Tema Debate N.º 5

1 - Qual será a margem de comercialização que a Distribuição Organizada pratica para os seguintes produtos:

a) Leite, queijos, iogurtes?

b) Hortofrutícolas?

c) Carne de bovino, caprino, ovino e frango?


2 - Que condições comerciais, financeiras, administrativas, etc. impõe a Distribuição Organizada para além do preço?


3 - Como podemos combater as regras leoninas que a distribuição Organizada impõe aos seus fornecedores de produtos agrícolas?

Comentários

Unknown disse…
Era meu amigo. Não sabia que estava doente. Paz à sua alma.
JRNA disse…
Fazer-lhes frente só através da diferenciação do produto, da concentração da oferta ou arranjar outras formas de escoamento paralelas, como a exportação por exemplo.
Anónimo disse…
Ser-se mais perspicaz que eles!! Não é fácil, mas também penso não existirem formulas mágicas para de um momento pro outro mudar tudo. Mas temos exemplos inspiradores como o leite, iogurtes, açúcar, água, óleo, sumos, em que existem marcas que se impuseram, e assumiram para o consumidor planos de referência, e que por força dessa, fazem parte obrigatória dos seus lineraes. Alguém julga não haver nas grandes cadeias, a venda da coca-cola, leite agros, óleo fula, sumo compal, água luso, etc?? Não!! Porque as marcas criaram o seu próprio espaço, e a distribuição aí tem que falar de igual para igual.


Pedro Sampaio
Anónimo disse…
.
Pois é ...
Mas essas marcas apareceram todas antes da Grande Distribuição!
Ou é impressão minha?

Uma nova marca muitíssimo dificilmente conseguirá arranjar o seu espaço porque a Distribuição Organizada agora "não o permite".
A não ser que essa nova marca tenha meios poderosos por trás!

Alexandre
.
José Silva disse…
...
A MCH (SONAE) tem um Clube de Produtores. Visitem o site e analisem a política de desenvolvimento ali anunciada

http://www.clubeprodutores.sonae.pt/noticias_09.html
José Silva disse…
...
Entre muitas outras análises interessantes:

A afirmação de marcas nos produtos frescos, particularmente em frutas e legumes, não é um processo fácil. Requer produtos de qualidade diferenciada, massa critica, organização empresarial e, fundamentalmente, capacidade de investimento. Não tenho dúvida de que esse é o caminho. Quem conseguir reunir estas condições e passar à acção surpreenderá o mercado.

No caso das frutas e legumes, a reforma aponta no sentido do reforço das organizações de produtores, particularmente para a sua fusão e cooperação. Em Portugal, apenas 6% das frutas e legumes chegam ao mercado através de Organizações de Produtores, enquanto na Bélgica, Holanda e Irlanda esse número ultrapassa os 70%. Por outro lado, haverá um aumento do apoio às organizações para a promoção, particularmente
junto dos jovens.

Lembro-me da acção que promovi junto da produção de citrinos do Algarve quando estive na Direcção Regional de Agricultura, ao colocar máquinas de sumo de laranja
em todas as escolas do segundo e terceiro ciclo da região. Foi assinando um acordo com a Direcção Regional de Educação e todas as Organizações de Produtores (OP) do Algarve tendo em vista o fornecimento de laranja a um preço convencionado. São campanhas de marketing educativo deste tipo que vão ser estimuladas pela UE. As campanhas comerciais continuarão a ser apoiadas ao mesmo nível, através dos planos operacionais das OP’s.
José Silva disse…
...
Marcas brancas vieram para ficar:

http://tv1.rtp.pt/noticias/?article=180389&headline=20&visual=9
José Silva disse…
...
CentroMarca e APED:

M&P: O conflito entre marcas e distribuição é insanável?

BI: Não. A distribuição e os produtores de marca vivem para o consumidor final. É uma questão de modelo de negócio. Daqui vem algum conflito de interesses. Mas isso não é um problema, porque o jogo faz-se assim. É da partilha do bolo que vêm alguns problemas. Não vem de uma sã concorrência, mas de mecanismos que entendemos como desleais. O nosso mercado da distribuição é pequeno.

Ver artigo completo
http://www.meiosepublicidade.pt/2009/09/11/o-problema-esta-em-quem-faz-a-concorrencia-desleal/
José Silva disse…
...
Marca branca penaliza a Mercadona

http://anilact.pt/content/view/1265/96/
José Silva disse…
...
Consulta Obrigatória

Os técnicos das empresas do sector de lacticínios contactam diariamente com inúmeras matérias. Existem diversos documentos de referência com origem nas mais variadas fontes que se podem constituir como preciosos auxiliares na constante busca da melhoria contínua.

Aqui pode encontrar, em formato electrónico, documentos cuja consulta recomendamos vivamente.

http://anilact.pt/content/view/61/101/

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