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segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Banco de Terras: Disponibilizará Terras para Apiários

Um leitor anónimo colocou a seguinte questão:
"Neste banco de terras estarão incluidos espaços aptos para instalação de apiarios?"

No banco público de terras que defendo a sua implementação, pelo menos no ano de 2012, haverá terras disponiveis para a agricultura, floresta e atividades complementares de ambas as ocupações onde se inclui, sem qualquer sombra de dúvidas, a apicultura (instalação de apiários).

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Jovens Agricultores: Estágio Profissional em Floricultura

No dia de hoje tive o grato prazer de fechar o acordo, com o meu amigo floricultor, Fernando Santa, da empresa Gerbiflor, com o objetivo de promovermos estágios profissionais para jovens empresários agrícolas que queiram lançar-se na floricultura. Trata-se de uma oportunidade extraordinária porque é muito dificil encontrar um empresário tão rigoroso e com tanto sucesso tecnológico.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Boas notícias sobre o Banco Público de Terras

Amanhã, pelas 10h15, serei entrevistado pelo jornalista Ricardo Alexandre da Antena 1, sobre o Banco Público de Terras, tendo por base a petição pública que tenho na internet sobre este tema, bem como os diversos artigos que escrevi e que foram publicados nos media.

Por outro lado a agência Lusa noticiou hoje que o Secretário de Estado, Daniel Campelo, foi a Santiago de Compostela, informar-se diretamente sobre o "Bantegal - Banco de Terras de Galicia" e prometeu que este modelo será operacionalizado em Portugal no próximo ano de 2012

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O que se diz e o que se faz

Li, recentemente, que as medidas adoptadas pelo ministro Vítor Gaspar para o Orçamento de 2012 baseavam-se em modelos teóricos e académicos. E que, por isso, colapsariam ao primeiro contacto com a realidade. Não sei se isso é verdade. O que sei é que o próprio ministro afirmou publicamente que a justificação por que a baixa da TSU foi posta de parte é que se tratava de um modelo teórico e que a sua experimentação na nossa realidade económica podia redundar num desastre.


Ou seja, entre a teoria e a realidade vai um abismo. Dito isto: toda a gente tem defendido que os bancos devem cortar no crédito ao consumo e apoiar as empresas que querem investir. Parece uma evidência, mas tal choca com a realidade.


É um paradoxo, mas é verdade: conheço casos de pequenos empresários que recorreram ao crédito bancário para lançar investimentos que criam riqueza e postos de trabalho e lhes foi dito: "Para isso não há. Agora, se quiser um crédito para consumo, fica aprovado em minutos...". O nome dos bancos fica, para já, no segredo dos deuses...

Variedades Kiwis para Açores

O leitor Tibério Barbeito apresentou o seguinte pedido de esclarecimento:

"Na sua opinião qual a variadade mais indicada para os Açores de kiwi?"


Resposta:

Variedade verde:
- "tipo hayward": Erica (variedade comercial);
- Melhor aptidão, para variedade menos comercial (fraco poder de conservação frigoríca, mas apresenta excelente sabor):Bruno

Variedade Amarela: Soreli

O banco de terras (outra vez)

O semanário Vida Económica publicou, no passado dia 14 de Outubro, o seguinte artigo:

