Enxertia em actinidia (planta do kiwi)
Boa noite. Pelo segundo ano consecutivo fiz enxertia em meu pé de Kiwi. Ele já tem uns 20 anos porém apenas um lado possui um enxerto de flores masculinas. Colhi alguns brotos que me pareceram bem promissores e fiz a enxertia do lado feminino da planta. Os enxertos funcionam teve um que produziu flores e tudo. Porem logo em seguida morrem. Esse ano repeti o processo e estou obtendo os mesmo resultados alguns estão brotando, outros brotaram e já secaram. O que estou fazendo de errado??? Pode me ajudar?? Comentários: 1. Para a enxertia ter maiores probabilidades de sucesso deve colher durante o pleno inverno o terço médio das varas que produziram frutos, mergulhá-las em água limpa durante 10 minutos, envolvê-las com um saco plástico sem qualquer furo, retirar o máximo de ar enrolando o saco à volta das varas e por último, cobrir todo saco com fita cola para evitar trocas gasosas entre o interior e exterior do saco. Este deve ser colocado no frigorífico (refrigerador no Brasil o...
Comentários
Em tempos remotos convivi com esta cultura, na zona de Bragança. Tratava-se da maior propriedade de souto contínuo na região, e em que o principal accionista, era o tão badalado BPN!!
Penso que faz todo o sentido apostar nessa fileira, mas tenho alguns reparos a fazer que visam dar o meu contributo pessoal a este projecto, para que não pensem que só trago pessimismo aos debates:
1 - A reconversão de soutos, a mecanização da colheita, a rega, os enrelvamentos, a produção bio e uso de equipamento de monitorização e pilotagem, são factores muito relevantes a implementar nesta fileira;
2 - A transformação industrial criativa, deste produto, penso que será o grande desafio da fileira, visando a criação de um maior valor;
3 - Indispensável também o trabalho de marketing no mercado interno, mas sobretudo externo;
Desejo-lhe o maior dos sucessos, para esse projecto.
Pedro Sampaio
Eu não percebo nada do assunto, nem sou grande apreciador de castanhas ...
Mas também desejo o maior dos sucessos para o Projecto!
Vitor Alexandre Monteiro
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Penso que nesta ultima semana, já se começou a verificar um sentimento de grande preocupação pelas contas publicas do estado Português, algumas das personalidades ligadas a Economia Nacional, começam a falar numa só voz. O semáforo acendeu-se de cor laranja para o País, quer pelas previsões do FMI quer pelas agências de renting. Estamos já em vigilância negativa!! Até quando poderemos aguentar a actual Situação? Que implicações isto terá na despesa publica e consequente comparticipação nacional, para programas como o PRODER? Há até que diga que se está a aproximar uma tempestade perfeita, com o seu desfecho daqui a 3 ou 4 anos!! Gostava de obter as vossas opiniões, se me é permitido.
Pedro Sampaio
Acho que se gastaram todas as verbas do AGRO ...
Também acho que se vão gastar todas as verbas do PRODER!
P.S - Mas realmente as contas publicas não estão nada famosas ...
Vitor Alexandre Monteiro
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Acho que o Governo devia negociar a questão do défice com Bruxelas.
Para se poderem realizar as grandes obras publicas ( TGV e Aeroporto ) e gastar todas as verbas do QREN e do PRODER, o défice gerá que ficar acima dos 3% durante alguns anos.
Isso implicará o aumento da Divida Publica, mas acho que não temos alternativa.
O grande problema será se aumentarmos a Divida mas não conseguirmos aumentar a Competitividade da Economia.
Não temos grande margem de erro: TEM NECESSÁRIAMENTE QUE HAVER EFICIÊNCIA NA APLICAÇÃO DOS FUNDOS COMUNITÁRIOS.
Vitor Alexandre monteiro
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Queria dizer o seguinte:
1- Um tema destes penso que deveria reunir um maior número de participações, porque penso ser um tema fracturante de todo o Mundo Rural.
2- Quanto ao défice, o problema a meu ver, não está só nas restrições da UE, mas sobretudo nas organizações que classificam o RISCO de realização de empréstimos ao nosso País, e consequentemente empresas, das quais muitas do mundo rural. Esse risco têm LIMITES como todos saberão!!
3- Na actual conjuntura, em que a taxa de desemprego tende a aumentar, associando-se fenómenos de crise social, não é de prever que a despesa baixe, bem pelo contrário.
4- Ora bem se a despesa aumenta, o estado tem menos dinheiro (se o tiver), logo será gerido por prioridades, e entre uma despesa de cariz social (subsídios desemprego, prestações sociais, salários, saúde, etc), e uma outra despesa de cariz de promoção económica (PRODER por exemplo), penso que não será muito difícil saber qual delas o estado irá privilegiar...
5- É neste contexto de retracção económica crescente, acompanhada de despesa pública também crescente, que temo seriamente que o PRODER venha uma vez mais a ser o SACRIFICADO, como foi no período 2007-2009.
6- A meu ver já nem se questiona a EFICIÊNCIA da aplicação desses fundos, mas sim a sua DISPONIBILIDADE....
Pedro Sampaio
Sr Pedro Sampaio;
As previsões apontam ( 2010 ) para um crescimento do PIB na ordem dos 0,4-0,5%.
Em termos de receitas fiscais, pressuponho que isso se traduza num aumento de centenas de milhões de Euros.
Esse dinheiro terá que ser aplicado nos investimentos do PRODER e do QREN.
E o défice terá que continuar acima dos 3% ...
Não vejo outra solução!
Vitor Monteiro
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