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sexta-feira, 22 de março de 2019

KIWI - A História do lançamento e primeiros anos da APK - Associação Portuguesa de Kiwicultores

Irei fazer uma intervenção, na primeira pessoa, sobre a história APK - Associação Portuguesa de Kiwicultores porque lancei a ideia de se avançar com a formação desta associação e presidi à Direção durante 2 mandatos.

Jornadas Técnicas, que se realizam no próximo dia 30 de março (Sábado), na Sala “António Joaquim” no Hotel Nova Cruz, Santa Maria da Feira:

09h30
Ponto de Situação da Campanha de Comercialização
Entrepostos Associados da APK
Apresentação dos dados Internacionais
APK – Patrícia Duarte
Debate
10h30
APK – Fundação e Lançamento – José Martino (1.º Presidente da APK)
11h00
Pausa para café com Bolo de Aniversário – 15 anos APK
11h30
Fitossanidade - desafios na produção de Kiwi - Eva Garcia, Daniela Figueira, Aitana Ares, Joana Costa (FitoLab - Instituto Pedro Nunes e CEF - Centro de Ecologia Funcional)
12h00
Bion, ativador da defesa das plantas - Gilberto Lopes (Syngenta)
12h20
Proteção Respiratória na Aplicação de Fitofarmacêuticos - Hugo Rocha (Tecniquitel)
12h40
Debate
13h00
Encerramento
 Confirmação da presença até dia 27 de março através do contacto: Fixo: 256 336 244, Telemóvel: 912 593 825 (Alexandra Gomes) ou e-mail: apk@apk.com.pt.

terça-feira, 12 de março de 2019

Apresentação do Projeto - DES AGRO 4.0

A RU'DE – Associação de Desenvolvimento Rural, convida-o(a) a estar presente na Sessão Pública de Apresentação do Projeto Des Agro 4.0, com inicio às 14h30m, do dia 14 de março, na Sala da Imprensa do Casino Fundanense, no Fundão.

O projeto DES AGRO 4.0 é uma rede de cooperação que pretende identificar e promover a incorporação de novas tecnologias baseadas na IoT (Internet of Things) nos sectores agro-alimentar e agro-industrial das regiões da Cova da Beira e Douro Verde, que permitam um aumento da eficiência na utilização dos recursos e possibilitem acrescidos factores de competitividade e rentabilidade.

O DES AGRO 4.0 resulta da parceria entre a RU.DE- Associação de Desenvolvimento Rural, a Dolmen – Cooperativa de Desenvolvimento Local e Regional, a Universidade de Trás-os-montes e Alto Douro e o Instituto Politécnico de Castelo Branco, co-financiado pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional e enquadrado no Sistema de Apoio a Ações Coletivas do Programa Operacional Competitividade e Internacionalização.

O programa da sessão de apresentação do projeto DES AGRO 4.0, contará com uma palestra e mesa redonda de debate sobre a inovação tecnológica no sector agrícola.

Consulte o programa aqui

 As inscrições para a sessão de apresentação são gratuitas, mas obrigatórias. 
Contamos com a sua presença.

Inscrições em: https://goo.gl/xXcLv9 


quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Turismo - valor de arrendamento de prédio rústico

Caro Engenheiro José Martino,

Poderia ter a a amabilidade de me esclarecer a seguinte dúvida: sou proprietário de uma quinta em ..., junto à praia..., que está classificada como terreno rústico, mas que está já rodeada de urbanização e tem um grande potêncial para turismo ecológico. A quinta tem 18,2 hectares.
Que valor lhe parece justo para alugar para um projecto turístico?

Grato pela sua ajuda,

Comentários:
1. A questão colocada é muito especializada, incide sobre o valor da renda de um prédio rústico para exploração em turismo ecológico, requerendo a resposta uma visita ao terreno e a elaboração de um estudo  tendo em conta os tipos de negócios potenciais.

2. Não fugindo à pergunta colocada, na minha opinião, o valor da renda varia desde 1% a 15% do rendimento liquido que pode gerar o negócio a instalar, dependendo o valor percentual inversamente dos valores absolutos gerados pelo negócio.

