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quinta-feira, 20 de setembro de 2018

VISITA DE CAMPO - 28 de Setembro


A uma exploração agrícola de cogumelos shiitake


No próximo dia 28 de setembro irá decorrer uma Visita de Campo a uma exploração agrícola de cogumelos shiitake, a Quinta da Tapada, em Amarante, promovida pela CIM do Tâmega e Sousa. As inscrições estão abertas até 25 de setembro, sendo gratuitas e obrigatórias. 


Inscreva-se em:




A Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa (CIM do Tâmega e Sousa) está a desenvolver um estudo para aferir o potencial económico do setor agroalimentar do Tâmega e Sousa e, nesse âmbito, vai dinamizar um conjunto de visitas de campo a explorações agrícolas e unidades empresariais de referência regional e nacional neste setor.

As visitas de campo, num total de sete, vão decorrer entre os meses de setembro e novembro, e terão como foco casos de sucesso em atividades com maior especialização e potencial de crescimento no Tâmega e Sousa, como são os casos da produção de vinho verde, de produtos frutícolas, hortícolas e micológicos e de carne certificada.
Especialmente dirigidas a produtores ou potenciais interessados em iniciar atividade, comercializadores, técnicos municipais e técnicos de entidades com atuação no setor do agroalimentar do Tâmega e Sousa, estas visitas de campo pretendem proporcionar aos participantes um contacto com exemplos de boas práticas ao nível das técnicas e dos modos de produção e dos modelos de negócio implementados.
Estas visitas constituirão igualmente uma oportunidade para estimular a cooperação entre produtores, permitindo-lhes encontrar, de forma conjunta, soluções para desafios futuros e potenciar a valorização agregada do setor agroalimentar.
A primeira visita de campo será a uma exploração agrícola de cogumelos shiitake, a Quinta da Tapada, em Amarante, no dia 28 de setembro. As inscrições estão abertas até 25 de setembro.



quarta-feira, 19 de setembro de 2018

Petição Pública sobre Seguros Agrícolas

A todos os meus leitores e seguidores deste blogue, deixo aqui o texto e um apelo para assinarem esta petição, de que sou o primeiro subscritor e que é mais um contributo para uma agricultura mais competitiva, mais moderna e mais inovadora.

Assine esta petição, clicando neste link: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT90625


Os seguros agrícolas e as alterações climáticas

Para: Presidente da Assembleia da República

Exmo. Senhor
Presidente da Assembleia da República

O estado atual de funcionamento do sistema de seguros agrícolas de colheita não serve os interesses dos agricultores.

As alterações climáticas estão a provocar no mundo rural a ocorrência de danos patrimoniais elevados e impossíveis de prever.

Por isso, os apoios públicos para minorar as perdas destes agricultores devem privilegiar aqueles que fizeram seguro de colheita e outros seguros de infraestruturas e equipamentos, etc.

Além disso, é urgente legislar sobre um sistema de seguros agrícolas que pratique preços compatíveis (prémios de seguros) com as margens brutas geradas por cada uma das atividades agrícolas.

O atual sistema de seguros agrícolas de colheita não serve os interesses dos agricultores. É preciso uma intervenção política que torne eficaz o funcionamento do sistema!

Defendo a obrigatoriedade do seguro agrícola de colheita, idêntico ao seguro automóvel, dado o superior interesse público.

Um seguro obrigatório deve prevalecer em detrimento da liberdade contratual de cada empresário agrícola, porque, deste modo, o sistema terá sustentabilidade.

Outra opção ao sistema atual seria permitir que as seguradoras tivessem uma intervenção transnacional, isto é, apólices de seguros que funcionam da mesma forma em vários países.

Mais de 75% dos agricultores em Portugal não faz seguros agrícolas de colheitas, porque são caros, e o prémio do seguro é demasiado elevado para o rendimento líquido gerado.

Apelo, por isso, a V. Exª para possa sensibilizar os grupos parlamentares a levar à discussão e votação uma legislação que torne obrigatório a cada agricultor ter uma apólice de seguro agrícola de colheita.

Em defesa da rigorosa gestão dos dinheiros públicos, da transparência dos apoios públicos e da equidade entre todos os agentes do mundo rural. 