O banco de terras (outra vez)
José Martino (engenheiro agrónomo)
josemartino.blogspot.com
A criação de um banco de terras público entrou de novo na agenda política. O Ministério da Agricultura afirmou, em declarações ao semanário “Expresso” deste fim de semana que está a avaliar o assunto.
Em declarações que fiz também ao “Expresso”, defendi a necessidade de se avançar para a institucionalização de um banco de terras público, porque a agricultura portuguesa precisa de um novo modelo de desenvolvimento.
Não foi ontem que comecei a pensar neste tema. Já fiz uma reflexão aprofundada sobre o assunto e já estudei modelos comparativos para chegar à conclusão da inevitabilidade de criação de um banco de terras público em Portugal.
Desenganem-se aqueles que julguem que vem aí uma nova reforma agrária. Nem pensar. Sou um genuíno social-democrata, pelo que penso que o mercado tem de ser regulado e supervisionado pela acção do Estado. E mais, cabe também ao Estado, através dos agentes políticos e dos governantes, fazerem uma censura social a quem se negue a arrendar as suas terras, preferindo mantê-las ao abandono.
O banco de terras deve ser contratualizado entre privados e empresas, associações ou câmaras municipais, mas caberá sempre ao Estado um papel de supervisão e regulação.
A crise económica, financeira e social que vivemos impõe um “regresso às origens”, no sentido de dar mais atenção ao que é nacional.
É preciso travar o êxodo rural e a desertificação do interior e o abandono das terras e promover a sua utilização para criar riqueza e emprego. O tratamento de terras abandonadas, permitirá, ainda, o equilíbrio paisagístico, o combate aos fogos florestais e o desenvolvimento harmonioso das regiões portuguesas.
Há muitos jovens agricultores que procuram terras para as trabalharem, mas que não conseguem quem lhes arrende ou venda a valores que possam ser amortizados com os rendimentos das actividades agro-florestais. É para isso e por isso que deve ser criado um banco de terras público.
Aos proprietários é garantido o pagamento das rendas e a devolução dos terrenos, no fim do contrato de arrendamento, pelo menos no mesmo estado de uso inicial. O Estado assume os deveres do arrendatário perante o proprietário e, posteriormente, cobra do rendeiro os valores que contraiu em seu nome.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Artigo da Vida Economica de hoje.

Cooperativas agro-industriais
na hora da mudança
José Martino (engenheiro agrónomo)
Josemartino.blogspot.com
A reestruturação do sector cooperativo agro – industrial é uma das exigências da nossa economia, num período em que a conjuntura económico - financeira portuguesa pede um auxílio decisivo à indústria potencialmente exportadora.
O sector cooperativo deve ser apoiado e incentivado a incrementar a produção agro-industrial porque está vocacionado para valorizar as produções dos pequenos e micro-agricultores.
A agro-indústria portuguesa (AAP) é um dos elos mais estratégicos para promover o sucesso da agricultura portuguesa.
Trata-se do interface entre a produção e a distribuição, quer no mercado nacional, quer nos mercados internacionais. Mas para continuar a ter um papel decisivo na nossa alavancagem económica é necessário redimensioná-lo, reduzir os seus custos de produção, e também criar um fundo de prevenção que, em época de crise, garanta a pujança de um sector que garante um potencial exportador, de criação de emprego e solidez económica das famílias.
Para continuar a exercer um papel fundamental de argamassa do tecido económico e de coesão social, as cooperativas agro-industriais terão de ser reconhecidas como entidades de interesse público; terão de ser obrigadas a ter Revisor Oficial de Contas, criando o Estado um fundo para evitar os avais dos directores, dado que, paradoxalmente, estes podem ser afastados pela Assembleia Geral, mas os avais mantém-se se os bancos assim o exigirem.
Este plano de reestruturação, a “cereja no topo do bolo” é promover o saneamento financeiro e a concentração das actuais cooperativas, impondo mudanças organizacionais e estatutárias: por ex. nas votações de uma pessoa/cooperante, um voto; cada unidade de produção ou transacção na cooperativa, um voto; quem forneça 100t de fruta tem que ter mais dez votos, face a quem só fornece 10t.
Falar de reestruturação do sector cooperativo é falar também na reestruturação de quadros e de formação. Para criar uma massa crítica mais habilitada a lidar com o sector cooperativo numa perspectiva de negócio.
É necessário dotar o sector cooperativo agro – industrial de uma perspectiva profissional, com definição de objectivos, prioridades, planos, metas e missões específicas. Só assim poderemos falar de uma reestruturação robusta, e com chances claras de êxito e sustentabilidade.
A AAP, sendo um parceiro estratégico dos agricultores, permite a obtenção de economias de escala, essencial para garantir competitividade nos mercados.
Realço que a AAP utilizou todas as ajudas financeiras disponibilizadas
para investimento, desde 1986, ano da entrada de Portugal na CEE, mas infelizmente o poder político não teve o cuidado de promover o financiamento contínuo desta actividade.

