ao mercado.

3. Os investimentos terão muito a ver com a disponibilidade de capitais próprios que possa alocar ao projeto porque sem esta componente do promotor não é possível fazer investimentos mesmo tendo a sua candidatura aprovada (ao apoios representam 20 a 50% do investimento total)

Cultura do Pistácio

Este Curso de formação profissional em e-learning inicia-se amanhã, 29 novembro
Inscrições: http://formacao.espaco-visual.pt/confirmainscricao.aspx?id=101&accao=632

Informações: Pedro rebimbas 224509047
  • CONDIÇÕES DE INSCRIÇÃO
Habitações mínimas de acesso: 9º ano.
A candidatura só é válida após o pagamento da inscrição e o envio dos documentos necessários: Certificado de habilitações e Declaração comprovativa de dados de identificação.
  • OBJETIVO GERAL
Com este curso o formando poderá adquirir competências e conhecimentos para conhecer esta cultura assim como todas as práticas culturais a ela associadas e efetuar as operações inerentes à implantação, manutenção, condução e colheita de pistácio.

É constituído por 25 horas (24 horas assíncronas e 1 hora síncrona, correspondente à Masterclass prevista na formação), desenvolvido totalmente à distância.
  • OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Identificar a morfologia, ciclo cultural e vegetativo e estádios fenológicos da cultura do pistácio;
- Identificar os principais aspetos a ter em conta na instalação e manutenção de um pomar;
- Identificar acidentes fisiológicos e meteorológicos inerentes à cultura e condições para desenvolvimento dos mesmos;
- Enumerar os procedimentos a executar na colheita e pós-colheita;
- Identificar aspetos essenciais e principais canais de comercialização para o pistácio.
  • CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS
1. Introdução à Cultura do Pistácio
- Importância económica e principais países produtores e consumidores;
- Organização comum de mercado;
- Agro-ecossistema do pistácio;
- Condicionalismos edafoclimáticos: fatores climáticos, potencialidades do solo e fatores topográficos;
- Morfologia e fisiologia do pistácio;
- Ciclo vegetativo e reprodutivo.

2. Instalação e Manutenção do Pomar
- Instalação do pomar: Escolha do local; Preparação e armação do solo; Correção e fertilização; Marcação e piquetagem; Disponibilidade de água; Plantação; Porta-enxertos e escolha das variedades; Instalação do sistema de tutoragem; Propagação; Rega e drenagem; Condução e Poda; Polinização;
- Manutenção do pomar: Manutenção do solo; Rega e fertilização; Proteção da cultura;
- Acidentes fisiológicos e meteorológicos;
- Operações culturais com máquinas e equipamentos nas diferentes fases.

3. Operações de colheita, embalagem e boas práticas no trabalho agrícola
- Maturação, colheita, normalização, embalagem e conservação pós-colheita;
- Caderno de campo;
- Boas práticas de segurança, higiene e saúde no trabalho agrícola;
- Comercialização.

4. Masterclass "Fale com os melhores"
- Porquê plantar pistácio? Investimento, produção, cultivo e comercialização;
- O futuro do pistácio em Portugal;
- Aspetos técnicos e rentabilidade da cultura;
- Perspetivas de comercialização e organização de produtores.
  • METODOLOGIA
- A metodologia de ensino tem por base a exposição teórica com recuso a suporte audiovisual, através de apresentações, visualização de vídeos, textos de apoio e manuais, entre outros;
- Avaliação contínua e sumativa (teste ou exercício de avaliação final).
  • OBSERVAÇÕES
Na eventualidade de não atingir o número mínimo de participantes, a ação poderá sofrer alteração de datas ou ser cancelada, ficando salvaguardada a devolução de todas as importâncias recebidas pela Espaço Visual.

Em caso de desistência só haverá lugar à devolução dos valores pagos se a mesma for comunicada até 8 dias antes da data prevista para o início da formação (a este valor será deduzido o montante de 1,50€ respeitante a encargos financeiros suportados pela Espaço Visual).

Emissão de certificados:
O certificado de formação poderá ser entregue ao formando presencialmente nas instalações da Espaço Visual em Gondomar, ou enviado através de correio registado para a morada do formando, sob pagamento de uma taxa no valor de 5,00€ relativa a portes de envio

terça-feira, 27 de novembro de 2018

CEREJA DE RESENDE - Sessão Pública de apresentação dos resultados do primeiro ano de projeto


Grupo Operacional 
Cereja de Resende

O Grupo Operacional Cereja de Resende, promove no próximo dia 7 de dezembro, pelas 9h00, no Auditório Municipal de Resende, a apresentação dos resultados do primeiro ano de projeto.

Estarei presente como orador na sessão para apresentação do "Modelo de negócio da Cereja - Região do Tâmega e Sousa".


Pistacio

A revista Voz do Campo publicou o seguinte artigo:


A consultora agrícola Espaço Visual vai arrancar no dia 29 de novembro, com um curso sobre a Cultura do Pistácio, cujos participantes terão também acesso exclusivo à conferência “masterclass”, denominada “O futuro do pistácio em Portugal”, cujo orador será o engenheiro José Martino.

O pistácio é uma cultura com grande rentabilidade e moderado investimento, estando a ter um enorme sucesso em Portugal. O nosso país possui condições climáticas favoráveis à produção de vários frutos secos, entre os quais se encontra o pistácio, cujo incremento de interesse entre os jovens agricultores e o aumento dos hectares de produção é, em grande parte, resultado do trabalho da consultora agrícola Espaço Visual e do engenheiro José Martino, que esteve na base da criação da Fruystach, organização de produtores fundada em 2015.
Estas duas entidades desenvolveram uma parceria estratégica baseada nas modernas tecnologias, soluções de financiamento, promoção e animação da atividade e organização da produção. Este curso sobre o pistácio integra o Ciclo sobre a “A Cultura dos Frutos Secos”,
Com este curso, poderá adquirir competências e conhecimentos para conhecer esta cultura, assim como todas as práticas a ela associadas, e efetuar as operações inerentes à implantação, manutenção, condução e colheita de pistácio.