A formula da Nova Zelândia



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Comentários

Anónimo disse…
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Eu não sou formado na área da Economia, portanto, vou pronunciar-me em função das conclusões que tiro daquilo que leio e da minha INTUIÇÃO ...

1 - Há quem diga que tempo é dinheiro, na questão do TGV e do Aeroporto acho que não devemos adiar as coisas; perde-se tempo e arriscamo-nos a perder muitos milhões de Euros de Fundos Comunitários.

2 - Isso tem riscos?
Óbviamente, fazer as Grandes Obras publicas e gastar todas as verbas do PRODER E DO QREN, implica necessáriamente aumentar a Divida

3 - O GRANDE DESAFIO É CONSEGUIR FAZER COM QUE O AUMENTO DA COMPETITIVIDADE SEJA SUPERIOR AO INEVITAVEL AUMENTO DA DIVIDA PUBLICA ...

A minha receita: AUDÁCIA E MUITA EFICIÊNCIA!


Vitor Monteiro
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José Martino disse…
Se for ao banco pedir financiamento para um investimento na agricultura terá dificuldades em obtê-lo porque o investimento produtivo não é uma prioridade da política económica dos governos de Portugal e consequentemente dos bancos!
Os bancos preferem emprestar dinheiro para as grandes obras públicas porque o risco é reduzido porque tem o aval do Estado, portanto são todos os portugueses que irão pagar através dos seus impostos e taxas.
A minha opinião é, nesta altura em que há escassez de recursos financeiros dever-se-iam privilegiar os investimentos produtivos em detrimento das infra-estruturas. Na fase seguinte far-se-iam os grandes investimentos públicos.
P. f. contem-nos as V/ experiências de relacionamento com a banca. Tenho um amigo produtor de leite que não consegue que a banca o apoie a preços normais (pedem-lhe taxas exorbitantas quando a actividade tem margens económicas muito apertadas).
Será pedir muito pedir que a banca privilegie os apoios à actividade produtiva em Portugal?
Anónimo disse…
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Eng Martino;

Eis a ( minha ) questão ...
Se o País adiar as Grandes Obras Publicas, acha que automáticamente a Banca passará a apoiar/financiar os "produtores de leite"?


Vitor Monteiro
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Anónimo disse…
Já ouviram as notícias de Caixa Geral de Depósitos?? Os juros vão ficar mais altos para o maior Banco Português... um prenúncio de que as coisas estão a ficar mesmo muito DIFÍCEIS (como alguns tanto avisaram), e continua-se a falar de casamento dos Homossexuais, das escutas, do TGV, da regionalização, da auto-estrada x ou y, das indirectas entre o PR e PM, da Gripe A, etc, etc, etc!! Uma agenda sem dúvida muito importante e actual!!
Assim vai Portugal...


Pedro Sampaio
Anónimo disse…
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A UE decretou oficialmente o fim da recessão ...
Na zona Euro, a Economia cresceu 2 trimestres consecutivos, tendo no ultimo trimestre crescido 0,4%.

A partir do momento em que deixa de existir recessão ...
Parece-me normal que os juros subam!

Vitor Monteiro
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Anónimo disse…
Penso que me expressei mal...


Para uma informação mais fidedigna ver sitio:

http://www.jornaldenegocios.pt/index.php?template=SHOWNEWS&id=401765

Pedro Sampaio
Anónimo disse…
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Os já famigerados rating, o assunto é bastante técnico ...
Mas realmente não parecem boas noticias.

Vitor Monteiro
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Anónimo disse…
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... MAS NÃO PODEMOS DEITAR A TOALHA AO CHÃO CADA VEZ QUE SURJA UM OBSTÁCULO NO CAMINHO.

Como já disse, o assunto é bastante técnico, por isso o meu guia vai ser preferencialmente a INTUIÇÃO ...

1 - Imagine-se que um qualquer Zé, posso ser mesmo eu, vai criar uma Microempresa. 20% de capital Próprio, 35% de Subsidio ( PRODER ) e 45% de Crédito.

2 - Vamos fazer uma analogia entre Portugal e a minha Microempresa.
O meu capital próprio é o PIB e o crédito é a Divida Publica.
No inicio a Divida será de 250% do PIB.
Que coisa assustadora!
Qual o rating da Microempresa?
Estarei condenado ao fracasso?

3 - Sinceramente, nao estou absolutamente nada assustado. Acho quer tenho um bom Projecto e que em 6 anos consigo reduzir a Divida a ZERO.

4 - Como conseguirei tal coisa?
Óbviamente, produzindo com muita qualidade e em grandes quantidades.
Como é isso possivel?
Alguma audácia e inovação e, claro, instalações topo de gama, isto é, infra-estruturas modernas e de enorme qualidade.

5 - Bem sei que o País não é tão facil de gerir como uma Microempresa, mas parece-me que as infra-estruturas ( Grandes Obras Publicas ) são necessárias para o desenvolvimento de Portugal.

Vitor Monteiro
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