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quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Venha conhecer o negócio do Pistácio!

Negócio do Pistácio chega ao Alentejo
|Janeiro carregado de sessões de apresentação públicas|
A divulgação do negócio do pistácio, como forma de travar a desertificação do interior do país, dinamizar a economia local e regional, criar riqueza e emprego, continua no mês de Janeiro.
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As sessões públicas agendadas, levam a cultura do pistácio até Castro Verde, em 12 de janeiro (programa e inscrições gratuitas no link: http://www.espaco-visual.pt/…/castro-verde-12-de-jan.-sess…/); Figueira de Castelo Rodrigo, em 13 de janeiro (http://www.espaco-visual.pt/…/figueira-castelo-rodrigo-13-…/); Alvito, em 14 de janeiro (http://www.espaco-visual.pt/…/alvito-14-de-jan.-sessao-pub…/); Cuba, em 15 de janeiro (http://www.espaco-visual.pt/…/cuba-15-de-jan.-sessao-publi…/); e Serpa (http://www.espaco-visual.pt/…/serpa-19-de-jan.-sessao-publ…/), em 19 de janeiro.
Recentemente, entrou em atividade a Fruystach, um novo projecto empresarial, iniciativa da consultora agrícola, líder de mercado, Espaço Visual - Consultores de Engenharia Agronómica.
A ideia é privilegiar as zonas do interior de Portugal, mais deprimidas e onde o clima é mais adequado à cultura do pistácio (frio no Inverno e muito quente no Verão), para produzir e exportar este fruto, contribuindo para gerar mais riqueza na região.
A Espaço Visual, que possui escritório em Beja, é uma empresa que já potenciou outros negócios no país na área agrícola dos pequenos frutos - mirtilo, morango, framboesa, amora e kiwi -, e que aposta agora em toda faixa interior de Portugal, desde Bragança a Beja, para promover a produção em larga escala de pistácio.
Vamos arrancar já com as primeiras plantações, com a perspectiva de chegar em dois anos a mais de 3.000 hectares de uma cultura praticamente inexistentes em Portugal.
Trata-se de um negócio altamente rentável, que implica um baixo investimento e baixos custos de produção. Para o efeito foi constituída a primeira organização de produtores de pistácio, em Portugal, que, além da comercialização e distribuição, dará assistência técnica aos associados.
O escoamento da produção está assegurado para a União Europeia, onde a procura supera em muito a oferta. Para suprir as necessidades dos mercados da União Europeia será necessário plantar mais 120 mil hectares.
Os frutos secos estão na moda, pelos benefícios para a saúde, pelo que José Martino defende que o pistácio é uma oportunidade única para dar dinâmica económica a regiões deprimidas.
O pistácio pode gerar, em plena produção, um rendimento superior a 10 mil euros por hectare. Não há muitas actividades na agricultura que se aproximem desta cultura em regadio.

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