3. Se precisar de consultoria especializada contate a Eng. Sónia Moreira da Espaço Visual (917075852)

Turismo - Crédito Bancário

Viva, bom dia,
Estou a pensar investir no turismo. Pode ajudar-me a encontrar crédito bancário para o efeito pois tratam-se de investimento avultados, apesar de eu possuir 25% de capitais próprios face ao investimento total?
Obrigado
Cumprimentos,


Comentários:
1. Encontram-se descritas em https://www.norgarante.pt/pt/catalogo/linha-de-credito-com-garantia-mutua-capitalizar-turismo/ as condições de concessão de crédito bancário para apoiar investimentos na criação ou na requalificação de empreendimentos e estabelecimentos com interesse turístico.
2. Tem condições ajustadas ao tipo de investimento em causa, quer no prazo total da operação, longo prazo (10 a 15 anos), quer no período de carência de pagamento de amortizações (até 4 anos).
3. Só financia 1/3 do valor do investimento.
4. A Espaço Visual pode prestar consultoria e elaborar o Plano de Negócio para obtenção do crédito bancário (contate a eng. Sónia Moreira 917075852) 

Kiwis Amarelos

Boa tarde,
Desculpe o incómodo, ouvi recentemente sobre a potencialidade da produção do kiwi amarelo, e como temos cerca de 2 hectares de terreno, estava a pensar em apresentar uma candidatura aos fundos comunitários para jovens agricultores, pedindo uma opinião de alguém dentro do assunto, acha que poderia ter alguma viabilidade?
Obrigado pela atenção.

Comentários:
1. A produção de variedades de kiwis de polpa amarela são um bom negócio para o produtor desde que consiga as licenças para os produzir porque as boas variedades estão patenteadas (além da autorização para produzir quem detém os direitos sobre o material vegetal exige assinatura de contrato de exclusividade de comercialização entre o produtor e um entreposto de comercialização). 
2. A candidatura a fundos financeiros públicos de apoio ao investimento é importante para diminuir o risco financeiro associado ao empreendimento.
3. Deve contratar uma empresa especializada como a Espaço Visual para lhe prestar consultoria técnica especializada em kiwis, dar formação profissional, fazer contabilidade, tratar dos processo de licenciamento e elaborar a candidatura.
3. Marque uma visita técnica ao terreno com a Eng. Sónia Moreira da Espaço Visual (917 075 852)   

Jovem Agricultor Projeto ProDeR - prazos contratuais

Olá boa noite,

Sigo com atenção o seu blog e gostaria da sua ajuda no esclarecimento de algumas dúvidas, mais concretamente acerca de prazos.

Assinei contrato de Jovem Agricultor para a instalação de uma unidade de produção de cogumelos Shiitake em 31/07/2013.

Decorridos mais de 5 anos, as minhas dúvidas são:

- a partir de quando posso encerrar a actividade? 
- existe algum prazo para que me sejam pedidos os dados do cumprimento do plano empresarial? 
- posso ser eu a solicitar o encerramento do processo? 

Obrigado desde já pela atenção. 



Comentários (resposta elaborada pelo Eng. Vítor Ferreira, responsável pelos pedidos de pagamento da Espaço Visual):
1.  O encerramento da atividade vai depender do vínculo contratual que tem com o IFAP. Esta data poderá ser consultada no contrato assinado com o IFAP, contudo caso tenha havido alguma prorrogação da data de fim de execução do projeto ou do cumprimento do plano empresarial esta data é alvo de atualização.
2. Poderá consultar a data de vinculo contratual atualizada no portal do IFAP na opção de "Atualização de Datas".
3. O encerramento do processo é efetuado pela DRAP responsável pela análise dos pedidos de pagamento. Pelo que nestes casos, de forma a confirmar se todas as obrigações contratuais se encontram concluídas aconselha-se contactar diretamente a DRAP.
4. Se pretender apoio de consultoria da Espaço Visual marque uma consulta com a Eng. Sónia Moreira (917 075 852)


quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

APRESENTAÇÃO PROJETO DES AGRO 4.0 | Penafiel | 7 de fevereiro


PROJETO DES AGRO 4.0

Decorre no próximo dia 7 de fevereiro pelas 14H30, em Penafiel, a Sessão Pública de Apresentação do Projeto Des Agro 4.0, no Auditório do Museu Municipal de Penafiel que será seguida de palestra técnica dedicada à "Tecnologia na Viticultura e Agropecuária".



quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

Tenho um projeto de jovem agricultor encalhado nos atrasos do PDR2020, o que devo fazer?

bom dia engº  martino
aproveito a oportunidade de me dirigir a Vª Exª para o cumprimentar e
lhe manifestar o maior apreço pelo seu trabalho em prol da
agricultura portuguesa e na ajuda preciosa que tem dado a imensos
jovens e não, só com os seus conselhos.
sou um jovem agricultor com um projeto apresentado em Maio/junho de
2017 que obteve uma pontuação de 13.75, em que o objetivo era a
produção de milho em grão e bovinos de carne raça marinhoa numa area
de cerca 45 ha, cerca de metade da área afeta a cada atividade.
o projeto foi aprovado com comunicação feita em março de 2017 e ate
esta data a indicação que tive foi a de que teria que passar para o
quadro de candidatura seguinte ou seja 2018/2019. procedimento que fiz
de imediato.
nesta data não tenho qualquer indicação de qual a programação de e nao
tenho qualquer perspetiva por parte da unidade de gestão sobre o tempo
em que ira ocorrer a contratualização desse projeto.
será que o sr. eng. que me pode dar alguma perspectiva temporal uma
vez que tem muita familiaridade com este tipo de assuntos
agradeço desde ja a atenção dispensada e fico imensamente grato se me
puder dar alguma indicação
bem aja

Comentários:
1. Provávelmnete poderá ser difícil captar apoio financeiro para o seu projeto devido aos atrasos. No entanto vá à luta porque da minha larga experiência com candidaturas, verifiquei muitas vezes que não há fome que não dê em fartura.

2. Recomendo que ligue duas vezes por semana para a autoridade de gestão do PDR a pedir informação sobre o resultado processual da sua candidatura, bem como para o serviço da DRAP que tramitou a sua candidatura. Nunca desista até que lhe deem a informação que necessita.

3. Questione por mensagem pública e privada no FB do Sr. Ministro da Agricultura, Capoulas Santos, sobre o estado do concurso e da sua candidatura, respetivamente, porque são muito rápidos e eficazes a dar resposta.

4. Não consigo perceber que sendo Portugal um país em que há falta de jovens na agricultura, exista um governo que não financie todos os projetos de jovens agricultores que tenham condições para serem aprovados. Deviam tirar dinheiro de outras medidas e ações do PDR2020 para colocar nos apoios à 1.ª instalação e investimento de jovens empresários agrícolas.     

terça-feira, 22 de janeiro de 2019

Pistácio / Pistacho

 Olá eng José Martino,

Eu sou engenheira civil, tenho 32 anos e vivo na cidade da Guarda, vou ficar sem trabalho e gostaria de ingressar na  vertente agrícola. Andei a pesquisar e encontrei o seu blog e gostei muito da informação que dá às pessoas que por lá passam e deixam as suas duvidas. Eu gostaria de lhe expor a minha ideia e receber a sua simpática opinião. 
Estava a pensar em apostar na produção de pistacho.
O que me diz?


Cumprimentos.

Comentários:
1. O pistácio/pistacho é uma cultura muito interessante porque tem uma elevada diferença entre o preço pago ao produtor pela fruta e o seu custo de produção, seja este medido de forma económica (inclui as amortizações do investimento) seja pela vertente financeira (fluxo de dinheiro saído e entrado) (há no minímo uma diferença positiva de 3 vezes entre custo e proveitos medida de forma económica ou 6 vezes positiva se a diferença for medida pelas entradas e saídas de dinheiro na tesouraria do negócio).

2. É preciso ter capacidade financeira própria ou própria e alheia (crédito familiar ou bancário), para lá das ajudas públicas ao investimento, para conseguir levar o investimento nos pistácios e a sua exploração a bom porto porque demora 4 a 6 anos para entrar em produção e mais 3 a 6 para chegar à plena produção.

3. A partir da plena produção a sua margem bruta é aquela que está indicada no ponto 1.

4. No distrito da Guarda há condições de variação de climas ao longo dos seus concelhos que fazem oscilar a maior ou menor aptidão para a cultura, tem a ver com a maior ou menor probabilidade do número de dias com chuvas no mês de abril (época de floração e polinização pelo vento entre flores de plantas macho e flores de plantas fêmeas) e o mês de setembro (mês de colheita dos frutos que não pode ser realizada com chuva).