“Tâmega Sousa Business Sunset: Mercados de comercialização de produtos locais”


Intervenção inicial que fiz como moderador / animador do evento “Tâmega Sousa Business Sunset: Mercados de comercialização de produtos locais”, Cais de Bitetos, Marco de Canaveses, 6 setembro de 2018
Agradeço o convite e a oportunidade que a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa me dá ao moderar este evento. Muito obrigado!        

Este sunset pretende ser uma oportunidade para a reflexão e debate sobre mercados de comercialização de produtos locais através da apresentação de boas práticas, troca de ideias e experiências, a partilha de contactos e a cereja em cima do bolo será, o estabelecimento de redes de cooperação e networking entre empresários da região e outros de referência nacional, ações estas que são importantes na alavancagem de novas estratégias de desenvolvimento empresarial e económico.    

A valorização dos produtos locais passa, inevitavelmente, pela sua produção com as caraterísticas de qualidade produto que os mercados os querem trocar por euros, bem como pela implementação de estratégias de comercialização que lhes deem valor acrescentado e promovam que os consumidores conheçam a sua identidade. O acesso ao mercado a um preço compensador é um fator de sustentabilidade económica das explorações agrícolas e estabelecimentos agroindustriais, e um dos vetores do desenvolvimento rural efetivo. Pretende-se dar foco ao incremento do consumo local, da economia circular e de baixo carbono, o incremento e valorização dos mercados locais seja para os residentes, seja para os turistas. Além disso, procuram-se fórmulas para exportar de forma regular e com valor acrescentado os produtos endógenos.    
Gostava que refletissem sobre que novas feiras e mercados para o Tâmega e Sousa que faça sentido promover e implementar/construir, para além do sentido estrito do termo, em sentido lato como a Feira do Fumeiro e Cozido à Portuguesa de Baião, Feira dos Capões, Festival  da Cereja de Resende, que lojas, que grossistas, qual a estratégia para colocar no produtos locais nos restaurantes, como fórmula de valorização e criação de riqueza. 

Apresentação do painel de convidados:    
Para apresentar uma experiência fora do território Tâmega e Sousa, marca presença, António Loureiro, presidente da Câmara Municipal de Albergaria a Velha. Para nos expor experiências de players localizados geograficamente dentro do território Tâmega e Sousa, sobre os mercados de comercialização de produtos locais temos, Diogo Pereira em representação da Dólmen irá falar sobre o trabalho de muitos anos na comercialização de produtos locais/endógenos nos centros de comercialização de Amarante, Marco de Canaveses, Baião, Cinfães e Resende, José Armindo em representação da Quinta de Paçô/Pecado Capital, irá expor por produção e exportação de vinho verde a partir de uma vinha com 4 ha. Sousa Guedes em representação do GAL AderSousa irá apresentar a experiência do projeto "PROVE". Agradeço em nome da CIM TS e em meu nome pessoal a presença e participação de cada um dos membros do painel de oradores
Cada um dos nossos convidados fará a sua apresentação pessoal e depois, num segundo momento apresentarão as boas práticas de que tem experiência e são porta voz. Após cada apresentação de boas práticas haverá um período de debate com as intervenções do público. Se houver tempo, na parte final do evento, haverá um período de discussão e intervenções abertas.

Limões ou limas MPB: o que devo fazer para me lançar numa destas atividades?

Olá Boa noite,

Em primeiro lugar felicitações por todo o seu trabalho no bloge, após uma pesquisa nos últimos dias localizei o mesmo e simplesmente, muitos parabéns. Espetacular. 

Ora bem o que me trás ao seu encontro será tal como indica o assunto. Agricultura biológica. 

Disponho de cerca de 10/12hect de solo localizado em Pedrogão pequeno, Serta. Zona afetada pelos incêndios Outubro 2017 onde até à data o que se encontrava lá seriam culturas medronheiros, pinhal, eucaliptos e arbustos. Agora pretendo dar outro rumo. 

Fiz uma pequena pesquisa conversa daqui e dali e estou a pensar em agricultura biológica de limoeiros ou limas. 
Entrando nos grandes potências de mercado virando atenções para a seção das frutas temos limas a rondar 4€/kg limoes 2/kg. Ora uma pesquisa mais profunda, grande parte destes citrinos não tem origem Portugal e muito menos biologicos. 
Pensando um pouco mais á frente, limao/Lima são frutos que aguentam 2 meses sem precisar de frio. Logo não preciso fazer esse investimento. Manutenção diária muito pouco. Significa que apenas teria selecionar a qualidade mais rentável para esta zona, fazer vedação, que quase nem precisa, porque pelos conhecimentos adquiridos creio javali e etc não ataca essas plantações. Sistema de rega, não é necessário furo pois disponho de 2minas com muita água. Apenas bomba talvez. E tão séria preparaçao do solo e aquisição da qualidade da planta mais rentável, sistema de rega e máquina agricola. Basicamente seria isto. Teria custo de mão de obra diária baixo comparando com mirtilo por exemplo. 
Considerando os seus conhecimentos qual a sua opinião? 
Estaria mais virado para as limas uma vez que a produção seria mais rentável pelo preço de venda e possívelmente mais fácil escoar o produto. 


