É mais racional e tem menos riscos seguir o que os outros fazem , funciona e tem mais baixos riscos!

 Tenho um terreno no concelho de Odemira de 100 ha. O terreno é de montado. Onde o meu principal objetivo é aumentar o número de sobreiros, tornar o solo mais fértil e aumentar a biodiversidade de espécies de plantas e animais.


Os 100ha são planos e têm acesso a água (leito de água, um lago e um poço).

Quero arrendar esses há para quem tenha ovelhas (não vacas para não danificar potenciais novos sobreiros). A ideia é que o arrendatário tenha as ovelhas e vá procurar os parcelados para ele.
Tem ideia dos valores do aluguel a praticar +/-?
O contrato teria como contrapartida o pagamento do valor da renda, a proteção de novos sobreiros, identificação de doenças e pragas, identificação de ramos para corte para venda de lenha, identificação de necessidade de arranjo de cercas e acompanhamento de terreno para salvaguardar alguma segurança .

Isto deveria ser a obrigação do novo arrendatário, sendo que ele poderia lá colocar as ovelhas que desejava e ter o dinheiro dos parcelados.


Obrigado

 

Comentários:
1. O mais comum e racional é fazer contrato de comodato ano a ano, o proprietário receber as ajudas ao rendimento e o comodatário usar a terra como forragens e fenos produzidos pelas terras para alimentar as ovelhas.

2. Utilizar o rendimento que obtém para contratar serviços, caso a caso, para proteger os sobreiros, identificação das respectivas declarações e doenças, corte dos ramos para lenha, arranjo das cercas, segurança, etc.

3. Acredite que é muito baixa a probabilidade de encontrar alguém que tenha tanto ou mais interesse que o proprietário (quem escreve isto acredita muito nas competências de terceiros, é tanto mais verdade quando maior para a dimensão do negócio em causa)!

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