5. Se precisar de consultoria para ter uma opinião técnica avalizada marque uma consulta com a Eng. Sónia Moreira da Espaço Visual (917 075 852).     

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Maracujá

Sr, Eng, José Martino muito bom dia,

Adoro ler o seu blogue porque traz coisas úteis e atuais sobre a agricultura. Tenho aprendido muito com a sua leitura. Espero ter a oportunidade de obter resposta a esta minha pergunta:
Como devo preparar o solo para uma plantação de maracujá?
Muito agradecida.
Cumprimentos,

Comentários:
1. A adequada preparação do solo para a implantação de maracujá deve ter em conta a sua profundidade, a qualidade da rocha mãe (se esta é maciça, se está fraturada) a existência de camadas impermeáveis, a fertilidade do solo (alta, média ou baixa), a existência de problemas de drenagem, etc.

2. Tendo em conta o conjunto das variáveis expostas em 1. deve pedir a um técnico agrónomo que lhe faça o projeto para a sua situação em particular. A Espaço Visual disponibiliza este serviço (telefone à eng. Sónia Moreira a pedir orçamento (917075852).

3. Algumas ideias gerais:
a) Limpe o terreno de pedras e vegetação lenhosa;
b) Proceda a uma surriba (cave o terreno com a pá de uma rotativa) ou ripagem (passe com o dente de um bulldozer) com 1 metro de fundo.
c) Face a recolha das amostras de solo para análise completa;
d) Retire pedras e raízes durante e após as operações indicadas em b);
e) Faça as operações necessárias para drenar o terreno (se necessário);
f)Espalhe fertilizantes (adubos com fósforo, potássio e magnésio, bem como o corretivo de pH);
g) Lavre, grade ou escarifique, conforme os casos;
h) Retire pedras que estejam à superfície (despedrega)
i) Instale sistema de suporte;
j) Instalar sistema de rega;
k) Plantar

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Poda inverno mirtilo

Boa tarde Sr. José,

Tenho uma pequena de plantação de mirtilos de 3000 m2 e não sei como fazer a poda agora no inverno. Como devo proceder?

Obrigado.

Cumprimentos:
1 . A poda a realizar depende da idade da plantação, variedades, vigor, produção do último ano, fertilidade do solo, etc.

2. Se as plantas não tiverem o desenvolvimento e tamanho adulto deverá realizar-se uma poda de formação: deixar os ramos mais grossos na base desde que afastados entre si para permitir o arejamento e iluminação. Cortar as pontas dos ramos que sejam muito finas.

3. Se a planta já estiver adulta retirar pela base os ramos com 4 ou mais anos. Retirar ramos inteiros para facilitar o arejamento e iluminação no interior da planta. Cortar pontas finas.

4. O descrito em 2 e 3 são algumas indicações gerais sobre poda, pelo que é recomendável que a poda seja indicada pela visita de um técnico especialista. Contate a Eng. Sónia Moreira da Espaço Visual (917075852) com o objetivo de uma visita técnica.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Desenvolvimento Rural

Na última semana tive o privilégio de poder continuar a exercer a algumas ações de promoção do desenvolvimento rural:
1. Animação e coordenação do grupo de trabalho transversal sobre o Agroalimentar na Região do Tâmega e Sousa, para abordar o estado da arte, o seu desenvolvimento no futuro próximo e o papel que pode ter a Comunidade do Tâmega e Sousa no desenvolvimento desta fileira, 10 janeiro, Penafiel.
2. Ação de formação promovida pela Espaço Visual, prática sobre A Poda do Kiwi Verde, 12 janeiro, Gondomar.

Nogueira: preparação de terreno para plantação do pomar

Sr. Eng. José Martino, bom dia,

Estou a iniciar a preparação de terreno para uma plantação de 10 ha nogueiras, o que me recomenda que faça?
Agradeço que me dê algumas indicações gerais.

Cumprimentos,

Comentários:
1. A preparação do terreno para a implantação do seu pomar de nogueiras deve ter em conta o projeto já realizado: o estudo dos solos e clima, a captação, armazenamento e distribuição  da água de rega, a análise completa de solo, a fertilização de fundo, mobilizações, sistema de condução, etc. etc.