Agradeceria imenso a sua opinião. 

Melhores Cumprimentos 

Comentários:
1. Comece por fazer o levantamento e identificar quem lhe irá comprar os limões e as limas, identifique que quantidades necessitam por épocas do ano, preços que têm pago por ano nos últimos 3 anos, prazos de pagamento, referências de outros produtores seus fornecedores que possa visitar para avaliar "os ossos de oficio da atividade".

2. Faça um plano de negócios sumário: valores de investimento, custos de exploração, produções em cada ano e valor da produção (rendimento bruto), elabore uma tabela em Excel com as entradas e saídas de dinheiro em cada ano, identifique o fundo de maneio que irá necessitar (dinheiro necessário para equilibrar a tesouraria naqueles anos que não a atividade não gera entrada de dinheiro para fazer face às saídas de dinheiro).

3. Se após concluir o indicado em 2. verificar que deve investir contrate consultoria para o ajudar a montar a operação. Recomendo que contate a eng. Sónia Moreira da Espaço Visual (917 075 852).

Votos de bom trabalho e dos maiores sucessos nesta sua vertente empreendedora   


quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Levantamento das variedades hortofrutícolas tradicionais do Tâmega e Sousa

No território do Tâmega e Sousa são ainda cultivadas variedades hortofrutícolas tradicionais, que, em alguns casos, são apenas do conhecimento dos seus proprietários, existindo, por isso, o risco de no curto prazo poderem desaparecer.

No sentido de as preservar, a Comunidade Intermunicipal do Tâmega e Sousa, que integra os municípios de Amarante, Baião, Castelo de Paiva, Celorico de Basto, Cinfães, Felgueiras, Lousada, Marco de Canaveses, Paços de Ferreira, Penafiel e Resende, vai desenvolver uma ação de identificação e levantamento das variedades hortofrutícolas tradicionais existentes na região.

Pretende-se, assim, conhecer e garantir a conservação das variedades hortofrutícolas tradicionais, contribuindo para a sua sustentabilidade.

Os produtores de hortícolas e/ou árvores de fruto tradicionais podem inscrever-se até 31 de agosto, no sentido de manifestar o seu interesse em receber uma visita técnica para identificação de variedades tradicionais.

As inscrições podem ser efetuadas através de formulário eletrónico, acessível nesta ligação, de e-mail (geral@cimtamegaesousa.pt) ou pelo telefone (968 385 206 ou 255 718 340).

De 01 a 30 de setembro decorrerão as visitas por parte de uma equipa especializada, que se deslocará pelo Tâmega e Sousa para proceder à identificação e caracterização das variedades.

Ajude-nos a identificar e preservar as variedades hortofrutícolas tradicionais!

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Agrogarante - Conversas de Agricultura, Vila Real 28 de junho 2018

Irei proferir uma intervenção no Fórum da Agrogarante "Conversas de agricultura - Sustentabilidade e Valor Acrescentado", Hotel Miracorgo, Vila Real, na próxima 5.ª Feira, dia 28 de junho, com o tema "Tendências do Setor na Região".

Ver programa "http://www.agrogarante.pt/pt/noticias/forum-conversas-de-agricultura-em-vila-real/"

quarta-feira, 23 de maio de 2018

SERÃO DE ALDEIA "TRADIÇÃO E INOVAÇÃO | RESILIÊNCIA EM MEIO RURAL: RAÇAS AUTÓCTONES"

Serão de Aldeia "Tradição e Inovação | Resiliência em Meio Rural: Raças Autóctones", será promovido pela Dolmen, no próximo dia 25 de maio em Cinfães, no qual irei contribuir como moderador da sessão.