Os investimentos foram realizados numa lógica produtiva e só nos anos mais recentes se assistiu a investimentos em melhor organização e gestão dos processos. Notou-se a falta de uma marca forte associada a estratégias de distribuição e comunicação, e correspondente promoção nos mercados internacionais.

Nesta perspectiva importa referir que existem grandes potencialidades de exportação para produtos da AAP que apresentam vantagens comparativas.
Para se ser competitivo no contexto internacional e nacional, os caminhos a seguir são os da especialização, inovação e diferenciação.
A aposta na exportação do sector cooperativo é decisiva. Termino com o exemplo de um empresário, que se não tivesse investido no estrangeiro, não teria crescido mais de 10% ao ano, e que na realidade tem conseguido crescimentos anuais acima dos 200%.
É deste tipo de exemplos que Portugal necessita, não como excepção, mas como regra para promover as exportações de produtos agrícolas portugueses e o incremento da competitividade da AAP.

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Estágios para jovens empresários agrícolas!

 Espaço Visual tem protocolos de colaboração com diversos empresários agrícolas de sucesso, tendo como objetivo promover estágios para potenciais jovens agricultores que se querem instalar na atividade agricola (consultar: wwww.espaco-visual.pt).

Sem experiência na gestão, a todos os niveis de uma exploração agrícola, é muito dificil ter-se sucesso e rentabilidade na agricultura. Estou convencido, pela minha experiência, que a atitude do empresário, bem como as suas competêmcias de gestão e técnicas, são determinantes para obter rentabilidade nos investimentos agrícolas.

Recomendo vivamente que visitem explorações agrícolas, que o façam de forma sistemática e sobretudo, que recorram a estágios para aprenderem no terreno os ossos de oficio da atividade agrícola em que querem vir a ter sucesso empresarial.

Os momentos que Portugal vive, recomendam uma cultura do trabalho, que não tenhmos medo de sujar as mãos, de arriscar e de produzir. Cada um de nós pode criar riqueza na agricultura. Tenhamos a humildade de aprender com os erros e sucessos dos que procederam, que desenvolvem as produções há mais tempo que cada um de nós, que nos podem ensinar os erros que não podemos cometer, as melhores estratégias para baixar custos e promover maiores produções, com melhor qualidade ajustada aos padrões do mercado.

Há agricultores fascinantes, pessoas humildes, com resultados espetaculares, exemplos que
deveriam ser mostrados e copiados, lideres e idolos que deverima ser modelos para um Portugal com um novo modelo de economia: criadora de riqueza, competitiva e exportadora.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

A hora da agricultura!

Agora que nos querem servir a austeridade de todos os modos e feitios a agricultura é uma oportunidade de investimento e de criação de emprego. A agricultura encontra-se tão abandonada que há imensas oportunidades de negócio e de comercialização dos produtos agricolas portugueses.

A agroíndustria deve ser alavancada para valorizar e comercializar as novas potenciais produções agricolas. A exportação é o caminho. Mesmo a preços de venda mais baixos que no mercado nacional, temos de vender para o exterior, temos que assumir que os mercados externos são estratégicos para gerar riqueza em Portugal.

Para esta estratégia é necessário promover as economias de escala, quer na produção, quer na agro-indústria. Cada um de nós tem que ser capaz de promover negócios com base nas suas competências próprias, na capacidade de assumir riscos e de fazer investimentos. Há muitos pessoas que irão juntar as suas capacidades de rede e irão promover negócios e criação de riqueza. Temos que mostrar que os nossos políticos estão errados e que possuimos capacidades que ninguém é capaz de as avaliar porque só as conhecemos nas horas complicadas e dificeis da nossa vida.

Os empresários agrícolas estão habitaudos a viver com muitos riscos e incertezas e sem terem férias, nem subsídios de férias, nem subsídios de Natal. Os agricultores são um exemplo que deve ser seguidos por todos os portugueses.

