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Filtros de Areia

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 A fotografia mostra uma bateria de filtros de areia. São recomendados para limpar água de rega que provém de armazenamento ao ar livre, água de rios, ribeiros ou charcas. Defendo que devem ser filtros com limpeza automática para garantir que as regas que sejam planeadas são realizadas.  

Charcas

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 As charcas são escavadas no solo sendo mais usualmente revestidas as respetivas paredes e fundo com tela de borracha. Nesta foto vê-se a tela de borracha que sobe até ao topo, cobre pelo menos um metro na horizontal, coberta com terra para segurar as extremidades (é aberto um rego, colocada a tela no fundo do rego e este é arrasado com terra). Muito importante é a colocação de vedação com 2 m de altura para garantir a segurança de pessoas e animais  impedindo o acesso e a possível queda na água com risco de afogamento. Na minha opinião, são o investimento mais barato para o armazenamento de água, sobretudo para grandes reservas de água com grande capacidade, depósitos para centenas ou milhares de metros cúbicos.  Nos últimos anos tem perdido terreno para os depósitos metálicos porque estes não deixam a água em contato direto com a luz solar mantendo a água mais limpa, mais fácil de filtrar e com menor risco de entupimento dos bicos de rega.

Kiwi Granizo

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Este é o resultado da queda de granizo numa plantação de actinideas/kiwis durante o mês de abril: folhas esburacadas pelo granizo e rebentos partidos. Quando estes fenómenos atmosféricos são muito frequentes terá de instalar uma rede sobre as plantas de actinidea/kiwi para impedir que o granizo atinja as plantas sobretudo as partes herbáceas, embora se a granizada for intensa também causa estragos na madeira lenhificada.  

Cerejeira

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 Uma planta de cerejeira, colocada no terreno em dezembro e apresentava este crescimento em meados de abril! A produção de cereja é muito interessante por apresentar rentabilidade elevada! É uma atividade vegetal que exige conhecimento na escolha das variedades, porta-enxerto e na sua tecnologia básica, formação, poda, controlo de vigor, fertilização e controlo sanitário! Eu aposto nesta atividade! 

CONFERÊNCIA - INVESTIMENTO NA AGRICULTURA GPP

  CULTIVAR Nº 25 · Investimento na agricultura 19 de outubro de 2022, 4ª feira Salão do Marquês | Praça do Comércio | Lisboa PROGRAMA 10h30 – Abertura Eduardo DINIZ, diretor-geral, GPP 10h45 – Breve apresentação Bruno DIMAS, subdiretor-geral, GPP 11h00 – Mesa-redonda Bruno DIMAS, economista Filipe CHARTERS DE AZEVEDO, economista José MARTINO, engenheiro agrónomo Luís CAETANO, empresário agrícola Moderadora: Joana ALMODÔVAR, diretora, GEE | Ministério da Economia 12h30 – Debate 13h00 – Encerramento

Artigo Opinião Jornal Público 2022.10.06

  O meu artigo de opinião no jornal PÚBLICO:   Opinião Banco ou Bolsa de Terras? Será que a Bolsa de Terras foi abandonada e não interessa modernizá-la porque não foi criada por um governo PS? Cria-se o Banco de Terras para ser o ex-libris do PS na gestão do acesso à terra? José Martino 6 de Outubro de 2022, 16:20   O deputado Francisco Rocha, vice-presidente da bancada parlamentar do PS, assinou um artigo de opinião no PÚBLICO, no passado dia 22 setembro, com o título Porquê esperar mais? Neste artigo, o deputado socialista defendia o projeto lei do “Banco de Terras”, legislação da autoria do PS, debatida no Parlamento, e que baixou à Comissão com votos a favor do PS, BE e Livre, contra do PCP e IL, abstenção do PSD, Chega e PAN. Lembro que esta legislação do Banco de Terras foi a única proposta do pacote florestal de 2017, a célebre “maior reforma florestal desde D. Dinis” nas palavras do ministro que então tutelava as florestas à época, Capoulas Santos, que não foi

ARTIGO JN 2022.10.04

  ARTIGO NO JN   Opinião Prédios rústicos e heranças indivisas José Martino Ontem às 00:00 O Governo criou um grupo de trabalho constituído por entidades públicas para a propriedade rústica (florestal) porque "a fragmentação da propriedade rústica constitui um constrangimento relevante para a gestão ativa dos territórios". Mas estes problemas não se resolvem com o reforço de instrumentos jurídicos e fiscais, mas sim pelo emparcelamento funcional através do acesso à terra por contratos de comodato e arrendamento. É preciso analisar a consequência dos fundos comunitários na estrutura da propriedade rústica e os custos para registar e fazer escrituras de partilhas. São precisas políticas mais robustas para motivar a agregação de prédios. É preciso motivar os proprietários para ceder a gestão deste património, que, na maioria dos casos, não têm rendimento. O Estado quer fazer o cadastro simplificado, saber quem é o proprietário, o número da matriz, onde fica situado,