quarta-feira, 9 de maio de 2018

TERRA TALKS - Próxima 6. ª Feira

Aplicações de Geoinformática na gestão e inovação de territórios rurais inteligentes
51ª AGRO, Feira Internacional de Agricultura, Pecuária e Alimentação
Parque de Exposições Braga, 11 de Maio de 2018 (sexta-feira)
10.00 h- Sessão de Abertura
10.10 h- A Geoinformática como instrumento e suporte á inovação e sustentabilidade de territórios rurais; Joaquim Alonso (ESA-IPVC)
10.30 h- A elaboração de gestão do cadastro geométrico da propriedade rústica; Rui Pedro Julião (FCSH-Universidade Nova Lisboa)
10.50 h- Instrumentos WEBSIG para a monitorização e gestão de atividades agrícolas em zonas vulneráveis; Pedro Castro (ESTG-IPVC)
11.10 h- O processamento e análise de séries temporais de imagens na monitorização de áreas e culturas agrícolas; Cláudio Paredes (ESA-IPVC)
11.30 h- A Geoinformática na base de uma agricultura de precisão para territórios rurais inteligentes- José Martino (Espaço Visual)
11.50 h- Debate
12.00 h- Conclusões e Sessão de fecho

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Intervenção José Martino, CEO da Espaço Visual, no lançamento da conferência "O novo quadro comunitário e as ajudas públicas para a agricultura portuguesa"


Cumprimento e agradeço ao Sr. Diretor Geral do Gabinete de Planeamento, Politicas e Administração Geral, Sr. Eng.  Eduardo Diniz, ter aceite convite para a conferência "O novo quadro comunitário e as ajudas públicas para a agricultura portuguesa" e dizer-lhe que nós Espaço Visual nos sentimos muito honrados com a sua presença e dinamização deste evento. É uma forma simples de ajudar a comemorar os 25 anos de uma organização que tem contribuído para o desenvolvimento e progresso dos agricultores, dos empresários agrícolas e agroindústriais, bem como do associativismo e organização das fileiras.

Quero cumprimentar a Dra. Diretora Geral da Espaço Visual, Sra. Eng.  Dina Fernandes, e na sua pessoa todo sos dirigentes e todas as equipas da Espaço Visual, os quais representam organização no seu momento atual de mudança geracional de 25 anos, uma marca que vive por si, para lá da sua liderança na minha pessoa, uma afirmação da mudança nos paradigmas das agriculturas de Portugal que a Espaço Visual quer acompanhar e liderar.

Cumprimento o Sr. Eng. Carlos Duarte, um amigo de longa data que tem estado disponível ao longo dos anos para ajudar a Espaço Visual.

Cumprimento os amigos, parceiros, empresários utilizadores dos serviços da Espaço Visual, interessados nestes temas das agriculturas e demais pessoas aqui presentes.

Iniciam-se hoje as comemorações dos 25 anos da Espaço Visual através de um conjunto de eventos de interesse público, que visam promover e melhorar os empresários agrícolas e as suas organizações.

Pretendo dar nota das principais linhas da história de 25 anos da Espaço Visual, de start up e empresa familiar de um free lancer, visionário, ambicioso, trabalhador incansável da promoção e desenvolvimento da fileira do kiwi, dos kiwicultores e das suas organizações, seja das diversas organização de produtores, seja da APK, à fileira dos pequenos frutos, das atividades agrícolas e agroindustriais em geral até á promoção da cultura do pistácio e dos frutos secos, uma marca na consultoria agrícola e rural em Portugal. 

Da organização de um homem só, a uma equipa restrita de pioneiros na equipa inicial que nele acreditaram e trabalharam de forma empenhada, noite e dia, para prestar bons serviços aos agricultores, até uma organização independente, autónoma, que funciona para lá do trabalho isolado de cadfa um dos seus membros. 

Da empresa do norte a uma organização nacional, de Gondomar a Beja, destes locais à próxima aposta no desenvolvimento agrícola de Trás os Montes e das Beiras. 

Dos projetos, sua implementação e pedidos de pagamento, a uma vasta gama de produtos e serviços: licenciamentos, avaliação de propriedades, seguros agrícolas, prestação de serviços de contabilidade e gestão, um amplo pacote de ações de formação profissional, presencial e à distância. Continuo orgulhoso da Espaço Visual,  EV, "escola de vida", entram colaboradores ficam melhores cidadãos, melhores profissionais, mais ajustados ao mercado de trabalho, massa crítica da sociedade e das agriculturas de Portugal.
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Quero fazer uma referência especial em público à 1.ª diretora geral da Espaço Visual, Eng. Fernanda Machado que contribuiu para o crescimento e desenvolvimento desta empresa, das equipas e da minha pessoa.