AGRO-INDÚSTRIA APOSTA NA INOVAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO

A última revista da "Voz do Campo" publicou o seguinte artigo:

AGRO-INDÚSTRIA APOSTA NA INOVAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO

José Martino*

A agro-indústria portuguesa (AAP) é um dos elos das fileiras mais
estratégico para promover o sucesso da agricultura portuguesa.
Trata-se do interface entre a produção e a distribuição, quer no
mercado nacional, quer nos mercados internacionais.

A AAP, além de possuir a capacidade de transformação de matérias
primas produzidas em Portugal e noutros países, possui a capacidade
logística de as armazenar, o que a torna um parceiro estratégico dos
agricultores.

Não é possível estruturar produções que não estejam contratualizadas e
em linha com os mercados, pois a procura é determinante no seu
desenvolvimento harmonioso. A obtenção de economias de escala é o
factor estratégico para ter a melhor competitividade nos mercados.

Neste sentido, tem-se assistido à consolidação e crescimento de grupos
económicos em território nacional simultaneamente produtores e
exportadores na lógica do abastecimento contínuo ao mercado, embora
seria desejável, face à crise económica que se vive, que o seu número
e dimensão fossem incrementados.

Realço que do ponto de vista das ajudas financeiras disponibilizadas
para investimento, desde 1986, ano da entrada de Portugal na CEE, que
a AAP as esgotou em todos os Quadro Comunitários de Apoio, sendo de
sublinhar que o poder político não teve o cuidado de promover o
financiamento contínuo desta actividade.

Os investimentos foram realizados numa lógica produtiva e só nos anos
mais recentes se assistiu a investimentos em melhor organização e
gestão dos processos. Notou-se a falta de uma marca forte associada a
estratégias de distribuição e comunicação partilhadas e promoção nos
mercados e internacionalização.

Nesta perspectiva importa referir que existem grandes potencialidades
de exportação para produtos da AAP que apresentam vantagens
comparativas ou têm acumulado, ao longo dos anos, um conjunto de
competências técnicas e tecnológicas.

Por outro lado, chega-se à conclusão que um dos principais critérios,
quer de empresas, quer de consumidores, é baseado no valor. Ora, para
se ser competitivo no contexto internacional e nacional, os caminhos a
seguir são os da especialização, inovação e diferenciação.

Nalguns casos, constata-se ainda que a melhor produção nacional
destina-se ao mercado exterior, para assim obter uma melhor
valorização através de preços mais elevados e de canais de
distribuição com um portfólio de consumidores mais exigentes.

O mercado nacional tem pequena dimensão para rentabilizar os
investimentos e, por outro lado, nalguns sectores da AAP é necessário
fazer investimento directo em fábricas no estrangeiro como forma de
dar dimensão e escala a essas actividades, tendo em conta que mercados
mais competitivos geram maiores necessidades de incorporação nos
negócios de processos e produtos inovadores.

Ainda recentemente, confidenciou-me um empresário, o qual iniciou o
processo de internacionalização há cerca de 15 anos, que se não
tivesse criado e comprado fábricas no estrangeiro, que se tivesse
desenvolvido o seu negócio exclusivamente em Portugal, a sua
actividade económica não teria crescido mais de 10% ao ano, e que na
realidade tem conseguido crescimentos anuais acima dos 200%.
É deste tipo de exemplos que Portugal necessita, não como excepção,
mas como regra para promover as exportações de produtos agrícolas
portugueses e a incremento da competitividade da AAP.


* Sócio Gerente da Consultora "Espaço Visual"

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

ProDeR: Titularidade da Exploração Agrícola

"Posso fazer uma instalação recorrendo apenas à utilização de terrenos baldios e de autorização de construção de curral/aprisco para cabras? Ou seja sem deter a propriedade dos terrenos mas apenas autorização do Conselho directivo de baldios da freguesia para a utilização dos terrenos?"

Para se candidatar ás ajudas do ProDeR necessita de ter um contrato de comodato válido por um período temporal que rentabilize o investimento que se propõe realizar.

sábado, 15 de outubro de 2011

Atividades agrícolas

"Boa tarde herdei um pedaço de terra de 11,2 h no alentejo tenho procurado saber como tirar algum proveito da terra mas como é tudo muito recento ainda tou um pouco perdido poderei pedir-lhe um conselho?"