2. Deve começar por limpar o terreno de restos de culturas anteriores, árvores, arbustos e ervas, deve retirar pedras.

3. Deve fazer uma mobilização profunda a 1m de profundidade através de ripagem ou surriba.

4. Segue-se a retirada de pedras superficiais (despedrega) raízes e regularização ou alisamento da superfície do solo.

5. Executam-se as drenagens.

6. Espalham-se por todo o terreno os fertilizantes com excepção da matéria orgânica que deve ser espalhada em forma mais confinadas nas zonas das linhas da nogueira.

7. Lavra-se ou grada-se para fazer o enterramento dos adubos e corretivos.

8. Instala-se o sistema de rega.

9. Limpa-se de novo o terreno antes de fazer a marcação e piquetagem na plantação manual ou a própria plantação quando se utilizam meios mecânicos automáticos com marcação por GPS     

domingo, 6 de janeiro de 2019

Cultura do Kiwi na Ilha da Madeira

 Bom dia- Sr. Martino.
Sou da Ilha da Madeira estou pensando desenvolver um projeto para Kiwi numa área aproximada de 15000 m2 , gostaria de saber qual a produção m2 ao fim do quarto ano e qual o custo da instalação aproximado por m2 - obrigado.


Comentários:
1. A produção do kiwi ao 4.º ano na Ilha da Madeira, vai depender do potencial produtivo do terreno medido no número de horas de frio invernal (n.º horas de temperatura abaixo de 7.ºC entre novembro e março (inclusive)), variedades, preparação do terreno para implantação, técnicas culturais ao longo dos 4 anos. Em síntese, pode variar de zero a 35 toneladas por hectare.


2. O custo de implantação de 1 hectare de kiwis (10 000 m2) com boa preparação de terreno, estrutura de suporte, plantas de qualidade, boa infraestrutura da rega, etc.  varia de 25 000 - 30 000 euros. Acrescem os custos com eventuais melhoramentos fundiários (capatação e armazenamento de água, drenagens, muros,etc.) armazém, estrutura de mecanização (tractor e equipamentos), etc.

3. Recomendo que mande elaborar um estudo técnico económico para tomar a decisão fundamentada sobre esse investimento em kiwi na Ilha da Madeira.

4. A Espaço Visual tem competências para fazer o indicado em 3. (peça orçamento à Eng. Sónia Moreira (917075852))

Apoios PDR 2020

Viva Eng. José Martino
Desde já os meus parabéns pelo seu blog
Venho expor o meu pedido
estou a pensar comprar um terreno com +-  6 ha com uma pequena casa antiga para reconstruir com +- 90 m2
o terreno é no Baixo Alentejo
a ideia e ter um pequeno monte com oliveiras e sobreiros para ser o meu local de descanso
Venho perguntar quais são os apoios nesta situação
Aguardo as suas prezadas noticias

Cumprimentos

Comentários:
1. Os apoios financeiros públicos existem para apoiar investimentos (despesas relativas a custos cuja contrapartidas de resultados perduram mais do que 1 ano (exercício económico) ou seja amortizam ao longo de vários anos) na agricultura ou floresta.

2. Para obtenção dos incentivos financeiros ao investimento deve apresentar uma candidatura que tenha coerência técnica e económica de acordo com a ação e medida a que se candidata.

3. Os incentivos financeiros podem assumir a forma de subsídios a fundo perdido ("incentivos não reembolsáveis") e/ou empréstimos sem juros ("incentivos reembolsáveis"). Variam entre os 30% a 50% do investimento elegível (valor de investimento sobre o qual o Ministério da Agricultura aplica a percentagem do apoio (na maior parte das vezes é inferior valor necessário para realizar o investimento de forma adequada) ou seja, na realidade corresponde 15% a 35% do investimento total.

4. Para o seu caso deve promover a visita de um técnico especialista ao terreno que pretende adquirir com o objetivo de verificar quais os investimentos agrícolas ou florestais mais adequados e qual a melhor estratégia para obtenção dos apoios financeiros públicos.

5. Se pretender ajuda para o indicado em 4. fale com a Eng. Sónia Moreira da Espaço Visual (917075852).