Quero dar nota pública do trabalho incansável da Atual Diretora Geral Eng. Dina Fernandes e da sua equipa dirigente, Dr. Ricardo Gonçalves, Eng. Sónia Moreira e Dr. Tiago Martino com o objetivo de tornar a empresa melhor gerida, mais moderna, mais eficaz em prestar melhores serviços  aos seus clientes. Aqui fica o meu reconhecimento público da sua liderança operacional e da sua lealdade em prol dos superiores interesses da organização.  

Fica também o meu reconhecimento público do trabalho árduo de cada um os colaboradores da Espaço Visual. O meu muito obrigado!

Quanto ao futuro, a Espaço visual irá estar na linha da frente na resposta aos novos desafios dos empresários agrícolas e das suas organizações: gestão mais eficaz, digitalização das atividades e agricultura de precisão, melhores e maiores competências profissionais, verticalização das atividades, respostas às alterações climáticas, acesso à terra, incremento da dimensão das atividades, mudança da estrutura fundiária, concentração da dimensão das atividades, etc. etc.

Lançando a conferência do Sr. Eng. Eduardo Diniz iremos certamente perceber o estado da arte da negociação do novo quadro comunitário de ajudas para agricultura, o estado atual das agriculturas de Portugal e  teremos certamente no debate de poder contribuir com as nossas ideias e sugestões para tornar mais eficaz o próximo pacote de ajudas europeias às agriculturas de Portugal.

Muito obrigado

José Martino fala sobre pequenos frutos na Agro Braga




José Martino, empresário e consultor agrícola, e um dos mais conhecidos bloggers sobre agricultura, vai fazer uma intervenção na Agro Braga, dia 11 de maio, pelas 11.50h, que se realiza no Forum de Braga.
Este evento, organizado pela CIM (Comunidade Intermunicipal) do Cávado, vai incluir um worshop sobre “Exportação e Internacionalização de Kiwis, Mirtilos e Framboesas na Região do Càvado”.
José Martino, um dos maiores especialistas nacionais sobre a fileira dos pequenos frutos, vai falar sobre O mercado internacional dos pequenos frutos e os principais mercados alvo”.

quarta-feira, 2 de maio de 2018

Jovens agricultores - nova legislação (portaria 118/2018, 30 de abril)

Bom dia, José Martino,

Há notícias que vão existir novas regras para atribuição de ajudas aos jovens agricultores. Confirma?
Obrigado
Cumprimentos,

Comentários:
1. Foi publicada na passada 2.ª feira dia 30 de abril de 2018, a portaria n.º 118/2018. Estabelece o regime da operação 3.1.2, «Investimento de jovens agricultores na exploração agrícola», integrada na ação 3.1, «Jovens agricultores», da medida 3, «Valorização da produção agrícola», do Programa de Desenvolvimento Rural do Continente, abreviadamente designado por PDR 2020.

2. Quem precisar de saber os pormenores específicos para o seu caso concreto deve marcar uma consulta com a Eng. Sónia Moreira da Espaço Visual (917 075 852)

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Espaço Visual Comemora 25 anos

Diretor Geral do GPP
é convidado da Espaço Visual
Consultora comemora 25 anos com ciclo de conferências
No dia 4 de maio a consultora agrícola Espaço Visual, uma das mais prestigiadas do mercado, arranca com um ciclo de conferências para comemorar os seus 25 anos de existência.
Nesse dia, pelas 11h00, na sede da empresa, na zona industrial de Gondomar, o engº Eduardo Diniz, diretor geral do GPP  (Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral) será o orador convidado para falar sobre "O novo quadro comunitário e as ajudas para a agricultura portuguesa"
Estas sessões, abertas ao público, irão ainda debater, outros temas da atualidade agrícola, como as perspetivas de crescimento e desenvolvimento dos agricultores portugueses nos próximos 25 anos.
José Martino, CEO da Espaço Visual, afirma que a empresa tem uma responsabilidade social e de serviço público, pelo que defende uma estratégia de criação de eventos e iniciativas destinadas a não só colocar os temas agrícolas na agenda mediática mas também a contribuir para o esclarecimento e formação dos agricultores portugueses.
A Espaço Visual vai estender as comemorações dos seus 25 anos por todo o país, eestá já a preparar a próxima Ovibeja, entre os dias 27 e 30 de Abril.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Sonho em construir algo meu na área agrícola, por onde devo começar?