Aconselho as plantas aromáticas e medicicinais - consulte o eng. Luis Alves do Cantinho das Aromáticas

Verificaria também a aptidão do terreno para mirtilos, framboesas, amoras - consulte as Delicias do Tojal.

Há outras possiveis atividades interessantes: o porco alentejano/bizaro, fruticultura, horticultura, etc.

Conselhos: visite explorações da atividade que pretende implementar, verifique se tem perfil para ultrapassar "os ossos de oficio" do seu nóvel negócio

Regiões Desfavorecidas

Questão colocada neste blogue:"Como posso verificar quais são consideradas regiões desfavorecidas?" Envie por e-mail a freguesia e concelho onde se localiza a sua exploração agrícola e a eng. Sónia Moreira da Espaço Visual (sonia.moreira @espaco-visual.pt) enviar-lhe-á a respetiva classificação.

Atividades rentáveis para 75000 euros de investimento

Um leitor pediu os seguintes esclarecimentos: "Mas em que apostar? Que culturas podem ser produzidas com tão baixo investimento e nos geram rapidamente um saldo positivo nas contas? Na agricultura 75 mil euros não é tanto assim se pensarmos em maquinaria de fertirrega...arcas frigoríficas...estufas...só aqui somos obrigados a excluir culturas que até podem render razoavelmente, mas que requerem um investimento muito superior a este valor..".

Recomendo os frutos vermelhos, as plantas aromáticas e medicinais, apicultura, etc. Acho que deve visitar explorações na atividade em que vier a investir para recolher informação sobre os pontos fortes e fracos dessa atividade, bem como, as suas oportunidades e ameaças e sobretudo, deve fazer um estágio nessa atividade para diminuir os riscos pelos conhecimento dos pormenores dessa atividade. Vá em frente se quiser obter mais pormenores dessas e doutras atividades marque uma reunião, gratuita, com a Eng. Sónia Moreira da Espaço Visual (sonia.moreira@espaco-visual.pt)

Funcionam bem as ajudas de apoio aos jovens agricultores.

Um leitor pediu o seguinte esclarecimento: "Gostaria que me informasse se de fato ainda restam verbas para apoiar estes projetos de Jovem empresário agrícola, pois as DRA dizem que não vale a pena entrar em ilusões, pois não há verba..." - a informação que lhe deram não é verdadeira porque o ProDeR funciona bem, quando não há orçamento disponivel para atribuir a novas candidaturas, encerram o período de apresentação das candidaturas. Na minha opinião, deve submeter o seu projeto, o mais rapidamente que lhe seja possivel. Não desanime, avance e irá verificar que terá sucesso. Bons investimentos!

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Banco Terras

Tive a oportunidade de passar o dia de hoje a percorrer o concelho de Vila Pouca de Aguiar. Constatei que nem 5% da superfície agrícola útil se encontra aproveitada com exploracao agrícola adequada. Para este tipo de situações e mais que ajustado a implementação de um banco de terras. Em boa hora a Câmara Municipal de Vila Pouca de Aguiar decidiu por a funcionar um banco de terras. Prevejo que terá um grande sucesso

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Apoios aos Jovens Agricultores: uma ferramenta de combate ao desemprego jovem

Estão a funcionar os apoios à instalação de Jovens Agricultores. Parecem-me tratar-se de um importante sistema para criar postos de trabalho na agricultura e sobretudo, um esquema para promover o empreendedorismo agrícola. É determinante que estas ações do ProDeR perdurem no tempo, até final deste Programa previsto para finais de 2013, pois a sua estabilidade temporal é determinante para a gerar confiança e motivação para o investimento.

É importante realçar que para as Regiões Desfavorecidas, a maioria do território continental, com exceção da região litoral, é possivel fazer investimentos no valor de 75 000 euros, tendo 100% de apoios do ProDeR (40% de prémio de 1.ª instalação e 60% de apoio ao investimento). Isto não significa que seja recomendável fazer investimentos sem capitais próprios,pois é necessário suportar o IVA, mesmo que este seja reembolsável e ter fundo de maneio para suportar os custos de exploração enquanto a conta de tesouraria não é positiva.