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O Associativismo Agrícola

Celestino Miranda disse: "Porque não fazer uma associação ou algo parecido para nos tornarmos competitivos celestinomiranda100@hotmail.com" Comentários: 1 - A sugestão apresentada pelo leitor Celestino Miranda faz todo o sentido porque a fileira das plantas aromáticas e medicinais precisa de uma associação socioprofissional que defenda os interesses dos seus profissionais: produtores, agroindústria/comercializadores e técnicos. 2 - Defendo um associativismo alicerçado na massa crítica dos seus associados, que aceitam financiar quem os representa junto dos poderes e na promoção da atividade junto da sociedade e do consumidor. 3 - Os exemplos mais emblemáticos de associações que conheço são a AAPIM, AGIM, APK e REFCAST (pesquisem na internet sobre o trabalho destas Instituições). 4 - Não concordo com aqueles que defendem um associativismo que vive da atividade económica, na minha opinião esta deve ser desenvolvida por cooperativas e/ou empresas.

Associativismo: Lóby de interesses particulares, mesmo de forma indirecta?

Há um leitor que fez um comentário de que o associativismo é mau para quem nele participa activamente porque "...serve para alguns irem lá buscar o seu e servir os seus próprios interesses, mesmo que de uma forma indirecta"? Não será uma análise injusta, porque se acontece o que diz não será por omissão dos associados que se demitem das suas responsabilidades e são pouco exigentes com os seus representantes? Como se melhoram os resultados da fileira a que estamos ligados? Será melhor ficarmos em casa e esperar que tudo se resolva por si? Qual será o contributo do associativismo para o emprego? Quais são as Associações que têm melhores resultados do seu trabalho na defesa dos interesses dos seus associados? P. F. indiquem bons exemplos!

Qual o papel do Associativismo Agrícola no Desenvolvimento da Agricultura Portuguesa?

Trabalhar no Associativismo Agrícola é um desafio permanente e um teste constante à minha capacidade de resistência. Em primeiro lugar, trata-se de uma actividade voluntária, cuja motivação pessoal advém da satisfação de poder contribuir para o bem público, sobretudo daqueles mais humildes que dependem da agricultura para sustentarem as suas famílias. Em segundo lugar, por maior que seja o esforço, a dedicação, a eficácia na acção e o sucesso nos resultados, nunca consigo eliminar as criticas injustas (tenho muita dificuldade em aceitá-las, apesar de conviver bem com elas, pois são um instrumento de análise e evolução pessoal). Em terceiro lugar, o associativismo não é valorizado por muitos daqueles a quem se destina. Esta reflexão vem a propósito do meu estado de espírito face aos resultados do meu trabalho na APK - Associação Portuguesa de Kiwicultores e da questão colocada ontem, em Mirandela, pelo Ministro da Agricultura, na audiência que concedeu às Associações da Região Norte: Qu...