Bom dia Sr. Engenheiro José Martino.
Tenho acompanhado o seu blogue sobre o mundo da agricultura, desde há muito tempo, porque cresci num meio agrícola, já que a minha família esteve ligada agricultura. Tenho 26 anos, e sou do distrito de Braga, tenho procurado aprender sobre área da agricultura e tentando aceder a um projecto agrícola, trabalho já algum tempo mas o rendimento do meu trabalho não me deixa fazer grandes planos , mas sonho em construir algo meu na área agrícola  
O meu pai tem um terreno no distrito de Braga com aproximadamente 5 hectares, onde eu vivo.
Tenho um gosto especial pela agricultura, e gostava de dedicar algum do meu tempo a essa área, mas não sei por onde começar com quem deva falar, por isso mando este mail para indicar alguém aqui no distrito de Braga com quem possa falar e avançar com uma  candidatura a  um protejo agrícola.
Tenho duvidas sobre um projecto agrícola rentável, sobre todo o processo da candidatura a jovem agricultor, já tenho ferramentas, o meu pai cede-me o terreno, algumas alfaias agrícolas e tractor, precisava era financiamento e um projecto rentável e de futuro. Fico aguardar uma ajuda da sua parte, em tentar arranjar uma solução para este terreno que se encontra abandonado e que perfeitamente pode servir para um inicio de uma nova etapa da minha vida.

Comentários:
1. Comece por ler de forma exaustiva, neste blogue, os conselhos que dou a quem se quer instalar na agricultura.

2. Para o ajudar a montar um projeto agrícola de sucesso recomendo que marque uma consulta com a eng. Sónia Moreira da Espaço Visual  (917075852)

terça-feira, 17 de abril de 2018

Plano de Desenvolvimento do Setor Agroalimentar Baixo Tâmega

Uma equipa da Ruris em consórcio com uma equipa da UTAD elaborou o Plano de Desenvolvimento do Setor Agroalimentar Baixo Tâmega (https://aeamarante.pt/food-cluster-revolution/plano-de-desenvolvimento/) para os concelhos de Amarante, Baião, Celorico de Baste e Marco de Canaveses, e sobre o qual assenta a proposta de desenvolvimento do Food Cluster Revolution. Foi um trabalho que se iniciou a 30 Novembro de 2016 e terminou a 31 de março de 2018.

sábado, 7 de abril de 2018

Banco de terras de Guimarães

Estão em curso as inscrições para o Banco de Terras de Guimarães, cujo prazo termina no dia 16 de abril. Esta é uma oportunidade para os proprietários de terrenos agrícolas ou florestais, que não têm vocação para os explorarem por falta de tempo ou por idade avançada, retirarem um benefício do seu terreno (renda o que equivale ao juro do capital fundiário terra que é colocado no banco).
A Câmara Municipal lançou o Banco de Terras de Guimarães através da sua Incubadora de Base Rural (IBR Guimarães), como um instrumento através do qual os proprietários podem arrendar ao Município terrenos cuidados ou abandonados ou sem utilização, para que este os subarrende a empreendedores com vontade em criar o seu próprio negócio agrícola ou de base rural.

O Banco de Terras de Guimarães corporiza um conjunto de benefícios para o proprietário, na medida em que valoriza os terrenos com potencial agrícola ou florestal, com garantia de renda por parte do Município de Guimarães. Os proprietários recebem o património fundiário no mesmo estado de uso ou ainda melhor do que o estado inicial e deixa de ter custos com a limpeza anual de vegetação, espécies arbustivas e manta morta.
As inscrições para o Banco de Terras de Guimarães estão abertas até 16 de abril. Os proprietários interessados deverão consultar o
aviso de abertura de candidaturas disponível no site do Município de Guimarães e seguir as orientações para submissão da candidatura.
A Incubadora de Base Rural de Guimarães (IBR Guimarães) foi criada em julho de 2017 com o intuito de apoiar empreendedores a desenvolver a sua ideia ou plano de negócio de base rural no concelho e tornar Guimarães como um território de referência no bom uso do solo agrícola e florestal.
O banco de terras de Guimarães é um projeto pioneiro porque é o 1.º banco de terras a funcionar em Portugal